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    <title>DSpace Collection:</title>
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    <dc:date>2013-06-18T22:58:45Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/8518">
    <title>A organização hierárquica do conhecimento semântico em pacientes com afasia : o papel da partilha de atributos e função executiva</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/8518</link>
    <description>Title: A organização hierárquica do conhecimento semântico em pacientes com afasia : o papel da partilha de atributos e função executiva
Authors: Martins, Maria Eugénia Canhão, 1985-
Abstract: Vários estudos têm sido realizados sobre a organização hierárquica da memória&#xD;
semântica pela análise de défices semânticos em pacientes com vários distúrbios&#xD;
neurológicos, tais como pacientes com demência semântica e pacientes com afasia&#xD;
devido a acidente vascular cerebral (AVC) e com défices executivos. Os pacientes com&#xD;
demência semântica apresentam uma degradação do conhecimento semântico com&#xD;
prevalência do conhecimento sobreordenado (ex. animal, veículo) e maior&#xD;
comprometimento do conhecimento de nível básico (ex. elefante, camião). Os&#xD;
pacientes com afasia revelam um desempenho oposto com prevalência do&#xD;
conhecimento de nível básico. Estes últimos casos têm destacado a contribuição de&#xD;
processos executivos para a cognição semântica, nomeadamente para dirigir e&#xD;
controlar a ativação semântica de forma apropriada.&#xD;
Estes dois tipos de défices semânticos, parecem poder ser explicados pela&#xD;
partilha de atributos (Marques, 2011, 2012). Esta dimensão pode explicar a vantagem&#xD;
do nível sobreordenado na demência semântica pois estes conceitos reúnem um maior&#xD;
número absoluto de exemplares que partilham uma característica particular,&#xD;
tornando-os mais resistentes à degradação do conceito. Ao mesmo tempo, em termos&#xD;
relativos, os atributos são menos partilhados por membros de conceitos&#xD;
sobreordenados. Tal exige um maior controlo executivo, o que pode explicar melhor o&#xD;
desempenho no processamento de nível básico do que sobreordenado nos pacientes&#xD;
com afasia. O presente estudo avalia esta última hipótese.&#xD;
Para o efeito avaliaram-se pacientes com Afasia (AVC) e défices executivos,&#xD;
testando o seu desempenho numa tarefa de verificação de frases onde se variou o&#xD;
nível hierárquico dos conceitos (sobreordenado, básico) e o nível de partilha de&#xD;
atributos (pouco partilhado, muito partilhado).&#xD;
Os resultados mostraram que as frases que contêm atributos mais partilhados&#xD;
foram processadas mais rapidamente e com mais precisão do que as frases que&#xD;
envolvem atributos menos partilhados. Mais ainda, esta diferença foi mais evidente&#xD;
nos pacientes relativamente aos controlos. Estes resultados sugerem que défices na&#xD;
função executiva comprometem o processamento de atributos menos partilhados e&#xD;
que por sua vez levam a défices sobreordenados verificados nos pacientes com afasia&#xD;
e défices executivos.; Several studies have been conducted on the hierarchical organization of&#xD;
semantic memory analyzing semantic deficits in patients with neurological disorders,&#xD;
such as patients with semantic dementia and patients with aphasia and executive&#xD;
impairments due to cerebrovascular accident (CVA). Patients with semantic dementia&#xD;
show a degradation of semantic knowledge with prevalence of superordinate&#xD;
knowledge (e.g. animal, vehicle) and greater impairment of basic level knowledge (e.g.&#xD;
elephant, lorry). Patients with aphasia, reveal an opposite performance showing basic&#xD;
level advantage. These recent cases have highlighted the contribution of executive&#xD;
processes in semantic memory, namely to appropriately direct and control semantic&#xD;
activation.&#xD;
These two types of semantic deficits seem to be explained by concepts level of&#xD;
feature sharedeness (Marques, 2011, 2012). This dimension may explain the&#xD;
advantage of the superordinate level in semantic dementia. In these concepts there is&#xD;
a greater absolute number of exemplars sharing a particular characteristic, making&#xD;
them more resistant to concept degradation. Simultaneously, in relative terms,&#xD;
features are less shared by superordinate level concepts requiring more executive&#xD;
control, which may explain the better performance in processing basic level concepts&#xD;
in patients with aphasia. The present study evaluates this last hypothesis.&#xD;
To this end we evaluated patients with stroke aphasia and executive deficits,&#xD;
testing their performance on sentence verification task varying concepts’ hierarchical&#xD;
level (superordinate, basic level) and feature sharedness (less shared, more shared).&#xD;
The results showed that the sentences with more shared features were&#xD;
processed faster and more accurately than sentences involving less shared features.&#xD;
Moreover, this difference was particularly salient in patients relative to control&#xD;
subjects. These results suggest that deficits in executive function compromise&#xD;
processing of less shared features which lead to the superordinate deficits usually&#xD;
observed in patients with aphasia and executive deficits.
