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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10451/2885</id>
  <updated>2013-05-23T20:02:26Z</updated>
  <dc:date>2013-05-23T20:02:26Z</dc:date>
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    <title>A Comunicação Científica e o Acesso Livre ao Conhecimento. Editorial</title>
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      <name>Gomes, Maria João</name>
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      <name>Costa, Fernando Albuquerque</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10451/5705</id>
    <updated>2012-03-22T14:51:51Z</updated>
    <published>2010-11-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A Comunicação Científica e o Acesso Livre ao Conhecimento. Editorial
Authors: Gomes, Maria João; Costa, Fernando Albuquerque
Abstract: Comemorou-se, entre os dias 18 e 24 de Outubro, a Semana Internacional do Acesso Livre, evento que vai já no quarto ano de  realização, e ao qual não poderíamos deixar de nos associarmos pelo  reconhecimento da importância deste movimento na disseminação,  visibilidade e acesso à produção académica e científica. Num tempo em &#xD;
que o conhecimento e a ciência constituem valores essenciais no  desenvolvimento das sociedades e em que as profundas crises económicas  e financeiras exigem uma crescente justificação dos fundos públicos  destinados à investigação, o Movimento do Acesso Livre assume crescente  importância, possibilitando não só um acesso gratuito, online, &#xD;
frequentemente acessível a nível mundial, aos resultados da investigação científica, mas também reforçando a intervenção dos investigadores e das  instituições na disseminação desse conhecimento, por vezes refém das  políticas editoriais de publicações científicas com carácter comercial. O  Acesso Livre tem o potencial de democratizar o acesso ao conhecimento,  permitindo maximizar os investimentos públicos em investigação científica  e contribuir para o próprio desenvolvimento da ciência ao facilitar o acesso  aos resultados da investigação e promovendo a visibilidade dos  investigadores/autores, criando condições para ao estabelecimento de contactos internacionais que poderão originar a partilha de experiências e  conhecimento e a constituições de parcerias e comunidades de investigadores.</summary>
    <dc:date>2010-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A Escola e a Agenda Digital Europeia. Editorial</title>
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      <name>Gomes, Maria João</name>
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      <name>Costa, Fernando Albuquerque</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10451/5558</id>
    <updated>2012-03-13T16:57:02Z</updated>
    <published>2010-05-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A Escola e a Agenda Digital Europeia. Editorial
Authors: Gomes, Maria João; Costa, Fernando Albuquerque
Abstract: Numa altura em que o apetrechamento das escolas portuguesas com recursos informáticos atingiu níveis mais consentâneos com a realidade social e a realidade do mundo empresarial, equiparando o nosso País a outros contextos economicamente mais ricos, onde os computadores já há alguns anos entraram de forma significativa nas escolas, ganham cada vez mais acuidade as questões relacionadas com o modo e os objectivos com que as tecnologias digitais são usadas e integradas na actividade regular da Escola e nomeadamente na dos seus principais intervenientes, alunos e professores.&#xD;
Embora os objectivos com que na escola os computadores são utilizados possam ser muito diferenciados e todos eles, naturalmente, defensáveis, parece não haver dúvidas que um denominador comum à utilização das ferramentas digitais é o de contribuir para a qualificação dos alunos, de forma a torná‐los capazes de poderem tirar partido do potencial que essas tecnologias encerram para melhorar a sua qualidade de vida enquanto cidadãos.  &#xD;
Parece ser essa, aliás, a ideia‐chave subjacente a um documento recentemente divulgado pela Comissão Europeia (“Uma Agenda Digital para a Europa”) que explicitamente visa “definir um roteiro que maximize o potencial social e económico das TIC, com destaque para a Internet”, entendidas como “um recurso fundamental da actividade económica e social: para os negócios, para o trabalho, para o lazer, para a comunicação e para a expressão livre das nossas ideias.”&#xD;
Constituindo como que o reafirmar de uma ideia desde há muito defendida de que é indispensável que a matriz da formação do cidadão europeu incorpore um conjunto de competências digitais sem as quais a Europa não conseguirá ser competitiva e líder, a “Agenda Digital Europeia” parece pretender ser sobretudo um documento de referência na área das TIC para os próximos anos, em resultado da análise articulada de diferentes relatórios e documentos que têm vindo a ser produzidos em contexto europeu e que incluem não apenas a análise dos indicadores sobre “competitividade em matéria digital”, mas também um olhar crítico sobre o caminho até agora realizado e a perspectiva dos diferentes stakeholders sobre as “prioridades futuras das TIC”.&#xD;
