Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10451/15449
Título: O homem novo do fascismo italiano e do estado novo português
Autor: Tessadori, Pietro
Orientador: Pinto, António Costa, 1953-
Adinolfi, Goffredo
Palavras-chave: História contemporânea
Fascismo - Itália
Fascismo - Portugal
Nacionalismo cultural
Estado Novo - ensino
Ideologia - Estado Novo
Mocidade Portuguesa
Teses de doutoramento - 2014
Data de Defesa: 2014
Resumo: O objetivo deste trabalho é perceber como o ideal do Homem Novo em Itália consegue impor-se numa fase de crise geral do sistema liberal a nível europeu e como o conservadorismo tradicionalista do Estado Novo reveja o exemplo de Mussolini, aproveitando da insatisfação geral que se propaga com a I Republica Portuguesa. A ideia de regeneração geral que fomenta protestos na Europa, em Itália se consolida com o Mito della Giovinezza, por meio de uma renovação total, procurada por Mussolini, purificadora do carácter dos italianos. O fascismo implanta um amplo programa de “pedagogia” guerreira, para inculcar nos “recém-nascidos”, o sentimento de orgulho pela italianitá, transformando a ideologia de regeneração da elite intelectual, num mito revolucionário de massa. Mussolini, com a contribuição dos jovens fascistas, procura constituir um Novo Império que, à sua imagem e semelhança, repropunha o culto do Novo Condottiero Imperador de uma Nova Roma Caput Mundi, de que ele mesmo é o emblema vivo, ao qual os Italianos Novos, Novos Legionários da Italia fascista, devem mostrar uma fé de “eterna” devoção, até pronta ao sacrifício estremo. Em Portugal, o Estado Novo, ao começo surge timidamente sem nome, procurando criar as sólidas bases, que lhe permitam de diferenciar-se do “caos” da I Republica Portuguesa. Salazar, o qual vê nos sólidos valores da tradição a Renovação Moral do País, interpreta o conceito de Homem Novo, orgulhoso e nostálgico das fabulosas descobertas do Império Português, na moldura do cidadão obediente ao Chefe, funcional ao imobilismo da sociedade e à preservação do elitismo de governo. A salvaguarda da “Raça” Lusitana pode acontecer apenas por meio de um Homem Novo civilizado e civilizador, um ato de fé patriótica completamente entregue ao sentido de colaboração cívica da Pátria. Um bem cumprir apresentado, por Salazar, como uma Lição Moral de participação cívica e ao mesmo tempo espiritual, ao Bem Comum da Nação Portuguesa.
L’obiettivo di questo lavoro é comprendere in che misura l’ideale di Uomo Nuovo in Italia riesca ad imporsi in una fase di crisi generale del sistema liberale in Europa e come il conservatorismo tradizionalista dello Stato Nuovo riveda l’esempio di Mussolini, approfittando dell’insoddisfazione generale che si diffonde contro la I Repubblica Portoghese. L’idea di rigenerazione generale alla base delle proteste in Europa, in Italia si consolida grazie al Mito della Giovinezza, che Mussolini ricerca nella rinnovazione totale purificatrice del carattere degli italiani. Il fascismo sviluppa un ampio programma di “pedagogia guerriera”, per inculcare ai “nuovi nati”, il sentimento di orgoglio nell’italianitá, transformando l’ideologia di rigenerazione dell’elites intelllettuale, in un mito rivoluzionario di massa. Mussolini, grazie al contributo dei giovani fascisti, cerca di costruire un Nuovo Impero che, a sua immagine e somiglianza, riproponga il culto del Nuovo Condottiero Imperatore di una Nuova Roma Caput Mundi, del quale rappresenta l’emblema vivente, al quale gli Italiani Nuovi, Nuovi Legionari dell’Italia fascista, devono dimostrare una fede religiosa di “eterna” devozione pronta perfino al sacrifício estremo. In Portogallo lo Stato Nuovo, all’inizio sorge timidamente senza nome, cercando di creare le solide basi, che gli permetteranno di differnziarsi dal “caos” della I Repubblica Portoghese. Salazar, che vede nei valori solidi della tradizione la Rinnovazione Morale del Portogallo, interpreta il concetto di Uomo Nuovo, orgoglioso e nostálgico delle favolose scoperte dell’Impero Portoghese, nella cornice del cittadino obbediente al Capo, funzionale all’immobilismo della societá e alla protezione dell’elitismo di governo. La salvaguardia della “Razza” Lusitana puó avvenire solo col contributo di un Uomo Nuovo civilizzato e civilizzatore, com un atto di fede patriottica completamente dedicata al senso di collaborazione cívica per la Patria. Un dovere virtuoso rappresentato da Salazar, come una Lezione Morale di partecipazione cívica e allo stesso tempo spirituale, al Bene Comune della Nazione Portoghese.
Descrição: Tese de doutoramento, História (Dinâmicas do Mundo Contemporâneo), Universidade de Lisboa, ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, Universidade Católica Portuguesa, Universidade de Évora, 2014
URI: http://hdl.handle.net/10451/15449
Designação: Doutoramento em História
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