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    <title>DSpace Collection:</title>
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    <dc:date>2013-05-23T23:18:17Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/7207">
    <title>O Campo da Educação Comparada: Do simbolismo fundacional à renovação das lógicas de investigação</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/7207</link>
    <description>Title: O Campo da Educação Comparada: Do simbolismo fundacional à renovação das lógicas de investigação
Authors: Madeira, Ana Isabel
Abstract: Este trabalho constitui uma reflexão sobre as condições teóricas e metodológicas de renovação do campo da educação comparada. O texto aborda a questão da consagração epistemológica das ciências da educação, articulando-a a diferentes lógicas: projectos pedagógicos, racionalidades científicas, modelos de organização social e dinâmicas políticas. No ponto relativo ao quadro de emergência da educação comparada, a discussão centra-se na emergência de campos de especialização derivados, analisando a questão da diferenciação funcional entre pedagogia e ciência da educação para analisar o contexto de emergência do cânone comparativo, polarizado entre uma concepção praxeológica e outra, axiológica, da produção de conhecimentos. Serve esta reflexão para analisar os prolongamentos no espaço “interno” da disciplina, a relação entre estilos cognitivos e racionalidades de governo, no sentido de compreender os seus desenvolvimentos e identificar as suas possibilidades de renovação. Estabelecida a ligação entre as primeiras etapas da constituição do campo e o interesse renovado pelos estudos comparados na actualidade, encontramos elementos para um reencontro da comparação com a história, cruzamento com implicações fortes para o desenvolvimento de estudos em história da educação colonial. Discute-se, a esse respeito, uma articulação do trabalho de comparação com os processos educativos que se desenvolvem em diferentes espaços-tempos do universo lusófono. Esta contextualização tem por finalidade sugerir caminhos para identificar novos problemas de investigação integrando as metodologias comparadas na análise do colonialismo cultural.</description>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/7155">
    <title>Comparing Colonial Education Discourses in the French and Portuguese African Empires: An Essay in Hybridization</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/7155</link>
    <description>Title: Comparing Colonial Education Discourses in the French and Portuguese African Empires: An Essay in Hybridization
Authors: Madeira, Ana Isabel
Abstract: This essay proposes to go beyond a “traditional” vision of educational change, i.e. a concept based on the analysis of influences, forces or relations of cause-effect about the political aspect of education. In contrast with the perspectives, which consider the colonies as homogenous cultural identities, as extensions of the metropolitan ideas and practices, we tend to emphasise the symbiotic relations, which developed between the Empires and the metropolis. This position contradicts a representation of colonialism as a coherent and consistent process and defines the colonial scenario as a context of conflict between colonizers and colonised, in which the ideas and practices about the processes associated to the civilisation of Africans are open to negotiation and restructuring of different kind. This methodological choice aims at exploring two possibilities, which have been of interest to the scientific community within the frame of historical-comparative research in education. On the one hand, to analyse the lack of continuities between the official ideological concepts about education (incorporated in the discourses which originated in the metropolis or even locally) and the strategies of school expansion put in practice in the colonial contexts; on the other hand, to map the circulation of discourses about education at the level of colonial peripheries, highlighting the processes of transfer and of selective taking up which go across the colonies themselves. The chapter centres, firstly, on the discussion of systems of government and educational policies and, secondly, on educational rhetoric and the construction of the Empire in Portugal and France.</description>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/6348">
    <title>A organização do espaço nas primeiras escolas graduadas (décadas de 1870-1880)</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/6348</link>
    <description>Title: A organização do espaço nas primeiras escolas graduadas (décadas de 1870-1880)
Authors: Silva, Carlos Manique da
Abstract: A consolidação da escola graduada no último terço do século XIX trouxe para a ordem do dia os principais problemas da organização escolar. Entre eles, o da configuração do espaço escolar. O que se procura, no fundamental, para as décadas de 1870-1880, é perceber de que forma o novo modelo organizacional afetou a conceção do espaço escolar. A análise de dois projetos de escolas graduadas (resultantes da iniciativa do município de Lisboa) vem demonstrar, por um lado, as potencialidades do modelo e, por outro lado, hesitações (sobretudo no respeitante à direção escolar); algo que resulta do facto de a própria ideia de escola graduada estar ainda em evolução no final de Oitocentos.</description>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/6294">
    <title>Modernidade pedagógica e disciplina terapêutica: higiene e saúde escolar na primeira metade de novecentos</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/6294</link>
    <description>Title: Modernidade pedagógica e disciplina terapêutica: higiene e saúde escolar na primeira metade de novecentos
Authors: Ó, Jorge Ramos do
Abstract: Este texto parte de duas evidências históricas para defender a tese segundo a qual o projecto educacional moderno se assumiu como um projecto de carácter essencialmente disciplinar, apontando para formas de controlo altamente produtivas, posto que deviam agir no processo mesmo da construção da identidade pessoal. A primeira é a de que a dinâmica de afirmação e consolidação histórica da chamada escola de massas, a partir de finais do século XIX, devolve-nos a evidência de que as crianças e os jovens se passaram a definir, antes de qualquer outro, pelo rótulo de escolares. A segunda evidência é a de que a paisagem escolar foi construída desde então não tanto sobre o saber – sobre as competências intelectuais do aluno – mas, essencialmente, sobre o ser.</description>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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