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    <title>DSpace Community:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/2851</link>
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    <pubDate>Tue, 14 May 2013 17:50:08 GMT</pubDate>
    <dc:date>2013-05-14T17:50:08Z</dc:date>
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      <title>As Universidades Populares nas primeiras décadas do século XX. O exemplo da Academia de Estudos Livres</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10451/8354</link>
      <description>Title: As Universidades Populares nas primeiras décadas do século XX. O exemplo da Academia de Estudos Livres
Authors: Pintassilgo, Joaquim
Abstract: O ambiente cultural português do final do século XIX e primeiras décadas do século XX foi propício ao desenvolvimento das preocupações com a educação popular. A crença de raiz positivista no papel decisivo da educação e da cultura como fonte de progresso e regeneração social, o investimento político republicano, considerado inseparável do combate contra o analfabetismo, e o labor cultural de pendor iluminista da maçonaria são algumas das condições que favorecem a afirmação de um discurso que coloca o povo e a sua educação no centro do debate político e social. A educação e a cultura surgem, assim, como peças chave da formação de um cidadão consciente e participativo e da construção de uma sociedade nova, sem lugar para a ignorância e para os preconceitos, crença esta que se torna uma das grandes referências míticas desse momento histórico e cultural.&#xD;
Nesta conformidade, vai conhecer a luz do dia todo um conjunto de experiências nos terrenos da educação popular e da divulgação científica e cultural de que as Universidades Livres e Populares são um exemplo entre muitos outros. Dessas instituições é parte integrante a Academia de Estudos Livres, objecto do nosso estudo, fundada em 1889 e que se define, a partir de 1904, como Universidade Popular. Esta associação assegura o funcionamento da Escola Marquês de Pombal (que possui ensino diurno e nocturno, este último destinado a adultos), para além de dinamizar actividades diversificadas na área da chamada extensão cultural, de que é exemplo a realização de cursos, conferências e visitas de estudo. Entre os promotores destas iniciativas encontramos algumas das figuras de referência do campo pedagógico português, como Bernardino Machado, Adolfo Coelho e Álvaro Viana de Lemos.&#xD;
A Academia dedicou-se também à edição de publicações, com destaque para os Anais da Academia de Estudos Livres - Universidade Popular (1912-1916), uma espécie de órgão da associação, e para o periódico estudantil A Mocidade (1910-1911), formalmente propriedade de um Núcleo de Instrução da Academia de Estudos Livres. Além das referidas publicações periódicas, a Academia foi ainda responsável pela edição de separatas das mesmas e de outras obras. É este conjunto de objectos impressos que constitui o corpus documental que serve de fonte ao presente trabalho.&#xD;
O período de vida da instituição aqui em análise é o delimitado pelas datas extremas das publicações referenciadas, ou seja, a fase inicial e mais dinâmica de recém instaurada República portuguesa. Através da presente comunicação pretendemos caracterizar o projecto de educação popular desenvolvido sob o impulso do republicanismo (de feições várias) e, simultaneamente, reflectir acerca da dimensão pedagógica desse projecto, na sua relação com o ideário renovador então em fase de afirmação, para além de avaliar o seu contributo para a formação do campo pedagógico português.</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10451/8354</guid>
      <dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O Ensino Primário</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10451/8353</link>
      <description>Title: O Ensino Primário
Authors: Pintassilgo, Joaquim
Abstract: A presente comunicação procura reflectir sobre alguns dos traços essenciais da escola primária tal como foi projectada (e parcialmente concretizada) pelo republicanismo, que lhe deu um grande relevo no âmbito do projecto regenerador que lhe estava subjacente. A escola primária era vista como o local ideal para promover a formação dos cidadãos patriotas e republicanos idealizados pelo novo regime. A importância atribuída à escola primária pode, ainda, ser articulada com a questão do combate ao analfabetismo, que passava, em boa medida, ainda que não exclusivamente, por essa escola. Assim se explica o investimento simbólico nesse combate e o desenvolvimento de múltiplas iniciativas no campo da alfabetização, tanto de crianças como de adultos. O projecto de radical laicização da sociedade portuguesa fomentado pelo republicanismo, implicando, no caso, a separação da igreja e da escola, expressou-se, de forma visível, também ao nível do ensino primário. A escola laica assumia um papel activo e militante no sentido de contribuir para a gradual extinção das crenças religiosas – católicas, neste caso – o que passava por restrições mais severas às práticas do culto e à difusão pública dos símbolos religiosos. O ensino primário foi alvo de algumas das mais emblemáticas reformas educativas do período republicano, como as de 1911 e 1919, para não falar do projecto Camoesas de 1923, muito inovadoras no plano dos princípios pedagógicos, mas cuja concretização no quotidiano escolar foi muito limitada. Procuraremos, no conjunto, caracterizar dimensões diversas da organização escolar primária, na tentativa de articular permanências e mudanças, designadamente no que se refere ao currículo, à administração, aos espaços, à organização do tempo escolar e às práticas educativas desenvolvidas, em particular as inspiradas na chamada Educação Nova. Daremos uma atenção muito particular aos rituais cívicos fomentadas no contexto da escola primária e que definem uma cultura escolar especificamente republicana.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10451/8353</guid>
