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    <title>DSpace Collection:</title>
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    <dc:date>2013-05-23T23:04:41Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/4193">
    <title>Estratégias de Elaboração da Ansiedade nas Respostas Sequências de Cenas na Prova Projectiva para Crianças “Era uma vez...”</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/4193</link>
    <description>Title: Estratégias de Elaboração da Ansiedade nas Respostas Sequências de Cenas na Prova Projectiva para Crianças “Era uma vez...”
Authors: Pires, Rute; Fagulha, Teresa
Abstract: Procedeu-se à validação de quatro modalidades de elaboração da ansiedade identificadas nas sequências de cenas organizadas para dar continuidade às histórias dos cartões da Prova "Era uma vez...". Definiu-se uma modalidade que traduz o não reconhecimento da ansiedade – Negação – e três modalidades em que este afecto é reconhecido: a Estratégia Adaptativa Operacional e a Estratégia com Equilibração Emocional correspondem a duas formas adaptativas, mas distintas, de elaborar a ansiedade; a Impossibilidade traduz o insucesso na elaboração adaptativa da ansiedade.&#xD;
Procedeu-se à descrição das modalidades mais utilizadas em cada cartão da prova e ao estudo da sua evolução, dos 6 aos 10 anos, numa amostra de 100 crianças sem perturbação emocional identificada. A hipótese de que, com o desenvolvimento, a frequência de utilização das estratégias adaptativas aumenta e as frequências de utilização da  Impossibilidade e da Negação diminuem, foi confirmada. Procedeu-se à descrição destas modalidades numa amostra de 30 crianças, dos 6 aos 10 anos, com perturbação emocional identificada. Previa-se que estas crianças utilizassem um maior número de estratégias Negação e Impossibilidade, em relação às crianças sem perturbação emocional identificada e, simultaneamente, um menor número de estratégias adaptativas. A comparação entre os resultados obtidos nos dois grupos não apresenta diferenças significativas.; We proceed to the identification of four anxiety elaboration strategies in the responses sequences of scenes in the “Once-upon-a-time…” test. A strategy which corresponds to the denial of the anxiety – Denial –, two strategies which represent different means of positive dealing with anxiety – Operational Adaptative Strategy and Emotional Equilibration Strategy –, and a fourth strategy which represents the failure of the elaboration of this emotion – Impossibility – were conceived.&#xD;
In a sample of 100 children, with ages ranging from six to ten years, without psychological difficulties, the evolution of the strategies was studied according to their age and expressiveness in each card of the "Once-upon-a-time…" test. The process of growing implies an increase of the adaptative strategies – Operational Adaptative Strategy and Emotional Equilibration Strategy – and a decrease of the Denial and Impossibility. These findings were expected in theory and support the validation of the strategies that have been conceived. Comparing these results with those of a sample of 30 children, six to ten years old, with psychological difficulties, it was expected that, in this latter group, the adaptative strategies would be lower and the Denial and Impossibility would be higher. There aren’t meaningful differences between the results of the two groups.</description>
    <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/2754">
    <title>Em busca de uma nova musa que cruze Arte, Ciência e Tecnologia</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/2754</link>
    <description>Title: Em busca de uma nova musa que cruze Arte, Ciência e Tecnologia
Authors: Bahia, Sara
Abstract: Com a Antiguidade herdámos a metáfora de Mnemosine, amante de Zeus, deusa da memória e mãe das musas inspiradoras que presidiam às Ciências e às Artes. Com a História e os relatos biográficos de grandes inventores compreendemos que muitas das grandes criações nos domínios da Ciência, da Tecnologia e da Arte foram fortemente inspiradas por imagens inovadoras. Findo o século das grandes transformações tecnológicas e, consequentemente, sociais, percebemos a premência do alerta de Einstein sobre a necessidade de trabalhar criativamente novas soluções para os graves problemas que afligem o mundo. Da investigação actual nos domínios da Psicologia e da Educação sabemos que é possível cruzar criativamente os vários domínios do conhecimento.&#xD;
Por isso, há dois anos que a Delegação de Lisboa da ANEIS (Associação Nacional para o Estudo e Intervenção na Sobredotação) procura enriquecer o saber compreender, interpretar, expressar e criar através do Programa «A Pirâmide» cujo objectivo primordial se centra em torno da questão do saber ver os múltiplos olhares sobre o conhecimento. Olhar com sabedoria a Cidade ou os Povos Diferentes implica conhecer os seus aspectos culturais, históricos, científicos, tecnológicos e também quotidianos, bem como expressar em produtos criativos artísticos, científicos e tecnológicos aquilo que os 18 participantes com características de sobredotação foram descobrindo ao longo das várias sessões.</description>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/2731">
    <title>Olhares múltiplos sobre inteligência(s): como enriquecem o desenvolvimento?</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/2731</link>
    <description>Title: Olhares múltiplos sobre inteligência(s): como enriquecem o desenvolvimento?
Authors: Bahia, Sara
Abstract: Os Programas de Enriquecimento para crianças com características de sobredotação têm como base quadros de referência teóricos diversos, controversos ou mesmo contraditórios. Mais concretamente, a maior parte dos programas assenta em duas perspectivas diferentes sobre a estrutura da inteligência: uma que defende a existência de uma inteligência geral e outra que defende a existência de inteligências múltiplas. Sem entrar em grandes detalhes descritivos sobre a cronologia dos avanços no conhecimento da inteligência, propõe-se uma panorâmica sobre estas duas concepções, mostrando como cada uma pode intervir no enriquecimento da sobredotação e clarificando os limites de uma e de outra concepção.</description>
    <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/2730">
    <title>Da educação à arte e à criatividade</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/2730</link>
    <description>Title: Da educação à arte e à criatividade
Authors: Bahia, Sara
Abstract: A ideia secular da arte pela arte parece ainda não ter chegado à educação de hoje. Ao falarmos em educação pela arte estamos a relevar a própria arte para um segundo plano e a veicular a ideia de que arte pode ajudar à compreensão de matérias mais “nobres” nomeadamente no domínio da ciência e da tecnologia. &#xD;
A tónica deverá ser colocada no conceito de educar para a arte, ou seja, de educar a/com/com a arte. Após mais de um século de banalização da arte, as pessoas fruem cada vez menos desta tão importante componente da vida da humanidade. É importante que se eduque a sensibilidade artística de forma a poder promover a criatividade, a “irmã pobre” da inteligência, conceito que dominou a discussão em torno da Psicologia e da Educação no século XX, e consequentemente valorizar a produção e não só a reprodução do conhecimento.</description>
    <dc:date>2002-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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