Description: Tese de mestrado, Ciência Cognitiva, Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, Faculdade de Ciências, Faculdade de Medicina, Faculdade de Letras, 2013</description>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/8295">
    <title>Supervisão, formação e desenvolvimento de jovens terapeutas : estudo do desenvolvimento de competências de ajuda em psicoterapeutas em formação, no primeiro ano de prática clínica supervisionada</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/8295</link>
    <description>Title: Supervisão, formação e desenvolvimento de jovens terapeutas : estudo do desenvolvimento de competências de ajuda em psicoterapeutas em formação, no primeiro ano de prática clínica supervisionada
Authors: Lamares, Inês Bailote
Abstract: Com a presente investigação, pretendeu-se estudar o treino de terapeutas em formação na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. O principal objectivo deste estudo foi aumentar a compreensão sobre a forma como os jovens terapeutas no primeiro ano de prática clínica supervisionada se desenvolvem, quer ao nível da percepção de auto-eficácia no desempenho de competências básicas de ajuda, quer ao nível da percepção da capacidade de promoção de estratégias gerais. Para avaliar estas duas dimensões foram utilizados dois questionários: o CASES (Lent, Hill &amp; Roffman, 2003) e o SROSES (Lamares &amp; Conceição, 2012). Adicionalmente, para a compreensão de áreas carentes de formação específica prévia do terapeuta em treino, procurou-se perceber como evoluíam nos pacientes as seguintes dimensões: o seu funcionamento estrutural, utilizando o questionário MCMI-II (Millon,1987), a sintomatologia destes, utilizando os questionários CORE-5 (Barkham, Hardy &amp; Mellor-Clark, 2010), CORE-OM (Barkham, Hardy &amp; Mellor-Clark, 2010) e BSI (Derogatis, 1993) e a percepção de qualidade de sessão, recorrendo ao questionário ERES(P) (Hill &amp; Kellems, 2002). Por fim, considerou-se importante compreender se existiam relações ou tendências entre a percepção de auto-eficácia do terapeuta e variáveis de processo e de resultado dos pacientes. Os resultados apontam para a existência de melhoria sintomatológica dos pacientes e ausência de melhoria estrutural. Adicionalmente, encontraram-se resultados que verificaram a evolução da percepção de auto-eficácia dos terapeutas, tanto ao nível do desempenho de competências básicas de ajuda, como ao nível de promoção de estratégias gerais. Por fim, verificou-se a existência de alguns resultados que apontam para a melhoria de resultados de processo e finais em três pacientes cujo terapeuta tem baixa percepção de auto-eficácia. No final, são discutidos os contributos deste estudo para a investigação na área, bem como limitações do estudo e considerações futuras.; With the present investigation, we intended to study the training of novice therapists at the Faculty of Psychology, University of Lisbon. The main objective of this study was to increase the understanding of how novice therapists, in the first year of supervised clinical practice, developed, either in terms of perceived self-efficacy in performing helping skills, or in terms of perceived capacity to promotion of general strategies. To assess these two dimensions, we used two questionnaires: the CASES (Lent, Hill &amp; Roffman, 2003) and the SROSES (Lamares &amp; Conceição, 2012). Additionally, for the understanding of deprived areas of prior specific training at novice therapist, we tried to understand how patients progressed in the following dimensions: structural function, using the questionnaire MCMI-II (Millon, 1987), their symptomatology using the questionnaires CORE-5 (Barkham, Hardy &amp; Mellor-Clark, 2010), CORE-OM (Barkham, Hardy &amp; Mellor-Clark, 2010) and BSI (Derogatis, 1993) and the perception of quality of the session, using the questionnaire ERES (P) (Hill &amp; Kellems, 2002). Finally, it was considered important to understand whether there were relationships or trends between the therapist perception of self-efficacy and process variables and patient outcomes. The results indicate the existence of symptomatic improvement of patients and lack of structural improvement. Additionally, we found results that verified the evolution of self-efficacy perception of therapists, both in terms of performance in helping skills, as in the level of general strategies promotion. Finally, it was found that some results indicate improvement in process and final results in three patients, whose therapist has a poor self-efficacy perception. In the end, we discuss the contributions of this study for research in the area, as well as study limitations and future considerations.
