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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10451/2866</id>
  <updated>2013-05-21T10:42:01Z</updated>
  <dc:date>2013-05-21T10:42:01Z</dc:date>
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    <title>Reflexões acerca das relações entre os estudos internacionais de avaliação das aprendizagens e as políticas educativas</title>
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      <name>Fernandes, Domingos</name>
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    <updated>2012-04-16T11:27:38Z</updated>
    <published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Reflexões acerca das relações entre os estudos internacionais de avaliação das aprendizagens e as políticas educativas
Authors: Fernandes, Domingos
Abstract: Os estudos internacionais de avaliação das aprendizagens dos alunos têm vindo a ganhar uma importância e uma notoriedade crescentes a partir dos anos 80 do passado século. Em particular, houve um claro incremento destes estudos com o Third International Mathematics and Science Study (TIMSS) da International Association for the Evaluation of Educational Achievement (IEA), em meados dos anos 90, e o Programme for International Student Assessment (PISA) da Organisation for Economic Cooperation and Development (OECD), na primeira década deste século.&#xD;
&#xD;
Pelo menos três razões podem justificar este facto.&#xD;
&#xD;
As sociedades de hoje são bem mais interdependentes dos pontos de vista económico, social, político e tecnológico, são mais abertas e as pessoas têm uma capacidade muito maior de mobilidade. As sociedades são mais multiculturais, mais competitivas e mais exigentes a todos os níveis. Os sistemas educativos confrontam-se com populações de estudantes que nada têm a ver com as populações, essencialmente homogéneas, de há 30 ou 40 anos atrás.&#xD;
&#xD;
O incremento de estudos de avaliação terá um pouco a ver com tudo isto, pois os países precisam que os seus sistemas educativos respondam melhor às necessidades de formação, às legítimas aspirações e às motivações dos jovens, assim como aos desafios da competitividade, da mobilidade e de uma variedade de interdependências (e.g., económica, tecnológica, cultural, científica). &#xD;
&#xD;
Os decisores políticos começaram a interessar-se pela avaliação em geral, pressionados pelas exigências do mundo da economia, pelos meios de comunicação social e pelos próprios cidadãos, através das suas organizações cívicas e culturais, que, cada vez mais, querem saber se os serviços públicos de educação, de saúde ou de justiça, prestam o serviço que são supostos prestar.&#xD;
&#xD;
Ou seja, a grande maioria dos países a nível mundial tem vindo a investir muito significativamente no desenvolvimento de uma diversidade de processos de avaliação externa (e.g., exames nacionais; avaliações do tipo das provas aferidas; avaliações internacionais). Os governos, pressionados por uma variedade de intervenientes sociais (e.g., associações empresariais; organizações científicas; associações profissionais; associações de pais), procuram assim garantir, através destas medidas de política, que se saiba o que os alunos aprendem nas escolas. Se o conseguem ou não, e como, é matéria que continua a ser objecto de análise e discussão.</summary>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Acerca da articulação de perspectivas e da construção teórica em avaliação educacional</title>
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      <name>Fernandes, Domingos</name>
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    <updated>2012-03-29T10:23:11Z</updated>
    <published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Acerca da articulação de perspectivas e da construção teórica em avaliação educacional
Authors: Fernandes, Domingos
Abstract: É geralmente aceite que a avaliação educacional é uma disciplina emergente, de &#xD;
natureza científica, capaz de produzir conhecimento acerca das realidades sociais e de &#xD;
formular juízos acerca do valor e do mérito de um determinado ente. A principal &#xD;
finalidade deste artigo foi produzir reflexões que pudessem contribuir para o &#xD;
desenvolvimento teórico e prático da avaliação em educação. Neste sentido foram tidas &#xD;
em conta a diversidade de abordagens, perspectivas e teorias referidas na literatura e a &#xD;
própria experiência do autor no domínio da avaliação. No essencial foram discutidas &#xD;
três questões: a) a existência de uma grande diversidade de abordagens de avaliação e a &#xD;
necessidade de um discernimento pragmático que promova práticas mais úteis, mais &#xD;
consistentes e mais credíveis; b) o contributo que a avaliação orientada pela teoria &#xD;
pode dar para clarificar e integrar uma variedade de abordagens próximas das &#xD;
perspectivas objectivistas; e c) a relevância das práticas e das experiências vividas pelos &#xD;
avaliadores e pelos participantes no enriquecimento teórico e prático das avaliações, &#xD;
agregando as abordagens mais subjectivistas. &#xD;
Entre as reflexões e conclusões apresentadas devem destacar-se a necessidade de se &#xD;
consolidar a avaliação como disciplina científica, rejeitando a ideia de que se trata de &#xD;
uma mera aplicação dos métodos das ciências sociais, a importância de se considerar &#xD;
que a teoria e a prática são fontes complementares de produção de conhecimento, a &#xD;
relevância da participação das pessoas nos processos de avaliação e a importância da &#xD;
integração de perspectivas e de abordagens como forma de contrariar certas avaliações &#xD;
modernas que não propõem mais do que uma certa domesticação da forma de reflectir &#xD;
dos avaliadores acerca do que funciona e do que não funciona na hora de melhorar o &#xD;
