<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10451/3269</link>
    <description />
    <pubDate>Thu, 20 Jun 2013 11:40:10 GMT</pubDate>
    <dc:date>2013-06-20T11:40:10Z</dc:date>
    <item>
      <title>Gramáticas emocionais e morais no atendimento policial a vítimas. O caso português</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10451/7762</link>
      <description>Title: Gramáticas emocionais e morais no atendimento policial a vítimas. O caso português
Authors: Durão, Susana, 1969-
Abstract: A legitimidade da ação policial depende da autoridade prática e crença emotiva de que os polícias podem, em última instância, abrir uma janela de possibilidades para o reconhecimento de um direito cidadão: o direito à segurança. Através de explorações etnográficas conduzidas em esquadras de polícia em Portugal e com recurso a entrevistas, proponho-me analisar neste ensaio gramáticas morais e emocionais que regem a ação prática de polícias na relação com vítimas de violência doméstica. Para tal, uso a noção teórico-metodológica de zonas de ambiguidade intersubjetiva. Defendo que a definição de policiamento depende tanto do que os polícias fazem quanto do que escolhem não fazer; o uso de algum tipo de poder é tão flagrante quanto as sucessivas narrativas e práticas da impotência dos polícias (seja esta indignada ou resignada) e de retirada da autoridade policial no ato do policiamento da violência doméstica. Mas será esta impotência manifestada tanto por polícias como por vítimas, em palavras e gestos, uma recusa ao direito da expressão emocional das vítimas?</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10451/7762</guid>
      <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