      <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O público e o privado na História da Educação. O exemplo de Portugal (segunda metade do século XIX – início do século XX)</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10451/8351</link>
      <description>Title: O público e o privado na História da Educação. O exemplo de Portugal (segunda metade do século XIX – início do século XX)
Authors: Pintassilgo, Joaquim
Abstract: Não obstante o papel central desempenhado pelo sistema público de ensino no que diz respeito à construção do Estado-Nação e de uma sociedade liberal em Portugal, é também inquestionável a importância histórica do ensino privado em relação ao processo de escolarização dos portugueses. Foi neste sector que, de resto, se desenvolveram, na transição do século XIX para o século XX, algumas das mais interessantes e inovadoras experiências escolares que o país conheceu. Para além disso, é fundamental ter em conta a profunda diversidade do ensino particular, irredutível, portanto, a quaisquer generalizações apressadas ou a lugares-comuns que procurem de alguma maneira caracterizá-lo. Torna-se necessário que o debate ideológico recente sobre o polémico tema da «privatização do ensino» não contamine uma reflexão histórica que se pretende, ainda que interveniente, desapaixonada e fundamentada.</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10451/8351</guid>
      <dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O Coronel Frederico Ferreira Simas e a Educação Nova em Portugal</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10451/8350</link>
      <description>Title: O Coronel Frederico Ferreira Simas e a Educação Nova em Portugal
Authors: Pintassilgo, Joaquim
Abstract: O Coronel Frederico Ferreira de Simas (1872-1945), cuja formação decorreu na Escola do Exército, desempenhou, ao longo das quatro primeiras décadas do século XX, um importante conjunto de funções nos âmbitos militar, político e pedagógico. Durante a 1ª República foi senador, deputado e ministro, inclusive na pasta da Instrução Pública. Ao nível do campo pedagógico, participou activamente no intenso movimento associativo então florescente, designadamente como membro da Sociedade de Estudos Pedagógicos. Foi, ainda que por um curto período, director da Escola Normal Primária para o sexo feminino de Lisboa, professor na Escola do Exército e inspector pedagógico do Liceu Pedro Nunes, entre outros cargos.&#xD;
Em 1919, o Coronel Ferreira de Simas foi nomeado director do Instituto Feminino de Educação e Trabalho (futuro Instituto de Odivelas), um internato escolar destinado às filhas de militares, no qual já desempenhava funções pedagógicas. Permaneceu nessas funções até 1941. Ferreira de Simas aprofundou o esforço, já anteriormente desencadeado, no sentido de transformar o Instituto numa escola de referência no panorama pedagógico nacional. Muitas das concepções e práticas associadas à Educação Nova conheceram aí alguma concretização, em particular no que se diz respeito à consecução do ideal de educação integral das jovens alunas, através da valorização da educação física, da educação artística e dos trabalhos manuais. Era, igualmente, cultivada uma relação próxima com a natureza, não só nos jardins do Instituto, mas, também, através dos inúmeros passeios realizados pelas alunas. A pedagogia experimental e o discurso higienista penetravam no Instituto por via da realização de “testes mentais”, da elaboração de uma “ficha sanitária” de cada aluna, do acompanhamento constante do seu “estado sanitário” e do rigor posto na preparação das refeições. No que diz respeito à educação moral, privilegiava-se, entre outras estratégias, a participação activa das alunas, o que conduziu à criação, sob o impulso do director, de associações mutualistas e cooperativas.&#xD;
As concepções de Ferreira de Simas em relação à educação feminina enfatizam o seu carácter diferenciado, o que permite compreender a importância atribuída à chamada educação «ménagère”, tendo por finalidade preparar as alunas para serem boas mães e donas de casa competentes. Mesmo assim, a formação profissional não é esquecida, manifestando-se através da criação de vários cursos, sendo o carácter prático das aprendizagens uma constante.&#xD;
A análise, que aqui se propõe, das concepções pedagógicas de Ferreira de Simas e da sua acção, entre 1919 e 1941, à frente do Instituto Feminino de Educação e Trabalho será aproveitada para reflectir historicamente sobre as virtualidades e os limites do projecto da Educação Nova, bem como sobre a complexidade de que se revestia a sua apropriação em contextos locais, combinando “tradição” e “inovação”. Utilizaremos, entre outras fontes, documentos elaborados por Ferreira de Simas que balizam ou expressam a actividade da instituição, tais como relatórios e discursos do director.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10451/8350</guid>
      <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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