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Título: Seroprevalência e impacto da infecção por vírus West Nile e outros flavivírus em equinos
Autor: Assumpção, Sara Sofia Parreiras Fernandes Bueno
Orientador: Alves, Maria João, 1959-
Valadas, Emília, 1962-
Palavras-chave: Doenças infecciosas
Vírus West Nile
Serologia
Lentivirus equinos
Imunofluorescência
Amostragem
Estudo comparativo
Teses de mestrado
Portugal
Data de Defesa: 2008
Resumo: Identificado pela primeira vez em 1937 no Uganda, o vírus West Nile (WN) pertence ao género Flavivirus da família Flaviviridae. Este vírus mantém-se na natureza num ciclo de vector, geralmente mosquitos ornitofìlicos do género Culex sp. e reservatório, aves que se mantém assintomáticas e com altos títulos de virémia. Ocasionalmente infecta mamíferos, entre os quais se destacam a espécie humana e a equina. A partir de 1994 o vírus reemerge em África, no Médio Oriente, Europa e Ásia, onde origina surtos mais importantes e frequentes e, em 1990, emerge no continente americano. Em Portugal é identificado, pela primeira vez na década de 1960, como responsável de um surto de encefalomielite equina. Mais recentemente foi identificado em aves migratórias e residentes e em mosquitos vectores. O estudo da população de equinos é de extrema importância tanto para a Saúde Pública como para Saúde Animal. É neste contexto que são recolhidas e analisadas amostras de sangue de cavalos de zonas onde já foi identificada a presença do vírus Vale do Tejo, Estuário do Sado, Baixo Alentejo e Algarve. Dos 312 animais analisados, 18 foram positivos para anticorpos anti-West Nile (usando as técnicas de imunofluorescência indirecta e ELISA de bloqueio), o que corresponde a uma prevalência de 3,6-9,1% para um intervalo de confiança de 95% (Fleiss 1981). Nenhum destes animais apresentava história clínica ou sintomatologia compatível com infecção por vírus WN.
Identified for the first time in 1937 in Uganda, West Nile virus (WNV) belongs to the genus Favivirus of the family Flaviviridae. Its natural cycle involves vectors, generally ornitophylic mosquitoes of genus Cullex sp, and reservoirs, birds that remain asymptomatic in spite of high viremic titres. Occasionally mammals like humans and equines are infected. Since 1994 WNV re-emerges in Africa, Middle East, Europe and Asia, causing more frequent and important outbreaks and in 1990 the virus first emerges in the American continent. In Portugal, its first recognition is in the decade of 1960, as the cause of an outbreak of equine encephalomyelitis. Recently it was identified in migratory and resident birds and in mosquitoes. The study of equine population is of high importance for public health as well as for veterinary health. In this context blood from horses located in areas with previous evidence of virus activity Tagus' valley, Sado's estuary, Baixo Alentejo, and Algarve are tested. Of the 312 animals analysed 18 were positive for anti-West Nile antibodies (using indirect imunoflurescence and epitope blocking ELISA), corresponding to a prevalence of 3.6-9.1% for a confidence interval of 95% (Fleiss 1981). None of the positive animals had any history or symptoms of WNV disease.
Descrição: Tese de mestrado em Doenças Infecciosas Emergentes, apresentada à Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, 2008
URI: http://hdl.handle.net/10451/1007
Aparece nas colecções:FM - Dissertações de Mestrado

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