Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10451/10536
Título: Elaboração da ansiedade nas respostas à prova projectiva "Era uma vez..." em crianças com perturbação de comportamento, perturbação de ansiedade e perturbação depressiva
Autor: Romão, Ana Rita Gato
Orientador: Gonçalves, Bruno, 1950-
Palavras-chave: Ansiedade
Perturbações do comportamento
Depressão
Técnicas projectivas
Teses de mestrado - 2013
Data de Defesa: 2013
Resumo: A “Era uma vez...” (Fagulha, 1992) é uma prova projectiva de completamento de histórias com o objectivo de explorar o mundo interno das crianças. Após mais de 20 anos de estudos e utilização clínica, a prova foi objecto de algumas reformulações e ampliação. Aos sete Cartões existentes – abordando temáticas referentes a situações ansiogéneas e prazerosas – foram adicionados dois novos Cartões – um que aborda a temática da interiorização das normas parentais e outro a rivalidade fraterna (Santos, 2011). Esta versão recente carece de novos estudos, nomeadamente utilizando amostras clínicas, que contribuam para confirmar a sua validade. Assim, o presente estudo visa comparar as respostas de um grupo clínico (N=20) constituído por crianças acompanhadas em consulta psicológica por alterações de comportamento, perturbação de ansiedade ou perturbação depressiva com as respostas de um grupo de controlo constituído por crianças sem perturbação psicológica identificada (N=20). As idades variaram entre os 7 e 10 anos. A todos os participantes foi aplicada, para além da prova “Era uma vez…”, os Inventários de M. Rutter para professores (Rutter, 1967) e para pais (Rutter, 1970), a CES-DC (Martins, 2005) e a Escala de Ansiedade Manifesta para Crianças (Fonseca, 1992). Os resultados revelam um número importante de diferenças significativas na comparação das respostas do grupo clínico e do grupo controlo. Quando o grupo clínico é subdividido de acordo com o tipo de perturbação, quer os subgrupos sejam organizados por critério clínico, ou a partir dos resultados dos outros instrumentos aplicados, as diferenças surgem em menor número, mas vão no mesmo sentido, e são consonantes com o esperado de acordo com as características desses grupos. O número mais limitado da amostra nesses subgrupos, bem como a comorbilidade nas perturbações consideradas contribui para a diminuição das diferenças na comparação com o grupo de controlo.
The “Once upon a time…” test (Fagulha, 1992) is a projective technique of completing stories for children with the aim of exploring the inner world of children. After more than 20 years of studies and clinical use, the test was subject to some adjustments and expansion. To the seven cards available – addressing issues relating to situations of anxiety and pleasure - two new cards were added- one that addresses the issue of internalization of parental standards and another focused on sibling rivalry (Santos, 2011). This recent version lacks of new studies, particularly using clinical samples that can contribute to confirm its validity. Thus, the present study aims to compare the responses of a clinical group (N = 20) comprised children followed in psychological counseling because of conduct disorders, anxiety disorder or depressive disorder with the responses of a control group consisting of children without psychological disorder identified (N=20). Their ages ranged between 7 and 10 years. To all participants were applied the “Once upon a time…” test, the Rutter’s Children Behaviour Questionnaire for teachers (Rutter, 1967) and for parents (Rutter, 1970), CES-DC (Martins, 2005) and Revised Children's Manifest Anxiety Scale (Fonseca, 1992). The results reveal a number of important differences between the responses of the clinical group and the control group. When the clinical group is subdivided according to the kind of disturbance, whether organized by clinical criteria, or by the results of the instruments applied, differences emerge in smaller numbers, but go in the same direction, and are consistent with the expected characteristics of these groups. The smaller number of the sample in these subgroups, as well as the phenomenon of comorbidity contributes to the decrease of differences in comparison with the control group.
Descrição: Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicologia Clínica Dinâmica), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2013
URI: http://hdl.handle.net/10451/10536
Aparece nas colecções:FP - Dissertações de Mestrado

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