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Título: Medir desigualdades socioeconómicas na saúde da população idosa em Portugal: uma proposta de indicadores básicos
Autor: Almeida, Mariana Ferreira de
Palavras-chave: Desigualdades Sociais
Idosos
Saúde - Portugal
Data: 2013
Editora: Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa / Fundação D. Pedro IV
Citação: Almeida, M. F. de (2013). Medir desigualdades socioeconómicas na saúde da população idosa em Portugal: uma proposta de indicadores básicos. Conference Proceedings CISE 2013 - Conferência Internacional sobre Envelhecimento (pp. 91-109). Lisboa: Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa / Fundação D. Pedro IV
Resumo: Medir, analisar e acompanhar as desigualdades sociais em saúde é um pré-requisito essencial para a redução das iniquidades, como tem vindo a ser destacado em múltiplos documentos estratégicos e recomendações internacionais, europeias e nacionais dos últimos anos. Não é contudo ainda prática habitual, nomeadamente em Portugal e no que se refere à população idosa, reportar aspetos de equidade, quer como parte dos sistemas de informação estabelecidos, quer em estudos e análises mais pontuais da saúde e seus determinantes. Sem negar os diversos desafios que reconhecidamente se colocam à quantificação e monitorização das iniquidades em saúde, afigura-se contudo possível e desejável uma adoção mais generalizada de indicadores mínimos que contribuam para o reconhecimento, compreensão e acompanhamento da evolução do fenómeno no plano nacional. Apresenta-se uma proposta de um conjunto básico de medidas que permitem analisar a magnitude, padrão e impacte das desigualdades socioeconómicas na saúde da população idosa portuguesa, ilustrada com dados de inquéritos europeus recentes (ESS e EU-SILC, 2010). Fundamentada em investigação prévia e seguindo as recomendações internacionais mínimas, designadamente da OMS, envolve apresentação de resultados de saúde desagregados por estatuto socioeconómico e outros estratificadores de equidade, e medidas sintéticas de quantificação de diferenças absolutas e relativas de saúde entre grupos sociais, bem como um indicador de impacte. A disponibilidade de dados, bem como a relativa simplicidade de cálculo e interpretação, acessíveis inclusive a públicos não especializados no tema, foram critérios tidos em conta na escolha destas medidas, que se considera poderem facilitar uma mais ampla divulgação, debate e monitorização das desigualdades sociais em saúde – um fenómeno que assume dimensões muito significativas na saúde da população idosa em Portugal.
URI: http://hdl.handle.net/10451/11744
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