que quer que seja.</summary>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Narrativas biográficas na formação inicial de professores de Matemática: Reflexões a partir de um olhar retrospectivo</title>
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      <name>Fernandes, Domingos</name>
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    <updated>2012-03-20T15:23:34Z</updated>
    <published>2011-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Narrativas biográficas na formação inicial de professores de Matemática: Reflexões a partir de um olhar retrospectivo
Authors: Fernandes, Domingos
Abstract: Os programas de formação inicial de professores têm de criar oportunidades para que os jovens possam analisar e refletir sobre uma variedade de aspectos tais como as suas concepções acerca da disciplina que vão ter de ensinar, do ensino, da educação em geral, da aprendizagem, da avaliação e da escola. Os jovens, futuros professores, têm ainda de ser ajudados a desenvolver um sofisticado conjunto de conhecimentos (e.g., pedagógicos, científicos, curriculares) no contexto da sua formação inicial. Além disso, têm de ser acompanhados e apoiados nas experiências formativas que as práticas lhes proporcionam. Aqui é fundamental que aprendam a mobilizar, integrar e utilizar conhecimentos que os ajudem a resolver os problemas que decorrem dos processos de aprendizagem, ensino e avaliação. É no confronto com as práticas que, muitas vezes, os jovens professores podem atribuir um real significado às suas concepções, às suas experiências passadas e presentes e aos seus conhecimentos. Por isto mesmo, parece mais uma vez fazer sentido que a narrativa dos jovens professores, e, em particular, a sua narrativa biográfica, possa constituir um poderoso processo formativo porque os leva a posicionar-se perante os seus sistemas de concepções, atitudes e conhecimentos e perante o meio social e coletivo em que se desenvolvem profissionalmente.&#xD;
Através da formação inicial, os jovens, futuros professores de matemática, podem compreender que ensinar, ou ser um profissional do ensino, é bem mais do que uma questão de intuição, mais ou menos apoiada nas experiências de cada um, ou de senso comum. Ou seja, a formação inicial pode ser um tempo particularmente importante para que os jovens compreendam a relevância da reflexão e da formação no seu desenvolvimento profissional. Ora, nesta perspectiva, também parece ser evidente a importância das narrativas biográficas.&#xD;
Parece-me ainda interessante mencionar a relevância que, na formação inicial de professores, poderão assumir as suas experiências formativas, ou seja, aquelas experiências que estão normalmente na base das suas ações e decisões futuras, e das quais destaco aqui as seguintes: a) as experiências como aluno dos ensinos básico e secundário; b) as experiências obtidas no curso de formação inicial numa universidade ou numa instituição similar; e c) as experiências que ocorrem nos estágios pedagógicos, ainda enquadradas pelo contexto da formação inicial. O desenvolvimento das concepções e conhecimentos dos professores passa necessariamente pela qualidade e profundidade das reflexões que forem capazes de fazer acerca destas experiências. Repare-se que reviver as experiências enquanto aluno de uma escola do ensino básico e secundário, através da narrativa de natureza biográfica, pode desocultar acontecimentos, fases e pessoas críticas que se venham a revelar fundamentais para a compreensão de concepções e ações do presente.&#xD;
O trabalho que aqui apresento  é fundamentalmente uma síntese de artigos que escrevi em 1995, sem que eu, nesta altura, tenha feito qualquer alteração no seu conteúdo. Nestas condições, é importante que o leitor tenha em mente que, para além da introdução e da última seção, redigidas em 2009, tudo o resto é material reescrito dos referidos artigos, elaborados há cerca de 15 anos.</summary>
    <dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliar para melhorar as aprendizagens: Análise e discussão de algumas questões essenciais</title>
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      <name>Fernandes, Domingos</name>
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    <updated>2012-03-20T15:22:27Z</updated>
    <published>2011-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Avaliar para melhorar as aprendizagens: Análise e discussão de algumas questões essenciais
Authors: Fernandes, Domingos
Abstract: O principal propósito deste texto é contribuir para clarificar os significados de conceitos estruturantes no domínio da avaliação pedagógica, isto é, a avaliação que ocorre nas salas de aula e que é da integral responsabilidade dos professores. Partiu-se do elementar pressuposto de que compreender conceitos fundamentais de avaliação é uma condição necessária, ainda que não suficiente, para desenvolver práticas que ajudem os alunos a aprender melhor. Decidiu-se começar por discutir algumas questões críticas da avaliação, procurando desconstruir algumas conceções erróneas mais comuns. Em seguida, desenvolveu-se uma discussão destinada a clarificar e a relacionar os conceitos estruturantes de avaliação formativa e de avaliação sumativa, procurando retirar ilações para orientar a transformação e a melhoria das práticas. Trata-se de um texto que foi pensado para apoiar o esforço de todos os que estão empenhados em utilizar a avaliação como um poderoso processo pedagógico que, conforme demonstra a investigação realizada em muitas salas de aula, melhora substancialmente as aprendizagens dos alunos.</summary>
    <dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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