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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/2880</link>
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    <pubDate>Fri, 24 May 2013 11:30:26 GMT</pubDate>
    <dc:date>2013-05-24T11:30:26Z</dc:date>
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      <title>A natureza da ciência nos currículos de ciências. Estudo do currículo de Ciências Naturais do 3.º ciclo do ensino básico</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10451/4217</link>
      <description>Title: A natureza da ciência nos currículos de ciências. Estudo do currículo de Ciências Naturais do 3.º ciclo do ensino básico
Authors: Ferreira, Sílvia; Morais, Ana Maria
Abstract: O estudo analisa em que medida a mensagem sociológica transmitida pelo Discurso Pedagógico Oficial veiculado no currículo de Ciências Naturais do 3.º ciclo do ensino básico português contempla a natureza da ciência. A investigação apresenta pressupostos epistemológicos e sociológicos e está particularmente baseada na teoria do discurso pedagógico de Bernstein e na conceptualização de Ziman sobre a construção da ciência. O estudo usou uma metodologia mista e seguiu um processo dialéctico entre o teórico e o empírico.&#xD;
Os resultados do estudo mostraram que a construção da ciência está, em geral, presente no currículo mas que a dimensão sociológica externa é a única dimensão com elevado estatuto. Este baixo estatuto geral atribuído à natureza da ciência é reforçado com a elevada ausência, no currículo, de relações intradisciplinares entre conhecimentos científicos e metacientíficos. Os resultados evidenciaram ainda que o Ministério da Educação deixa implícitos para os professores, mesmo quando eles estão presentes, não apenas os conhecimentos metacientíficos a apreender e as competências metacientíficas a desenvolver, mas também as relações intradisciplinares entre conhecimentos científicos e metacientíficos. Encontraram-se diferenças entre os dois documentos do currículo – Competências Essenciais e Orientações Curriculares – que evidenciam processos de recontextualização. Estes resultados são discutidos e exploram-se as suas consequências em termos de aprendizagem científica.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10451/4217</guid>
      <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>D. Carlos de Bragança, um Rei que se tornou pioneiro da Oceanografia em Portugal: Recursos para o ensino das ciências</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10451/2789</link>
      <description>Title: D. Carlos de Bragança, um Rei que se tornou pioneiro da Oceanografia em Portugal: Recursos para o ensino das ciências
Authors: Faria, Cláudia; Chagas, Isabel; Pereira, Gonçalo
Abstract: O caso histórico de D Carlos de Bragança, Rei de Portugal de 1889 a 1908, um Oceanógrafo pioneiro, serve como ponto de partida para a exploração, tanto em contextos formais (ex. sala de aula) como não formais (ex. museu) de temas relacionados com a classificação biológica, métodos de colheita de espécimes e ilustração biológica (desenho por observação). As actividades propostas centram-se no trabalho do Rei D Carlos, que se dedicou ao estudo da fauna costeira Portuguesa, são dirigidas aos alunos de Biologia do Ensino Secundário e ajudam o aluno a desenvolver um conhecimento aprofundado acerca da natureza da ciência e dos métodos de pesquisa, promovendo também uma maior consciência acerca das complexas interacções que se estabelecem entre a ciência e a sociedade. Este conjunto de actividades inclui uma tarefa inicial, em sala de aula, de orientação para o tema, dois workshops desenvolvidos no Aquário Vasco da Gama e uma tarefa final, na sala de aula, de consolidação das aprendizagens. Nas tarefas de sala de aula, os estudantes analisam excertos de documentos históricos originais acerca do trabalho do Rei, com o objectivo de discutir e reflectir acerca da natureza da ciência. No Aquário, os estudantes participam activamente em actividades relacionadas com a classificação biológica e o desenho por observação. Todos os estudantes envolvidos (N=28) consideraram este projecto relevante para a aprendizagem das ciências, referindo não só a sua importância para a aquisição de conhecimentos, como para o aumento da compreensão acerca da natureza da ciência. Como consideração final, salientamos a importância do desenvolvimento de actividades baseadas na história da ciência como um veículo promotor da motivação e de uma efectiva aprendizagem das ciências, assim como para a promoção de uma parceria mais estreita entre as escolas e os museus de ciência.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Dec 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10451/2789</guid>
      <dc:date>2010-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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