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    <title>Adolf Hausmann: Ruckersdorf, 1858-Friedland, 1929</title>
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    <description>Title: Adolf Hausmann: Ruckersdorf, 1858-Friedland, 1929; o desenho e a atividade em Portugal de um artista austríaco
Authors: Franco, Luís Lyster, 1960-
Abstract: Em 1889, o artista austríaco formado em Viena, Adolf Hausmann veio para Portugal, contratado pelo Estado português, ensinar Desenho Ornamental nas Escolas de Desenho Industrial. Tendo iniciado a sua carreira docente em Torres Novas, ao fim de cinco anos foi transferido para Tomar e, em 1897 acabou por se radicar em Faro, cidade em que permaneceu até 1916. Nesse ano, em resultado da declaração de guerra da Alemanha a Portugal, Adolf Hausmann foi expulso fixando residência em Madrid. Após o armistício, Hausmann tentou infrutiferamente recuperar o seu antigo lugar, como docente em Faro, acabando por regressar à sua cidade natal, onde viria a falecer num hospício. Espírito marcadamente introvertido, este artista acabaria por dedicar a sua vida ao ensino do desenho, direcionando a sua obra para essa atividade. Desenhador esmerado e meticuloso, durante a sua passagem por Portugal foi registando em desenho variadíssimas vistas da nossa paisagem natural e urbana, bem como aspectos gerais, parciais e mesmo pormenores de alguns dos principais edifícios e monumentos das cidades por onde passou. Paralelamente legou-nos dezenas de desenhos, representando cenas do quotidiano. No seu conjunto, as centenas de desenhos inéditos agora estudados, e pertencentes a uma coleção privada, podem ser considerados preciosos para a reconstituição histórica do nosso património material e imaterial. O estudo de desenhos exige o seu manuseamento pelo que, é sempre pertinente a análise do seu estado de conservação e medidas de conservação preventiva. Gustav Klimt, hoje considerado um dos pintores europeus mais importantes da Arte Nova, conviveu durante sete anos com Adolf Hausmann, na Escola de Artes Decorativas de Viena. Fruto desse relacionamento Hausmann guardou três desenhos realizados pelo seu condiscípulo, que agora são estudados e apresentados pela primeira vez; In 1889, the Austrian artist and Vienna graduate Adolf Hausmann was hired by the Portuguese government to teach Ornamental Drawing in the Industrial Drawing Schools. After teaching in Torres Novas for five years, he was transferred to Tomar, finally settling in Faro in 1897, where he stayed until 1916. In that year, Germany declared war on Portugal and Adolf Hausmann was expelled and moved to Madrid. After the armistice Hausmann failed to regain his old teaching post in Faro, and had to return to his native town in Austria where he died in a hospice. Being of an introvert nature, the artist dedicated his life to the teaching of drawing, which was also the main focus of his work. He was accurate and meticulous, and, while in Portugal, he drew numerous country and urban landscapes as well as different perspectives of the main buildings and monuments of the cities he lived in. He also drew dozens of scenes of everyday life. The subject of this study is a large previously unknown collection of such drawings, which are of great value in the recovery of our historical heritage. The study of drawings requires handling so it is necessary to analyze and preserve their state of conservation. For seven years, Adolf Hausmann and Gustav Klimt, one of the more important Art Nouveau painters, were fellow students at the Vienna Decorative Arts School. From that acquaintance, Hausmann kept three Klimt drawings which will now be shown and studied for the first time.
