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    <title>DSpace Collection:</title>
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    <dc:date>2013-05-09T19:29:13Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/7203">
    <title>Estudos comparados em História da Educação Colonial: Algumas considerações sobre a comparação no espaço de língua portuguesa</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/7203</link>
    <description>Title: Estudos comparados em História da Educação Colonial: Algumas considerações sobre a comparação no espaço de língua portuguesa
Authors: Madeira, Ana Isabel
Abstract: Este trabalho constitui uma reflexão sobre as condições teóricas e metodológicas que se colocam à investigação em educação colonial, duplamente referidos à história da educação e à educação comparada, num mesmo espaço linguístico. Recupera da agenda de trabalho de ambos os campos disciplinares os contributos que permitem converter o olhar eurocentrado e autoreferenciado da investigação comparada em educação num conjunto de propostas capazes de integrar as experiências, os sentidos e as sensibilidades do outro num mesmo plano de análise. A reflexão tem por finalidade sugerir caminhos para identificar novos problemas de investigação integrando metodologias comparadas na análise do colonialismo, segundo uma perspectiva cultural. Ela propõe‐se, igualmente, sugerir uma tematização dos discursos sobre a educação — modelos pedagógicos, mecanismos de socialização, construção do aluno, formação das identidades, disciplinas e currículo, temporalidades escolares, etc. — em torno de uma mesma questão empírica, isto é, a da escola em contexto colonial.</description>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/5786">
    <title>A Instituição Escolar como Objecto Historiográfico. Considerações a propósito do Colégio Campos Monteiro, em Moncorvo</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/5786</link>
    <description>Title: A Instituição Escolar como Objecto Historiográfico. Considerações a propósito do Colégio Campos Monteiro, em Moncorvo
Authors: Magalhães, Justino
Abstract: As instituições educativas são complexidades que assumem a natureza de organismos em transformação e evolução. É possível construir uma história institucional, sobre o pedagógico, o social, o cultural, o educacional deste Colégio que existiu em Moncorvo por meados do século XX.</description>
    <dc:date>2007-10-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>O Local e a Educação: para a História do Município Pedagógico</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/5045</link>
    <description>Title: O Local e a Educação: para a História do Município Pedagógico
Authors: Magalhães, Justino
Abstract: Traça-se um quadro evolutivo da legislação e da realidade escolar portuguesas, tomando como principal referência o Poder Local e muito particularmente o Município. Problematiza-se e documenta-se o conceito de Município Pedagógico.</description>
    <dc:date>2006-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/4821">
    <title>Eu pedagogo me confesso. Diálogos com Rui Grácio</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/4821</link>
    <description>Title: Eu pedagogo me confesso. Diálogos com Rui Grácio
Authors: Nóvoa, António, 1954-
Abstract: Este artigo organiza-se de forma pouco habitual. A primeira parte tem como lema a frase de Rui Grácio: “A minha perspectiva é a de um pedagogo”. Procura-se interpretar o sentido desta afirmação, esboçando um perfil de pedagogo, analisando o desprestígio passado e presente das ciências da educação e elucidando alguns dos debates recentes sobre a escola. A segunda parte é constituída por uma antologia de textos de Rui Grácio, feita a partir da sua Obra Completa, publicada em três volumes pela Fundação Calouste Gulbenkian. Os trechos seleccionados são antecedidos por excertos de artigos publicados nos jornais portugueses nos últimos anos (retirei os nomes dos “comentaristas”, uma vez que se trata de colagens com distintas proveniências e o meu objectivo é apenas acentuar a banalidade da voz corrente sobre os assuntos educativos). O que surpreende neste exercício não é o seu carácter anacrónico, como seria de esperar ao colocar um autor a responder em 1950 ou 1960 a problemas levantados nos dias de hoje, mas justamente o seu carácter crónico, isto é, a permanência no tempo das mesmas questões e interrogações. Este artigo não é sobre Rui Grácio. É antes um modo de pôr o seu pensamento ao serviço de uma certa ideia de escola e de pedagogia. Para quem fez da sua vida um compromisso de intervenção cívica, esta é, talvez, uma das melhores homenagens que lhe podemos prestar.</description>
    <dc:date>2001-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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