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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10451/1103

Título: O autoconceito dos idosos
Autor: Rocha, Ana Paula de Melo Figueiredo, 1967-
Orientador: Bruges, Maria Lisete B. de Meneses Parreira de
Barbosa, António, 1950-
Palavras-chave: Geriatria
Envelhecimento
Idoso
Issue Date: 2007
Resumo: O autoconceito é um produto estrutural de actividade reflexiva, que é sujeito a mudanças quando o indivíduo enfrenta novos papeis, situações ou transições do curso normal da vida. Tem um papel importante na organização dos dados das experiências de vida, actuando na codificação e elaboração do conhecimento, ao atribuir significado à informação proveniente do meio. É definido como a percepção que cada indivíduo tem de si e está ligado ao bem-estar, o que no idoso tem particular importância pois, de certo modo, condiciona o processo de envelhecimento. Este estudo foi realizado com 267 idosos da Ilha Terceira, Açores, sem défices cognitivos, com idades compreendidas entre os 65 e 94 anos, dos quais 79% residem na comunidade e 21% no lar. Para o efeito utilizou-se a Tennessee Self-Concept Scale, e tivemos como objectivo avaliar o autoconceito e respectivas dimensões do idoso em contexto familiar e institucional. É um estudo quantitativo do tipo descritivo de correlação. Como principais resultados obtivemos: os idosos que residem no lar evidenciam valores de autoconceito mais elevados que os da comunidade; os idosos que referiram maior número de patologias são os que detêm valores mais elevados de autoconceito; as mulheres idosas têm melhor autoconceito que os homens; o autoconceito relaciona-se parcialmente de forma positiva com a idade e o nível de autocrítica entre os idosos é baixo. No que concerne às dimensões do autoconceito, a identidade é a dimensão interna mais baixa em todos os contextos. Quanto às dimensões externas, a mais elevada, em ambos os contextos é o autoconceito familiar enquanto que as mais baixas são o autoconceito físico e o pessoal para o lar e comunidade respectivamente.
The self-concept is a reflexive activity product that changes whenever the individual face new roles, situations or life course transitions. Has an important role in organization, recoding and storage the knowledge from daily life experiences, producing new significant knowledge with the new environmental information received. It is defined has the individual perception about him or herself being connected to the well-being sense wich is important in the aging process. This study took place, at Terceira Island, Azores, and was applied in 267 elderly without cognitive deficits, with ages between 65 and 94, 79% lives in their homes and 19% are institutionalized. This is a quantitative descriptive correlacional study. The aim was evaluate the elderly self-concept for which we use the Tennessee Self-Concept Scale. The principals results were: the highest self-concept was found on institutionalized elderly, and in the ones that report more illness. The women show a highest self-concept then men; the self-concept it is partially related to age and the self criticism is lower in this group. The identity was the lower internal dimensions in both contexts. The familiar self-concept is the highest external dimensions in both context, as the lower we found physical self-concept and personal self-concept to the institutionalized and community doweling elderly.
Descrição: Tese de mestrado em Psicogerontologia, apresentada à Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, 2008
URI: http://sibul.reitoria.ul.pt/F/?func=item-global&doc_library=ULB01&type=03&doc_number=000542452
http://hdl.handle.net/10451/1103
Appears in Collections:FM - Dissertações de Mestrado

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