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    <title>DSpace Community:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/2854</link>
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    <pubDate>Sat, 25 May 2013 20:10:13 GMT</pubDate>
    <dc:date>2013-05-25T20:10:13Z</dc:date>
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      <title>Beyond interest and limits of international comparison of performances: on the social construction of 'knowledge for policy'</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10451/7422</link>
      <description>Title: Beyond interest and limits of international comparison of performances: on the social construction of 'knowledge for policy'
Authors: Carvalho, Luís Miguel
Abstract: This paper discusses ‘international comparison of performances’ (ICP) bringing together two topics: the making of ‘knowledge for policy’ and the States’ current trust on international organizations and their technologies for the monitoring of national education systems. The central purpose is to examine the processes and the meanings that support the production and the transnational circulation of ICP as crucial, and almost naturalized, elements for contemporary policy-making and public debates on educational issues. The Programme for International Student Assessment (PISA), carried out by the OECD, is taken as an example of ICP. This paper brings to the fore two major footprints from studying the production and circulation of PISA. They are related with the discussion of the apparent centrality achieved by ICP in education policy issues. It underlines that divergent uses of data and ideas provided by the Programme go hand-in-hand with convergence towards its regular use in policy-making and in public debates. Like others ICP, PISA is a carrier of guilt and produces guilt. “Norm and standard” tools operate through the culpability and the responsibility that they carry to national spaces and agencies. But their strength rests also on the hope they create. Thus, the uncomfortable numbers that bring “blaming and shaming” to the national policy spheres and actors also convey to them the encouragement of regularly having in hands the ‘need to change’ flag. The actant allows them to legitimise policy problems and solutions with the “independent expert knowledge” marker.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10451/7422</guid>
      <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Ensino, Avaliação e Participação dos Alunos em Contextos de Experimentação e Generalização do Programa de Matemática do Ensino Básico</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10451/6218</link>
      <description>Title: Ensino, Avaliação e Participação dos Alunos em Contextos de Experimentação e Generalização do Programa de Matemática do Ensino Básico
Authors: Borralho, António; Fernandes, Domingos; Vale, Isabel; Gaspar, Andreia; Dias, Raquel Pepo</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10451/6218</guid>
      <dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Reflexões acerca das relações entre os estudos internacionais de avaliação das aprendizagens e as políticas educativas</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10451/5977</link>
      <description>Title: Reflexões acerca das relações entre os estudos internacionais de avaliação das aprendizagens e as políticas educativas
Authors: Fernandes, Domingos
Abstract: Os estudos internacionais de avaliação das aprendizagens dos alunos têm vindo a ganhar uma importância e uma notoriedade crescentes a partir dos anos 80 do passado século. Em particular, houve um claro incremento destes estudos com o Third International Mathematics and Science Study (TIMSS) da International Association for the Evaluation of Educational Achievement (IEA), em meados dos anos 90, e o Programme for International Student Assessment (PISA) da Organisation for Economic Cooperation and Development (OECD), na primeira década deste século.&#xD;
&#xD;
Pelo menos três razões podem justificar este facto.&#xD;
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As sociedades de hoje são bem mais interdependentes dos pontos de vista económico, social, político e tecnológico, são mais abertas e as pessoas têm uma capacidade muito maior de mobilidade. As sociedades são mais multiculturais, mais competitivas e mais exigentes a todos os níveis. Os sistemas educativos confrontam-se com populações de estudantes que nada têm a ver com as populações, essencialmente homogéneas, de há 30 ou 40 anos atrás.&#xD;
&#xD;
O incremento de estudos de avaliação terá um pouco a ver com tudo isto, pois os países precisam que os seus sistemas educativos respondam melhor às necessidades de formação, às legítimas aspirações e às motivações dos jovens, assim como aos desafios da competitividade, da mobilidade e de uma variedade de interdependências (e.g., económica, tecnológica, cultural, científica). &#xD;
&#xD;
Os decisores políticos começaram a interessar-se pela avaliação em geral, pressionados pelas exigências do mundo da economia, pelos meios de comunicação social e pelos próprios cidadãos, através das suas organizações cívicas e culturais, que, cada vez mais, querem saber se os serviços públicos de educação, de saúde ou de justiça, prestam o serviço que são supostos prestar.&#xD;
&#xD;
Ou seja, a grande maioria dos países a nível mundial tem vindo a investir muito significativamente no desenvolvimento de uma diversidade de processos de avaliação externa (e.g., exames nacionais; avaliações do tipo das provas aferidas; avaliações internacionais). Os governos, pressionados por uma variedade de intervenientes sociais (e.g., associações empresariais; organizações científicas; associações profissionais; associações de pais), procuram assim garantir, através destas medidas de política, que se saiba o que os alunos aprendem nas escolas. Se o conseguem ou não, e como, é matéria que continua a ser objecto de análise e discussão.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10451/5977</guid>
      <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Acerca da articulação de perspectivas e da construção teórica em avaliação educacional</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10451/5788</link>
      <description>Title: Acerca da articulação de perspectivas e da construção teórica em avaliação educacional
Authors: Fernandes, Domingos
Abstract: É geralmente aceite que a avaliação educacional é uma disciplina emergente, de &#xD;
natureza científica, capaz de produzir conhecimento acerca das realidades sociais e de &#xD;
formular juízos acerca do valor e do mérito de um determinado ente. A principal &#xD;
finalidade deste artigo foi produzir reflexões que pudessem contribuir para o &#xD;
desenvolvimento teórico e prático da avaliação em educação. Neste sentido foram tidas &#xD;
em conta a diversidade de abordagens, perspectivas e teorias referidas na literatura e a &#xD;
própria experiência do autor no domínio da avaliação. No essencial foram discutidas &#xD;
três questões: a) a existência de uma grande diversidade de abordagens de avaliação e a &#xD;
necessidade de um discernimento pragmático que promova práticas mais úteis, mais &#xD;
consistentes e mais credíveis; b) o contributo que a avaliação orientada pela teoria &#xD;
pode dar para clarificar e integrar uma variedade de abordagens próximas das &#xD;
perspectivas objectivistas; e c) a relevância das práticas e das experiências vividas pelos &#xD;
avaliadores e pelos participantes no enriquecimento teórico e prático das avaliações, &#xD;
agregando as abordagens mais subjectivistas. &#xD;
Entre as reflexões e conclusões apresentadas devem destacar-se a necessidade de se &#xD;
consolidar a avaliação como disciplina científica, rejeitando a ideia de que se trata de &#xD;
uma mera aplicação dos métodos das ciências sociais, a importância de se considerar &#xD;
que a teoria e a prática são fontes complementares de produção de conhecimento, a &#xD;
relevância da participação das pessoas nos processos de avaliação e a importância da &#xD;
integração de perspectivas e de abordagens como forma de contrariar certas avaliações &#xD;
modernas que não propõem mais do que uma certa domesticação da forma de reflectir &#xD;
dos avaliadores acerca do que funciona e do que não funciona na hora de melhorar o &#xD;
que quer que seja.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10451/5788</guid>
      <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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