Description: Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicoterapia Cognitivo-Comportamental Integrativo), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2012</description>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/8291">
    <title>Influência da auto-percepção do envelhecimento e dos traços de personalidade na sintomatologia depressiva em idosos</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/8291</link>
    <description>Title: Influência da auto-percepção do envelhecimento e dos traços de personalidade na sintomatologia depressiva em idosos
Authors: Lourenço, Sara Tatiana Ferreira
Abstract: O presente trabalho refere-se ao estudo da influência da auto-percepção do envelhecimento e dos traços de personalidade na sintomatologia depressiva, numa amostra de adultos mais velhos, em meio não institucional e sem psicopatologia diagnosticada. Tem como objectivos: (1) analisar a auto-percepção do envelhecimento; (2) analisar os traços de personalidade; (3) analisar a sintomatologia depressiva e (4) explorar de que forma a auto-percepção do envelhecimento e os traços de personalidade se relacionam com a sintomatologia depressiva. Foram utilizados quatro instrumentos: Questionário de Percepção do Envelhecimento – QPE (Barker, O’Hanlon, McGee, Hickey, &amp; Conroy, 2007) traduzido e adaptado em Portugal por Claudino (2007); Inventário dos Cinco Factores – NEO-FFI (Costa, P. T. &amp; McCrae, R. R., 1989, 1992), traduzido e adaptado em Portugal por Lima e Simões (2001); Escala de Depressão do Centro de Estudos Epidemiológicos – CES-D (Radloff, 1977) traduzida e adaptada em Portugal por Gonçalves e Fagulha (2004) e um Questionário Sócio-demográfico, construído para recolha de dados sócio-demográficos e psico-sociais. Participaram no estudo 81 indivíduos de ambos os sexos com idades compreendidas entre 60 e 90 anos. Os resultados mostraram que as mulheres tendem a apresentar auto-percepções do envelhecimento mais negativas do que os homens e que as auto-percepções do envelhecimento sofrem variações em função da idade. As mulheres tendem a evidenciar níveis mais elevados de Neuroticismo e mais baixos de Extroversão e, em função da idade, o Neuroticismo sofre variações e a Extroversão tende a diminuir. A sintomatologia depressiva é, tendencialmente, mais elevada nas mulheres do que nos homens e a amostra total sofre variações em função da idade. Indivíduos com auto-percepções do envelhecimento mais positivas apresentam menos sintomatologia depressiva e indivíduos com elevado Neuroticismo e baixa Extroversão apresentam mais sintomatologia depressiva. Verificaram-se, ainda, associações pertinentes entre variáveis sócio-demogáficas e a auto-percepção do envelhecimento, os traços de personalidade e a sintomatologia depressiva. O estudo preditivo demonstrou que a auto-percepção do envelhecimento (duas escalas) e o Neuroticismo são preditores significativos da sintomatologia depressiva. Os resultados são discutidos com base na literatura existente. São referidas as limitações do estudo e as propostas para futuras investigações.; The present research concerns the study of the influence of self-perception of aging and personality traits in depressive symptoms in a sample of older adults, in non-institutional context and without diagnosed psychopathology. The aims are: (1) to analyze the self-perception of aging; (2) to analyze the personality traits; (3) to analyze the depressive symptoms and (4) to investigate how self-perception of aging and personality traits are associated with depressive symptoms. Three instruments were used: Aging Perceptions Questionnaire – APQ (Barker, O’Hanlon, McGee, Hickey, &amp; Conroy, 2007) translated and adapted in Portugal by Claudino (2007); Five Factors Inventory – NEO-FFI (Costa, P. T. &amp; McCrae, R. R., 1989, 1992) translated and adapted in Portugal by Lima and Simões (2001); Center for Epidemiologic Studies-Depression Scale – CES-D (Radloff, 1977) translated and adapted in Portugal by Gonçalves and Fagulha (2004) and a Social-Demographic Questionnaire to gather social-demographic and psychosocial data. 81 participants of both gender and ranging in age from 60 to 90 years old were involved in the present study. Results showed that women’s self-perceptions of aging tend to be more negative than men’s and that self-perceptions of aging suffer variations across age groups. Women tend to show higher levels of Neuroticism and lower levels of Extraversion, and depending on age, the Neuroticism suffers variations and Extraversion tends to decrease. Women tend to show more depressive symptoms than men and the depressive symptoms of the sample show variations across age groups. Individuals with more positive self-perceptions of aging present less depressive symptoms and individuals with higher Neuroticism and lower Extraversion present more depressive symptoms. Relevant associations were also verified between social-demographical variables and self-perceptions of aging, the personality traits and the depressive symptoms. The predictive study showed that self-perception of aging (two scales) and Neuroticism are significant predictors of depressive symptoms. Results are discussed in the light of the existing literature. Study limitations and suggestions for further investigations are presented.
