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  <title>DSpace Community:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10451/3213</id>
  <updated>2013-05-23T04:03:00Z</updated>
  <dc:date>2013-05-23T04:03:00Z</dc:date>
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    <title>Outline of a social theory of rights: a neo-pragmatist approach</title>
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      <name>Silva, Filipe Carreira da, 1975-</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10451/8331</id>
    <updated>2013-04-17T15:16:40Z</updated>
    <published>2013-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Outline of a social theory of rights: a neo-pragmatist approach
Authors: Silva, Filipe Carreira da, 1975-
Abstract: This article articulates a neo-pragmatist theory of human rights by drawing and expanding upon the American classical pragmatism of G.H. Mead. It characterizes this neo-pragmatist theory of rights by its anti-foundationalist, relational, fictive, and constitutive nature, and begins by providing a reconstruction of Mead’s social pragmatist approach to rights, a contribution systematically ignored by contemporary sociologists of rights. Next, it details the cost of this disciplinary oblivion by examining how much neo-pragmatism, critical theory, and legal consciousness studies have meanwhile gained by engaging with Mead’s work on rights. Finally, it discusses the contributions of this historical-theoretical exercise to the rapidly growing sociology of rights, and shows that by supplementing the neo-Meadian approach with a recent interpretation of Hobbes’s fictional theory of politics, there appear to be substantive gains in the empirical study of the origins, consequences, meaning, and denial of rights.</summary>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Empregabilidade e ensino superior em Portugal</title>
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      <name>Cardoso, José Luís, 1956-</name>
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      <name>Escária, Vítor</name>
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      <name>Ferreira, Vítor Sérgio, 1970-</name>
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      <name>Madruga, Paulo</name>
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      <name>Raimundo, Alexandra</name>
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      <name>Varanda, Marta</name>
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    <updated>2013-03-05T16:39:39Z</updated>
    <published>2013-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Empregabilidade e ensino superior em Portugal
Authors: Cardoso, José Luís, 1956-; Escária, Vítor; Ferreira, Vítor Sérgio, 1970-; Madruga, Paulo; Raimundo, Alexandra; Varanda, Marta</summary>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Arte, espaço e cidade ou Kit Garden, de Joana Vasconcelos</title>
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      <name>Martinho, Teresa Duarte</name>
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    <updated>2013-03-01T16:22:39Z</updated>
    <published>2013-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Arte, espaço e cidade ou Kit Garden, de Joana Vasconcelos
Authors: Martinho, Teresa Duarte</summary>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Espectáculos com "gente real“</title>
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      <name>Madeira, Cláudia Maria Guerra, 1972-</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10451/7785</id>
    <updated>2013-02-18T18:45:46Z</updated>
    <published>2012-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Espectáculos com "gente real“
Authors: Madeira, Cláudia Maria Guerra, 1972-
Abstract: Hoje é frequente encontrarmos o próprio público com núcleo central de um espectáculo, não como receptor passivo, agente que assiste a uma obra/processo/mensagem pré-definida e que tem de a descodificar nos códigos próprios cunhados pelo artista, mas como agente activo, “colaborador”, “cocriador”, ou mesmo “conteúdo” desse mesmo espectáculo. O próprio espectador torna-se um meio para questionar e dar corpo a questões/ problemáticas do social. Esta “activação” do espectador no sentido da criação e participação no acto artístico ainda que não traduzindo uma dinâmica nova tem-se ampliado desde os anos 90 através de um contexto de maior “hibridação estrutural” (Pieterse) onde a esfera da arte se articula/mistura ou se dilui com as outras esferas do social. Essa dinâmica que no campo da crítica de arte tem vindo a ser definida como “retorno ao real” (Hal Foster), “ viragem para o social” (Claire Bishop), “estética relacional” (Nicolas Bourriaud) e que na filosofia tem vindo a ser problematizada por Jacques Ranciére através do conceito de “emancipação do espectador”, parece encontrar uma base analítica na “sociologia performativa” de Jeffrey Alexander. A partir desta perspectiva e tendo por base um conjunto de entrevistas efectuadas a artistas portugueses de diversas esferas do que pode ser denominado de uma” arte social” (uma arte implicada intencionalmente e performativamente no social) — desde a arte política, à arte pública, à arte género, à bio arte, à arte ambiental e à arte tecnológica—, procurar-se-á aqui analisar as representações sobre o conceito de participação, assim como as funções e problemáticas desta arte que se procura misturar com a vida.</summary>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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