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Título: Wheat allergy by ingestion: biochemical and immunological characterization of the sensitization patterns in a paediatric population
Outros títulos: Alergia a trigo por ingestão: caracterização bioquímica e imunológica dos perfis de sensibilização numa população pediátrica
Autor: Santos, Sandra Patrícia Palmeiro dos
Orientador: Catarino, Maria Manuela Beirão
Díaz Peralez, Araceli
Palavras-chave: Wheat allergy by ingestion
Desensitization
Wheat allergens
Paediatric population
Immunological patterns
α-amylase inhibitors
Teses de mestrado - 2012
Data de Defesa: 2012
Resumo: Food allergies are defined by an immune response triggered by food components which mechanisms involve food-specific immunoglobulin E antibodies. They can be elicited by exposure through different routes and affect several populations and age groups worldwide. Food allergy appears to be increasing in prevalence, depending on nutritional habits and introduction of new aliments early in life. Wheat allergy by ingestion is a type of wheat allergy that affects many children and a viable treatment is an important goal. In this work we studied the sensitization patterns to wheat allergens in paediatric patients with wheat allergy by ingestion by two different methods: classical ELISA and protein microarrays. Data suggests both methods have a high correlation concerning the purified proteins. We also studied the cross-reactivity of other cereals used in children’s alimentation and we concluded that barley, oat and rye are the most reactive. Regarding wheat, we analysed the specific Ig-switching isotype for several allergens studied in children submitted to a desensitization program. This way we observe that after 15 days of the desensitization process, all IgE, IgG1 and IgG4 increase and that 6 months later there is a fall in IgE and a continued rise in IgG’s studied. At last, we studied the α-amylase inhibitors’ content of some modified freegluten lines and further study of their recognition by the patients’ sera is necessary.
A alergia alimentar define-se como uma resposta imune desencadeada por proteínas alimentares, cujos mecanismos envolvem anticorpos específicos imunoglobulina E. Apresenta uma grande variabilidade tanto nas vias de exposição como no tipo de população e faixa etária afectados. A sua prevalência parece estar em crescimento e dependente dos hábitos nutricionais e introdução de novos alimentos na infância. Um exemplo é a alergia a trigo por ingestão em crianças e a pesquisa de um tratamento viável deve ser tido em conta. Neste trabalho foram estudados padrões de sensibilização a alergenos de trigo numa população pediátrica com alergia ao trigo por ingestão, por dois métodos diferentes: ELISA clássico e microarrays de proteínas. Os resultados indicam que ambos têm grande correlação em relação às proteínas purificadas. Foi também estudada a reactividade cruzada de outros cereais que fazem parte da alimentação destas crianças e concluiu-se que a cevada, arroz e centeno são os mais prevalentes. Em relação ao trigo, foi analisado o “switching” de isotipos de Ig específicas para vários alergenos em crianças submetidas a um programa de dessensibilização. Concluiu-se que, após 15 dias de dessensibilização, as IgE, IgG1 e IgG4 sofriam um aumento e que 6 meses depois os níveis de IgE baixavam, ao contrário das IgG’s. Foi ainda analisado o conteúdo em inibidores de α-amilase de linhas modificadas baixas em glúten mas são necessários mais estudos sobre o seu reconhecimento pelos pacientes.
Descrição: Tese de mestrado, Análises Clínicas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2012
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10451/11354
Aparece nas colecções:FF - Dissertações de Mestrado

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