Apresentada como uma das sete iniciativas emblemáticas da estratégia “Europa 2020”, e com o objectivo explícito de “definir o papel que a utilização das tecnologias da informação e das comunicações (TIC) terá de desempenhar se a Europa quiser ver as suas ambições para 2020 coroadas de sucesso”, parece‐nos fazer sentido tentar perceber qual o papel que, é atribuído aos contextos de educação formal, ou seja, às instituições responsáveis pela educação e pela formação</summary>
    <dc:date>2010-05-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Auto-eficácia e satisfação profissional dos Professores: colocando os construtos em relação num grupo de professores do ensino básico e secundário</title>
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      <name>Pedro, Neuza</name>
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    <updated>2012-02-16T15:20:06Z</updated>
    <published>2011-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Auto-eficácia e satisfação profissional dos Professores: colocando os construtos em relação num grupo de professores do ensino básico e secundário
Authors: Pedro, Neuza
Abstract: O presente estudo pretendeu analisar os índices de auto-eficácia evidenciados pelos &#xD;
professores,  o nível de satisfação profissional  experienciado pelos docentes e  a associação &#xD;
entre os dois construtos psicológicos indicados, sentido de auto-eficácia e satisfação &#xD;
profissional. O estudo contou com a participação de 114 professores que responderam online &#xD;
aos instrumentos utilizados. Os resultados tendem a evidenciar que os professores inquiridos &#xD;
relevam  índices elevados de auto-eficácia, ainda que a sua percepção pessoal de eficácia se &#xD;
revele distinta em diferentes domínios da actividade docente. Em sentido oposto, concluiu-se &#xD;
que os professores evidenciam baixos níveis de satisfação profissional, sendo os valores &#xD;
registados indicativos de um forte sentimento de descontentamento profissional. Foram ainda &#xD;
encontradas correlações positivas e significativas entre o sentido de auto-eficácia e a satisfação &#xD;
profissional dos professores.; This study attempt to analyze teachers‟ self-efficacy beliefs, considering distinctly the &#xD;
different action domains that constitutes teachers activities; teachers‟ level of job satisfaction, &#xD;
as well as the factors responsible for the sense of satisfaction/dissatisfaction promoted by their &#xD;
jobs; the association between the two psychological constructs: sense of self-efficacy and job &#xD;
satisfaction. The study included 114 teachers that responded to two online questionnaires. The &#xD;
results showed that teachers exhibit high levels of self-efficacy, although their personal &#xD;
perception of efficacy reveals differences in the distinguished domains. In the opposite &#xD;
direction, results evidence that teachers tend to feel dissatisfied and discourage with teaching as &#xD;
a profession. It was also found positive and strong correlation between teacher self-efficacy &#xD;
and job satisfaction.</summary>
    <dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Adaptação para a língua portuguesa de um questionário sobre competências e atitudes relativas aos computadores e à Internet: relação, predição e diferença</title>
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      <name>Jorge, Idalina</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10451/5287</id>
    <updated>2012-02-15T18:13:25Z</updated>
    <published>2011-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Adaptação para a língua portuguesa de um questionário sobre competências e atitudes relativas aos computadores e à Internet: relação, predição e diferença
Authors: Jorge, Idalina
Abstract: Neste artigo referem-se os fundamentos e procedimentos adoptados para adaptar um questionário de atitudes face aos computadores e à Internet. A partir de um questionário concebido por Liaw (2002) em língua inglesa, utilizaram-se os procedimentos habituais na adaptação de um instrumento de medida já existente: tradução, adaptação para o idioma alvo e determinação das qualidades psicométricas, no que se refere a questões de validade e de precisão. A avaliação das competências e atitudes face aos computadores e à Internet é hoje considerada relevante na selecção e preparação dos recursos humanos e de estudantes em cursos a distância, de participantes em acções de formação que recorram às TIC como ferramenta de trabalho. Por isso, construir e/ou adaptar instrumentos que nos permitam medir com precisão estas dimensões, torna-se de crucial importância, uma vez que o recurso à Internet em situações de formação é cada vez mais frequente. Os resultados da aplicação da versão portuguesa indicam que existem diferenças significativas nas atitudes relacionadas com os computadores e a Internet em algumas variáveis demográficas, mas não em todas elas, que existe uma forte correlação entre as duas escalas de atitudes, relativas aos computadores e à Internet, que o tempo de utilização da Internet e o tempo de utilização de um processador de texto são as experiências com maior influência nas atitudes em relação aos computadores e à Internet e que quanto maior é a experiência, mais favoráveis são as atitudes.</summary>
    <dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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