Description: Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicologia Clínica Dinâmica), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2012</description>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10451/8290">
    <title>A prática desportiva e o bem-estar subjetivo em adolescentes</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/8290</link>
    <description>Title: A prática desportiva e o bem-estar subjetivo em adolescentes
Authors: Pereira, Cláudia Sofia Carrapiço
Abstract: A adolescência é considerada um período de grandes mudanças que podem ter influência no bem-estar do adolescente. Deste modo, torna-se importante estudar os factores que promovem o bem-estar nesta faixa etária. No entanto, e apesar da prática desportiva parecer um factor com benefícios tanto para a adolescência como para o bem-estar subjectivo, os estudos que relacionam estas três variáveis são escassos.&#xD;
Inserido nesta problemática, o presente estudo tem como objectivo avaliar a relação entre a prática desportiva e o bem-estar subjectivo durante a adolescência. A amostra do estudo foi constituída por 170 alunos, com idades compreendidas entre os 14 e os 17 anos que frequentam uma escola do concelho de Oeiras.&#xD;
Para medir os construtos em estudo recorreu-se à Escala de Satisfação Com a Vida (ESCV; Neto, 1993), à Escala dos Afectos Positivos e Negativos (PANAS; Galinha &amp; Pais-Ribeiro, 2005) e ao Inventário de Comportamentos Relacionados Com a Saúde Dos Adolescentes (Corte-Real, Balaguer &amp; Fonseca, 2004).&#xD;
Os resultados obtidos mostraram que os adolescentes do sexo feminino apresentam níveis médios de afectos negativos superiores aos adolescentes do sexo masculino. Os resultados mostraram também que os adolescentes com uma prática desportiva regular possuem valores médios de afectos positivos superiores aos adolescentes com nenhuma ou reduzida prática desportiva. Constatou-se ainda que a prática desportiva está positivamente correlacionada com os afectos positivos.&#xD;
No presente estudo são ainda apresentadas possíveis interpretações e implicações dos resultados obtidos, bem como as limitações e sugestões para futuras investigações nesta área.; Adolescence is considered a period of great change that might influence the adolescent well-being. In this way, it becomes important to study those factors which promote well-being in this age bracket. Nevertheless, and in spite of the fact that sports practice appears to benefit not only the adolescence phase but also the subjective well-being, studies that correlate these three variables are scarce.&#xD;
In consideration of this issue, the present study aims to evaluate the relation between sports practice and the subjective well-being, during adolescence. The study sample is made of 170 students whose ages range from 14 to 17 years old, and go to a school in Oeiras.&#xD;
To measure the related constructs the following tools were used: Satisfaction with Life Scale (SWLS; Neto, 1993), Positive and Negative Affect Scale (PANAS; Galinha &amp; Pais-Ribeiro, 2005) and the Inventory of Adolescents’ Health Related Behaviours (Corte-Real, Balaguer &amp; Fonseca, 2004).&#xD;
The results have demonstrated that female adolescents show superior mean levels of negative affects than those related to the male adolescents. The results also demonstrate that adolescents who practice sports regularly have higher mean values of positive affects than those found on adolescents whose sports practice is sparse or equal to none. Additionally it was shown that sports practice is positively correlated with positive affects.&#xD;
In this study, possible interpretations and implications are presented, as well as the limitations and suggestions regarding future investigations related to this subject.
Description: Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicoterapia Cognitiva-Comportamental e Integrativa), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2012</description>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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