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    <title>DSpace Community:</title>
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    <dc:date>2013-05-24T23:01:14Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/7405">
    <title>Os Professores do Ensino Secundário e os Rankings Escolares: Reflexos da Reflexividade Mediatizada</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/7405</link>
    <description>Title: Os Professores do Ensino Secundário e os Rankings Escolares: Reflexos da Reflexividade Mediatizada
Authors: Melo, Benedita Portugal e
Abstract: Procurámos, compreender, nesta investigação, em que medida o jornal Público – media de referência no campo da imprensa escrita portuguesa – poderá potenciar a reflexividade dos actores sociais. Ao detectarmos, através da análise de conteúdo, em que condições e em que termos se produziu a reflexividade escrita sobre os rankings escolares publicada naquele diário, ao longo dos anos 2001, 2002 e 2003, concluímos que este media, por força do efeito de agenda-setting, potencia mas, simultaneamente, condiciona o tipo de reflexividade que mediatiza. Concluímos, também, que os fabricantes de opinião – na sua grande maioria, indivíduos detentores de elevados capitais culturais e sociais - que participaram no mencionado debate veicularam predominantemente uma reflexividade simbólico-ideológica. Constituiu, nossa intenção, por outro lado, compreender os efeitos da publicação destes rankings nas práticas lectivas e organizacionais dos professores do ensino secundário que leccionam o 12º ano de escolaridade. A pesquisa realizada através de inquéritos por questionário permitiu-nos verificar que os docentes perspectivam de modo bastante diferenciado entre si a existência dos rankings escolares. A credibilidade atribuída aos critérios de elaboração dos rankings parece ser a variável mais importante para justificar a variação da importância que lhes é conferida por parte da classe docente. Apesar de alguns professores inquiridos terem revelado que a publicação dos rankings originou, nas suas escolas, a tomada de medidas específicas para se melhorarem os resultados dos exames de 12º ano, os dados obtidos nesta investigação revelam que os efeitos reflexivos dos rankings são mais compósitos e pontuais do que lineares e gerais.</description>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/7367">
    <title>Representations of secondary education teachers regarding school rankings – notes of an empirical research</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/7367</link>
    <description>Title: Representations of secondary education teachers regarding school rankings – notes of an empirical research
Authors: Melo, M. Benedita Portugal e
Abstract: Confrontados com a necessidade de desenvolverem plenamente os estudantes num mundo social e profissional fortemente hierarquizado e dominado pela ideia de “performance”, os docentes do ensino secundário têm de gerir diariamente várias imposições contraditórias: por um lado, promover o desenvolvimento integral dos discentes, dado que esta norma oficial é dirigida a todos os professores, independentemente dos ciclos de escolaridade que leccionam; por outro, avaliar «objectivamente» os estudantes através dos testes e provas escolares. A existência de exames nacionais e de rankings escolares que publicamente dão a conhecer a diferença entre a classificação final atribuída pelo professor no final do ano lectivo e a classificação final obtida pelo aluno no exame nacional de 12º ano, poderá ter originado uma concentração das práticas docentes naqueles dispositivos de avaliação e uma alteração nas suas percepções de justiça escolar. A partir dos resultados obtidos através da aplicação de um inquérito por questionário a 85 docentes do 12º ano de seis escolas secundárias portuguesas analisa-se, neste artigo, as representações dos professores relativamente ao papel da escola e em que medida direccionam os seus investimentos pedagógicos apenas para as dimensões cognitivas do trabalho escolar em detrimento das tarefas que visam incutir nos estudantes competências sociais e afectivas, desde que os rankings escolares passaram a ser publicados.</description>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/7365">
    <title>Os circuitos da reflexividade mediatizada: apresentação de dados preliminares</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/7365</link>
    <description>Title: Os circuitos da reflexividade mediatizada: apresentação de dados preliminares
Authors: Melo, M. Benedita Portugal e
Abstract: Neste artigo analisa-se qual foi a importância que o jornal Público atribuiu à questão da avaliação do ensino e à publicação dos rankings escolares relativamente ao total de notícias que publicou sobre a educação no ano 2001, período em que, pela primeira vez em Portugal, foram divulgadas, por acção deste diário, as classificações dos exames nacionais do 12º ano sob a forma de um ranking. A partir da análise de conteúdo realizada a todos os artigos de opinião e cartas ao director subordinadas ao tema educação publicadas ao longo daquele ano neste diário, identifica-se quem participou no processo de construção de opiniões sobre a educação no espaço público do Público, sustentando-se a hipótese de que o espaço mediático encontra-se dominado por um conjunto específico de agentes que, por possuírem fortes volumes de capitais escolares e culturais e por saberem comunicar através da comunicação social, conseguem criar correntes de opinião que vulgarmente são designadas como opinião pública. Demonstra-se, para além disso, como os efeitos cognitivos dos meios de comunicação social, denominados como agenda-setting, condicionaram os processos de reflexividade mediatizados que foram produzidos a respeito da educação no interior do Jornal. Por fim, equaciona-se em que medida é que o próprio Público, ao construir de uma determinada forma a sua agenda sobre educação, orientou as opiniões dos públicos para as questões da avaliação da qualidade do ensino e para a divulgação dos rankings escolares.</description>
    <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/6588">
    <title>Elementos sócio-escolares do autoconceito profissional dos professores</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/6588</link>
    <description>Title: Elementos sócio-escolares do autoconceito profissional dos professores
Authors: Roque, Paula; Veiga, Feliciano
Abstract: Atendendo à importância que o autoconceito profissional dos professores poderá&#xD;
ter para a sua integração na escola e na sociedade, realizou-se um estudo cujo objectivo foi a análise das representações dos professores acerca de si mesmos enquanto profissionais da&#xD;
educação. Utilizou-se, para este estudo, uma amostra de 342 professores de ambos os sexos,&#xD;
de escolas pertencentes aos distritos de Lisboa, do Centro e do Sul do país. Utilizou-se como instrumento de avaliação a “Escala de Autoconceito Profissional dos Professores&#xD;
(EAPP)”, composta por 36 itens distribuídos por 4 factores distintos: cuidado na relação&#xD;
interpessoal, segurança em contexto laboral, cooperatividade, e reconhecimento laboral. O&#xD;
objectivo desta investigação levou às seguintes questões de estudo: Será que existem&#xD;
diferenças significativas no autoconcei o dos professores em função da satisfação&#xD;
profissional? Como se correlacionam os resultados entre cada uma das dimensões do&#xD;
autoconceito profissional e cada uma das seguintes variáveis: mal-estar docente,&#xD;
envolvimento na promoção dos alunos e competências para lidar com a indisciplina? A&#xD;
análise dos resultados permitiu encontrar relações significativas entre o autoconceito e as variáveis referidas, na generalidade dos casos considerados. Verificou-se que todas as dimensões do autoconceito se correlacionam significativamente com as variáveis envolvimento na promoção dos alunos e competências para lidar com a indisciplina.
Description: Este artigo baseia-se numa parte do estudo empírico realizado para a obtenção do grau de Mestre do primeiro autor, cuja dissertação foi apresentada no Departamento de Educação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, com o título Autoconceito profissional dos professores, tendo a orientação do segundo autor.</description>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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