Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10451/10341
Título: Autoconceito profissional dos educadores de infância e atitudes face à educação inclusiva
Autor: Coito, Mafalda Borges, 1978-
Orientador: Veiga, Feliciano
Palavras-chave: Educadores de infância - Portugal
Educação inclusiva
Educação infantil
Teses de mestrado - 2013
Data de Defesa: 2013
Resumo: Os educadores de infância têm um papel preponderante na educação e sua mudança, sobretudo na forma como se organizam, e pensam sobre as experiências de vida e sobre si na relação com as crianças. O autoconceito profissional atua na codificação e elaboração do conhecimento, ao atribuir significado à informação proveniente do meio, sendo definido como a perceção que o indivíduo tem de si próprio como tal e na relação com os demais, estando ligado ao bem-estar. O presente estudo teve como objetivo contribuir para o conhecimento da forma como os profissionais de educação de infância se veem a si próprios em termos do autoconceito profissional, relacionando-o com outras variáveis, nomeadamente as atitudes face à educação inclusiva. Partindo da pergunta inicial "Quais os níveis de autoconceito profissional dos educadores de infância e como se relacionam com as atitudes face à educação inclusiva?”, desenvolveu-se um inquérito que foi administrado a uma amostra constituída por 332 educadores de infância, provenientes de vários contextos de trabalho, creches e jardins-de-infância, da rede pública e privada com e sem apoio do Estado. O instrumento utilizado foi o inquérito por questionário, do qual fizeram parte duas escalas: o Teacher Self-Concept Evaluation Scale (TSCES) e uma escala adaptada da Teacher Efficacy for Inclusive Practices (TEIP). Os dados mostram que o autoconceito profissional dos educadores de infância é, em termos globais, positivo, e que as suas atitudes face à educação inclusiva são adequadas como esperado. Como dificuldade sentida pelos educadores, apresenta-se a insuficiente formação na legislação que os incentive ao desenvolvimento de políticas inclusivas. Verificou-se, também, que os educadores que preferem trabalhar em contexto de jardim-de-infância são os que apresentam maiores níveis de autoconceito profissional. Comparativamente, os educadores de infância no 1.º ano de serviço apresentam um maior autoconceito profissional do que os do 2.º ano. Os resultados foram confrontados com outros semelhantes e interpretados atendendo aos estudos revistos, conduzindo a sugestões de outros trabalhos de investigação nesta área, ainda pouco estudada em Portugal.
Early childhood educators play a determinant role in education and its transformation, mainly in the way they organize and think about life experiences, as well as about themselves within the relationship with the children. Professional self-concept acts in the codification and development of knowledge, by providing meaning to the information coming from the environment, and is defined as the perception the individual has of himself as such, within the relationship with others, and is related with well-being. The present study had the purpose to contribute to the understanding of how early childhood education professionals regard themselves in terms of professional self-concept, and relate it with other variables, particularly, attitudes towards inclusive education. Starting from the initial question: What are early childhood educators’ levels of professional self-concept and how do they relate with attitudes towards inclusive education?, a survey was developed and administrated to a sample of 332 early childhood educators, from several work contexts, private and public kindergartens and day care centers, with and without support from the state. The instrument used was a survey by questionnaire, which included two scales: theTeacher Self-Concept Evaluation Scale (TSCES) and another scale adapted from theTeacher Efficacy for Inclusive Practices (TEIP). Data show that professional self-concept of early childhood educators is, overall, positive, and also that their attitudes towards inclusive education are adequate, as expected. The lacking training on the legislation, which would encourage them to develop inclusive politics, was the difficulty felt by early childhood educators. It was found also that early childhood educators who prefer to work in day care centers present a higher level of professional self-concept. Comparatively, early childhood educators in their first year of service show a higher professional self-concept than early childhood educators in their second year of service. Results were confronted with similar others and interpreted in light of the reviewed studies, leading to suggestions of further investigation in this domain, yet little investigated in Portugal.
Descrição: Tese de mestrado, Educação (Formação Pessoal e Social), Universidade de Lisboa, Instituto de Educação, 2013
URI: http://hdl.handle.net/10451/10341
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