Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10451/10436
Título: Influência da auto-percepção do envelhecimento e dos traços de personalidade na satisfação com a reforma
Autor: Fragoso, Nuno Miguel do Rosário Mendes
Orientador: Silva, Maria Eugénia Duarte, 1951-
Palavras-chave: Traços de personalidade
Reformados
Gerontologia
Psicologia do desenvolvimento
Teses de mestrado - 2013
Data de Defesa: 2013
Resumo: O presente trabalho foca-se no estudo da influência da auto-perceção do envelhecimento e dos traços de personalidade na satisfação com a reforma, numa amostra de idosos oriundos da comunidade e sem psicopatologia diagnosticada. Tem como objetivos: (1) analisar a auto-perceção do envelhecimento, os traços de personalidade e a satisfação com a reforma; (2) avaliar a influência de variáveis sociodemográficas na satisfação com a reforma e (3) explorar a relação entre a auto-perceção do envelhecimento e os traços de personalidade com a satisfação com a reforma. Foram utilizados quatro instrumentos: Questionário de Perceções do Envelhecimento – QPE (Barker, O’Hanlon, McGee, Hickey, & Conroy, 2007) traduzido e adaptado em Portugal por Claudino (2007); Inventário dos Cinco Fatores – NEO-FFI (Costa, P. T. & McCrae, R. R., 1989, 1992), traduzido e adaptado em Portugal por Lima e Simões (2001); Inventário de Satisfação com a Reforma – ISR (Floyd, Haynes, Doll, Winemiller, Lemsky, Burgy, Werle, & Heilman, 1992), traduzido e adaptado em Portugal por Fonseca e Paúl (1999) e um Questionário Sociodemográfico, construído para recolha de dados sociodemográficos e psicossociais. Participaram neste estudo 30 indivíduos, masculinos e femininos, com idades compreendidas entre os 67 e os 80 anos de idade. Os resultados permitem verificar que (1) a maioria dos indivíduos se sente satisfeita com a sua reforma; (2) algumas variáveis sociodemográficas refletem diferenças quanto à satisfação com a reforma; (3) a perceção do envelhecimento de natureza crónica se associa a uma reforma motivada por circunstâncias imprevistas e o controlo percebido sobre as experiências positivas do envelhecimento se associa a uma reforma motivada por interesses pessoais; (4) a natureza crónica na perceção de envelhecimento se associa negativamente com a satisfação com a vida na reforma, ao nível da segurança pessoal e saúde física e da vida conjugal; (5) os traços neuróticos da personalidade se associam a uma reforma motivada por stress profissional; (6) os níveis de extroversão se associam positivamente com a satisfação com a vida na reforma, ao nível da segurança pessoal e saúde física e (7) os níveis de extroversão se associam às atividades sociais como motivos de prazer na reforma e os níveis de amabilidade se associam à liberdade e ao controlo da vida pessoal e às atividades sociais como motivos de prazer na reforma.
El presente trabajo se enfoca en el estudio de la influencia de la autopercepción del envejecimiento y de los rasgos de personalidad en la satisfacción con la jubilación, en una muestra de mayores provenientes de la comunidad y sin psicopatologías diagnosticadas. Tiene como objetivos: (1) analizar la autopercepción del envejecimiento, los rasgos de personalidad y la satisfacción con la jubilación; (2) evaluar la influencia de variables socio-demográficas en la satisfacción con la jubilación y (3) explorar la relación entre la autopercepción del envejecimiento y los rasgos de personalidad con la satisfacción con la jubilación. Fueron utilizados cuatro instrumentos: Cuestionario de Percepciones del Envejecimiento – QPE (Barker, O’Hanlon, McGee, Hickey, & Conroy, 2007) traducido y adaptado en Portugal por Claudino (2007); Inventario de los Cinco Factores – NEO-FFI (Costa, P. T. & McCrae, R. R., 1989, 1992), traducido y adaptado en Portugal por Lima y Simões (2001); Inventario de Satisfacción con la Jubilación – ISR (Floyd, Haynes, Doll, Winemiller, Lemsky, Burgy, Werle, & Heilman, 1992), traducido y adaptado en Portugal por Fonseca y Paúl (1999) y un Cuestionario Socio-demográfico elaborado para la recolecta de datos socio-demográficos y psico-sociales. Participaron en este estudio 30 individuos, varones y mujeres, con edades comprendidas entre los 67 y los 80 años de edad. Los resultados permiten verificar que (1) la mayoría de los individuos se siente satisfecha con su jubilación; (2) algunas variables socio-demográficas reflejan diferencias en cuanto a la satisfacción con la jubilación; (3) la percepción del envejecimiento de naturaleza crónica se asocia a una jubilación motivada por circunstancias imprevistas y el control entendido hacia las experiencias positivas del envejecimiento se asocia a una jubilación motivada por intereses personales; (4) la naturaleza crónica en la percepción del envejecimiento se asocia negativamente con la satisfacción con la vida en la jubilación, al nivel de la seguridad personal y la salud física y de la vida conyugal; (5) los rasgos neuróticos de la personalidad se asocian a una jubilación motivada por el estrés profesional; (6) los niveles de extroversión de asocian positivamente con la satisfacción con la vida en la jubilación, al nivel de la seguridad personal y salud física y (7) los niveles de extroversión se asocian a las actividades sociales como motivo de placer en la jubilación y los niveles de amabilidad se asocian a la libertad y al control de la vida personal, así como a las actividades sociales como motivos de placer en la jubilación.
Descrição: Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicologia Clínica Dinâmica), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2013
URI: http://hdl.handle.net/10451/10436
Aparece nas colecções:FP - Dissertações de Mestrado

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