Description: Tese de doutoramento, Belas-Artes (Desenho), Universidade de Lisboa, Faculdade de Belas-Artes, 2013</description>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/8412">
    <title>Da semelhança no desenho</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/8412</link>
    <description>Title: Da semelhança no desenho; representação e dispositivos ópticos em imagens desenhadas
Authors: Marcelino, Américo, 1969-
Abstract: Partindo da ideia enraizada da semelhança como critério de figuração, recupera-se o debate entre o que há de convencional, de natural, de inato e de cultural nas representações tendo como eixo director o desenho enquanto disciplina primordial nas artes visuais. O estudo centra-se nos paradigmas da figuração e de semelhança que têm vigorado na tradição pictórica ocidental, sobretudo balizados entre dois marcos históricos fundamentais: da invenção da perspectiva à invenção da fotografia. O enfoque explora com particular relevância as relações entre a praxis do desenho e os modelos de representação assentes na ideia seminal de projecção. Destaca-se o arquétipo da imagem projectada, consubstanciada nas visões da perspectiva e da óptica, pela sua relevância enquanto paradigma de representação que acabaria por vigorar na nossa cultura visual. Neste contexto, elege-se a relação entre desenho e dispositivos ópticos, nomeadamente a câmara obscura e a câmara lúcida, enquanto modelo paradigmático do desejo de verosimilhança, legitimada pela ideia neutral de “olho artificial”. A investigação das ligações entre arte e óptica passa em revista certos aspectos do debate levantado por David Hockney (2001), discutindo e sublinhando pontos ainda não explorados. Abordando as questões da vista e do retratar, os dois casos de estudo de fundo, centrados nos desenhos de Antonio Canaletto e de Jean-Auguste-Dominique Ingres, são sintomáticos das flutuações da semelhança entre aquilo que designamos por “visão objectiva” e “olhar subjectivo”. Do confronto entre conceitos de ponto de vista, conformidade, precisão ou invenção, consequentes da relação entre imagem óptica e desenho de observação, a tese procura demonstrar a relatividade e os paradoxos da semelhança na representação, nas suas dimensões de verdade, credibilidade, fidelidade, ilusão, imitação, informação ou inculcação. Este confronto é explorado com o complemento de trabalho prático aplicado no desenho com dispositivos ópticos, disponibilizando dados de pesquisa originais e material de reflexão inédito; Starting from the deep-rooted idea of resemblance as a criterion for the figure, we recall the debate between what is conventional, natural, innate and cultural in representations, taking drawing as a primary discipline in the visual arts. The study focuses on the paradigms of figuration and likeness that have prevailed in the Western pictorial tradition, particularly marked out between two key milestones: from the invention of perspective to the invention of photography. The approach exploits with particular relevance the relations between the praxis of drawing and the models of depiction based on the seminal idea of projection. We emphasize the archetype of the projected image, embodied in the views of perspective and optics, as a relevant paradigm of representation witch becomes a standard in our visual culture. In this frame view, we elect the relationship between drawing and optical devices, specifically the camera obscura and the camera lucida, as paradigmatic models for the ambition of verisimilitude, legitimized by the idea of a neutral "artificial eye". Research on the basis of art and optics review certain aspects of the debate raised by David Hockney (2001), discussing and highlighting some cases that have not yet been explored. Putting in question the subject of view and portraiture, the two main case studies, focused on the drawings of Antonio Canaletto and Jean-Auguste-Dominique Ingres, are symptomatic of the balance on the similarity between what we call "objective view" and "subjective look." From the confrontation between the possible concepts of conformity, point of view, accuracy or invention, arising from the relationship between optical image and drawing from observation, the thesis seeks to demonstrate the paradoxes and the relativity of similarity in depiction, in its dimensions of truth, credibility, fidelity, imitation, illusion, information or inculcation. This confrontation is explored with the complement of a practical fieldwork applied in the drawing with optical devices, providing original research data and new material for reflection
Description: Tese de doutoramento, Belas-Artes (Desenho), Universidade de Lisboa, Faculdade de Belas-Artes, 2012</description>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/8277">
    <title>Desenho romântico português</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/8277</link>
    <description>Title: Desenho romântico português
Authors: Duarte, Eduardo, 1966-
Abstract: Cette thèse de doctorat s’occupe de quelques problématiques concernant le dessin romantique portugais, dont les artistes les plus emblématiques se rassemblent dans le tableau Cinq artistes à Sintra (1855). Ainsi, le début du parcours de la thèse, comme s’il s’agissait d’une espèce de grand tour du XIXe siècle, a lieu dans un des endroits les plus symboliques du romantisme européen, la ville et la montagne de Sintra, création remarquable de lord Byron, qui a été au Portugal pendant quelques jours, en 1909. Désormais, de nombreux écrivains, poètes et voyageurs, étrangers et portugais, s’y réfèrent. Le tableau des cinq artistes évoque le plus pur et le plus parfait romantisme, hanté par la voix de l’auteur du Child  Harold’s Pilgrimage. Les cinq artistes qu’on distingue dans cette toile – manifeste plastique du romantisme portugais -, Tomás de Anunciação, Francisco Metrass, Vítor Bastos, José Rodrigues et Cristino da Silva, sont en train de dessiner et de peindre le paysage. On fait, donc, l’éloge au dessin de ces créateurs. Ceux-ci ont fait partie du groupe fondateur de notre romantisme et ils ont été les premiers élèves de l’Académie de Beaux-Arts de Lisbonne, fondée en 1836. Ce travail se consacre à la problématique de l’historiographie de l’art romantique portugais, à la théorie du dessin au XIXe siècle et au dessin de ces artistes et d’autres qui ont fréquenté la même académie: des thèmes, des aspects esthétiques et techniques et leur divulgation. On a étudié aussi les dessins des professeurs de ces artistes, encore prisonniers du néoclassicisme et du baroque, afin de les comparer. En plus, on a exploré les textes sur l’art, l’esthétique et même le design du roi Pierre V, considéré un des personnages romantiques les plus importants du Portugal. Finalement, on a analysé les dessins des frères de ce roi, les enfants de la reine Marie II et du roi Ferdinand de Saxe-Coburg-Gotha
