Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10451/1736
Título: Espaço público: desenho, organização e poder: o caso de Barcelona
Autor: Narciso, Carla Alexandra Filipe
Orientador: Cachinho, Herculano A. P., 1960-
Palavras-chave: Planeamento urbano - Barcelona (Espanha)
Espaços urbanos - Barcelona (Espanha)
Geografia urbana - Barcelona (Espanha)
Teses de mestrado - 2008
Data de Defesa: 2008
Resumo: Este trabalho tem como objectivo geral analisar se a forma dos espaços públicos, entendida como sistema de objectos e acções, influencia a sua apropriação. Assim, recorremos a análise do significado e do modo de produção do espaço público na cidade contemporánea através do exame do Modelo Barcelona . Tentamos também contribuir à discussão sobre as mudanças estruturais das cidades modernas que passaram de economias industrializadas a economias terciárias, com a transformação dos seus enclaves escalares, a perda das suas forças motrizes de acumulação e o intento de encontrar novas formas de produção mediante intervenções espaciais que transgrediram o planeamento tradicional. Neste sentido, importa reflectir como esta nova organização de fazer espaço conduziu a sua forma, estruturou a sua apropriação e direccionou a identidade do lugar. A metodologia apoiou-se numa perspectiva histórica, numa revisão conceptual e num estudo empírico para entender a problemática da política constitucional do espaço público e suas expressões territoriais. Procuramos apreender se as estratégias de intervenção que se expressam na forma do espaço, influem na apropriação dos mesmos e, no caso de ser assim, se existe ou não uma identidade da sociedade com o espaço público, e qual a importância para a cidade como espaço social e económico. Posteriormente, procedemos à análise concreta de dois espaços públicos criados sob a lógica do denominado Modelo Barcelona , analisamos a política constitucional de produção e intervenção que deu lugar aos mesmos, a sua configuração tipológica os elementos constituintes que os caracterizam. Concluímos que a forma influência a apropriação dos espaços, pois estes foram pensados considerando a escala da cidade megalómana e do espectáculo não a escala dos indivíduos , a partir de parcerias público/privado, o que originou sistemas apriorísticos, utópicos e sem identidade.
Este trabajo tiene como objetivo general analizar si la forma de los espacios públicos, entendida como sistema de objetos y acciones, influencia su apropiación. Así, recurrimos al análisis del significado y del modo de producción del espacio público en la ciudad contemporánea a través del examen del Modelo Barcelona . Intentamos contribuir también a la discusión sobre los cambios estructurales de las ciudades modernas que pasaron de economías industrializadas a economías terciarias, con el cambio de sus enclaves escalares, la pérdida de sus fuerzas motrices de acumulación y el intento de encontrar nuevas formas de producción mediante intervenciones espaciales que transgredieron el planeamiento tradicional. En este sentido, importa reflexionar cómo esta nueva organización de hacer espacio ha conducido su forma, estructurado su apropiación y encauzado la identidad del lugar. La metodología se apoyó en una perspectiva histórica, en una revisión conceptual y en un estudio empírico para entender la problemática de la política constitucional del espacio público y sus expresiones territoriales. Procuramos aprehender si las estrategias de intervención que se expresan en la forma del espacio, influyen en la apropiación de los mismos y, en caso de ser así, si existe o no una identidad de la sociedad con el espacio público, y cuál es su importancia para la ciudad como espacio social y económico. Posteriormente, procedemos al análisis concreto de dos espacios públicos creados bajo la lógica del denominado Modelo Barcelona , analizamos la política constitucional de creación e intervención que dio lugar a los mismos, su configuración tipológica y los elementos constituyentes que los caracterizan. Concluimos que la forma influencia la apropiación de los espacios, pues estos fueron pensados considerando la escala de la ciudad megalómana y del espectáculo no la escala de los individuos , a partir de asociaciones público/privado, lo que originó sistemas apriorísticos, utópicos y sin identidad.
Descrição: Tese de mestrado em Estudos Urbanos apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2008
URI: http://catalogo.ul.pt/F/?func=item-global&doc_library=ULB01&type=03&doc_number=000535243
http://hdl.handle.net/10451/1736
Aparece nas colecções:FL - Dissertações de Mestrado



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