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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10451/3270</id>
  <updated>2013-05-23T00:34:12Z</updated>
  <dc:date>2013-05-23T00:34:12Z</dc:date>
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    <title>Outline of a social theory of rights: a neo-pragmatist approach</title>
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      <name>Silva, Filipe Carreira da, 1975-</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10451/8331</id>
    <updated>2013-04-17T15:16:40Z</updated>
    <published>2013-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Outline of a social theory of rights: a neo-pragmatist approach
Authors: Silva, Filipe Carreira da, 1975-
Abstract: This article articulates a neo-pragmatist theory of human rights by drawing and expanding upon the American classical pragmatism of G.H. Mead. It characterizes this neo-pragmatist theory of rights by its anti-foundationalist, relational, fictive, and constitutive nature, and begins by providing a reconstruction of Mead’s social pragmatist approach to rights, a contribution systematically ignored by contemporary sociologists of rights. Next, it details the cost of this disciplinary oblivion by examining how much neo-pragmatism, critical theory, and legal consciousness studies have meanwhile gained by engaging with Mead’s work on rights. Finally, it discusses the contributions of this historical-theoretical exercise to the rapidly growing sociology of rights, and shows that by supplementing the neo-Meadian approach with a recent interpretation of Hobbes’s fictional theory of politics, there appear to be substantive gains in the empirical study of the origins, consequences, meaning, and denial of rights.</summary>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>The “return” of performance art from a glocal perspective</title>
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      <name>Madeira, Cláudia Maria Guerra, 1972-</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10451/7784</id>
    <updated>2013-02-18T18:17:21Z</updated>
    <published>2012-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: The “return” of performance art from a glocal perspective
Authors: Madeira, Cláudia Maria Guerra, 1972-
Abstract: Various authors have characterized the contemporary world through the notion of "structural hybridization" (Pieterse 2001; Canclini 2001, among others). This notion refers to the mixing of different times and spaces that gives rise to "spatiotemporal" hybrid configurations. One of the factors of this process is usually translated by the term "hybrid cycles" (Stross 1999), through which a new cycle recovers historical and social characteristics of previous cycles, sometimes distant in time. Through this theoretical framework, which combines concepts such as hybridity, cyclicality, mimesis, reflexivity and performativity, this paper intends to problematize issues such as the so-called "social turn" (Bishop 2006)or "return to the real" (Foster 2001) in art or, more generally, the "performative turn" (Alexander 2006), with the aim of analyzing the cyclical dynamic of performance (social) art (an art that relies on notions of participation and even performative intervention in a public space) from a global perspective – from Portugal to the world and vice versa.</summary>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Do público e do privado: uma perspectiva de género sobre uma dicotomia moderna</title>
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      <name>Aboim, Sofia, 1972-</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10451/7735</id>
    <updated>2013-02-14T12:22:36Z</updated>
    <published>2012-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Do público e do privado: uma perspectiva de género sobre uma dicotomia moderna
Authors: Aboim, Sofia, 1972-
Abstract: Neste texto propomos uma interpretação crítica da dicotomia histórica entre público e privado como dinâmica fundamental da modernidade. A partir de uma perspectiva de género, discutimos as fronteiras construídas entre espaço coletivo de cidadania e de sociabilidade e espaço individual de intimidade e desigualdade. Argumentamos a favor de uma relação de cumplicidade, ainda que tensa, entre as duas esferas, observando que a vida privada foi, em grande medida, moldada pelas mudanças operadas na vida pública. Recorrendo a diferentes definições de "público", notamos que, à medida que as sociabilidades tradicionais, essencialmente masculinas, estudadas entre outros por Ariès ou Sennett, sofriam uma erosão, crescia o sentimento de intimidade, aumentando igualmente a inclusão do privado no público através do alargamento da cidadania, em consequência das lutas travadas na esfera pública por vários movimentos de emancipação, como o operário ou o feminista. À medida que a pessoa era retirada da comunidade, do clã, do grupo de parentesco, em que eram "naturais" as desigualdades, no sentido aristotélico do termo, ia-se reencontrando progressivamente como indivíduo portador de cidadania. Se o espaço privado se tornou central na definição de uma identidade, ele é também crescentemente atravessado por mecanismos públicos de regulação. Nesse sentido, o movimento de ascensão do privado, que nas últimas décadas tem ocupado espaço de debate, deve ser cuidadosamente reinterpretado.</summary>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>O Fado dançado do Brasil: trânsitos culturais</title>
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      <name>Pais, José Machado, 1953-</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10451/6192</id>
    <updated>2012-05-02T09:36:07Z</updated>
    <published>2012-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: O Fado dançado do Brasil: trânsitos culturais
Authors: Pais, José Machado, 1953-
Abstract: Entre uma multiplicidade de possíveis filiações musicais e coreográficas, o lundu afrobrasileiro alcançou uma justificada relevância na história do fado, recentemente aprovado como Património Imaterial da Humanidade da Unesco. Nessa matriz,&#xD;
o fado dançado tinha marcas de uma grande sensualidade e, assim, surgiu nas tabernas e prostíbulos da Lisboa boémia de meados do século XIX. Ao aburguesarse – e, sobretudo, com o advento da ditadura salazarista (1926) –, o fado lisboeta deixou de ser dançado, perdendo uma boa parte da sua expressividade corporal. Porém, na Baixada Fluminense, ainda sobrevive um fado que remonta aos tempos da escravatura, dançado com palmas, sapateado, pandeiros e violas. Recorrendo a fontes históricas e etnográficas, o presente contributo questiona as práticas corporais associadas ao fado por referência aos seus contextos ideológicos.</summary>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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