Description: Tese de doutoramento em História da Arte, apresentada á Universidade de Lisboa, através da Faculdade de Belas Artes, 2007; 1º Vol.:[9], IV,319 f. ; 2º Vol.:[6]. f. 320-701 ; 3º Vol.: Documentos, imagens, fichas de desenho. - pag. var. ; 4º Vol.: Fichas de desenho. - pag. var; Apenas o volume 1 e 2 está disponível no Repoistório UL, os volumes 3 e 4 apenas serão consultáveis na Biblioteca da FBAUL por questões de Direitos</description>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Artista xamã nas artes plásticas:uma experiência xamânica e ecológica na arte contemporânea</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/8011</link>
    <description>Title: Artista xamã nas artes plásticas:uma experiência xamânica e ecológica na arte contemporânea
Authors: Vilhena, Joana da Cunha e Costa Consiglieri de, 1972-
Abstract: A presente tese debruça-se sobre uma reflexão sobre um espírito xamânico e ecológico na Arte, através do qual se procura na humanidade e na natureza a essência para além da aparência, como um ato ético perante o mundo. Para tal, é percorrido um caminho que se inicia no Romantismo e termina na Arte Contemporânea, seguindo uma variedade de leituras, desde a ontológica à pragmática cultural, considerando as suas deambulações e caminhadas, além de outras experiências “cósmicas” in situ. Numa perspetiva atual, tal pensamento está espelhado nos artistas e pensadores de várias épocas, que demonstraram uma atitude de “artista xamã”, num sentido mais universal, abarcando o artista antropológico, cosmic transformer e transformer, ou que se identificaram com o próprio xamã, ao revelarem a essência e a relação que o povo indígena tem com o “lugar-natural”. Os Românticos são estudados nas suas particularidades, tanto pela sua visão trágica da natureza, como pela sua visão ecológica e cosmológica. Dentro desta linha trágica, apresenta-se a leitura antropológica do teatro e as reações pessimistas que foram desenvolvidas e projetadas no pensamento das artes plásticas. Kandinsky e Joseph Beuys são considerados “artistas xamãs”, num estudo mais incisivo, por serem ambos notáveis pela transposição da figura e do mundo do xamã para as artes. Kandinsky, por relacionar a arte modernista com a música dos xamãs, e Beuys, por interligar as ações “transformativas” contemporâneas com a figura do xamã. Dando continuidade à assunção de um espírito xamânico, surge uma nova linha de transformers, razão pela qual estudamos alguns artistas, os mais representativos pelas suas intervenções na paisagem: Hamish Fulton, Nikolaus Lang e Chris Drury, a título de exemplo. É também no desenvolvimento destas intervenções que se destacam os “escultores do cosmos”, por assumirem o “lugar” enquanto visão antropológica. Quanto aos artistas portugueses, salientamos as nuances de transformers, enquanto cósmicos e conceptuais, de Alberto Carneiro, Graça Pereira Coutinho, Cristina Ataíde, Francisco Tropa e Rui Chafes, bem como o paradigma do “lugar-natural” português, apresentado pela “escultora do cosmos” Clara Menéres.; This thesis deals with the "shamanic and ecological spirit" in Art, seeking within Humanity and Nature the essence beyond appearances, as an ethical act vis-a-vis the world, from the Romantic era up until the Contemporary Art period, offering ontological and cultural pragmatics readings through its ramblings and perambulations, as well as other in situ "cosmic" experiments. With a contemporary perspective, it reverberates artists and thinkers from different eras giving the "shaman artist" a more universal sense, encompassing the anthropological artist, the "cosmic transformer" and "transformer", and the shaman proper, when he reveals the essence and the relationship that links the indigenous people to the "natural place". The Romantics' peculiarities are studied for their tragic approach to Nature as well as their ecological and cosmological vision. In line with this tragic parentage, we present the anthropological reading of the theatre and the pessimistic reactions that derived from it and were projected onto the Visual Arts' thought. In a more keen study, Kandinsky and Joseph Beuys are both considered "shaman artists" for their remarkable transfer of the figure and world of the shaman into the scope of Art. The former by relating modernist art to the music of the shamans, and the latter by connecting contemporary "transformative" actions to the figure of the shaman. We also present a new lineage of "transformers", studying some artists notable by their landscape interventions: e.g. Hamish Fulton, Nikolaus Lang and Chris Drury. followed by the "cosmic sculptors" and their anthropological approach to "place". Finally, we focus on the cosmic and conceptual nuances of Portuguese "transformers" such as Alberto Carneiro, Graça Pereira Coutinho, Cristina Ataíde, Francisco Tropa and Rui Chafes, and on the paradigm of the Portuguese natural place presented by the "cosmic sculptor" Clara Menéres.
Description: Tese de doutoramento, Belas-Artes (Ciências da Arte), Universidade de Lisboa, Faculdade de Belas-Artes, 2013</description>
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