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Title: Caracterização do stress parental de mães de crianças com Síndrome de Down
Authors: Cruz, Eunice Fernandes
Advisor: Santos, Salomé Vieira, 1959-
Keywords: Crianças deficientes
Síndrome de Down
Stress parental
Teses de mestrado - 2010
Issue Date: 2010
Abstract: O presente estudo tem três objectivos principais: 1. caracterizar o stress parental (SP) experimentado por mães de crianças com Síndrome de Down; 2. caracterizar a sua percepção quanto ao apoio e ao grau de dificuldade nas tarefas de cuidado/educação; 3. analisar a relação do SP quer com a percepção relativa a estas tarefas, quer com o número de apoios recebidos pela criança. Participaram no estudo 74 mães, constituindo-se dois grupos: G1 – mães de crianças com Síndrome de Down (N=37); G2 – mães de crianças sem problemas de desenvolvimento (N=37). A idade das crianças-alvo varia entre os 2 meses e os 12 anos. No G2 controlaram-se as variáveis idade e sexo da criança, e escolaridade da mãe. Para avaliar o SP utilizou-se a adaptação portuguesa do Parenting Stress Index (PSI), nas versões para crianças mais velhas e mais novas. Construiu-se também uma Ficha de Recolha de Informação (sócio-demográfica e relativa ao problema, à criança, e aos cuidados/educação). Os resultados mostram que o G1, em comparação com o G2, experimenta níveis mais elevados de SP (Total, Domínio da Criança e subescalas específicas). O SP varia em função da idade da criança, sendo significativamente mais elevado (Total e Domínios) nas mães do G1 de crianças mais velhas (4-12 anos). O G1 não difere do G2 na percepção do apoio nas tarefas de cuidado, mas distingue-se significativamente dele na percepção da dificuldade nas tarefas relativas à higiene, estimulação da criança e cuidados médicos, referindo maior dificuldade. O SP relaciona-se positivamente com a percepção de dificuldade na realização de algumas tarefas, mas não se associa com a percepção do apoio nas tarefas e com os apoios que a criança recebe. O estudo tem implicações clínicas relevantes em termos das áreas de stress e das tarefas de cuidado/educação da criança.
This study has three main aims: 1. to characterize the parenting stress (PS) experienced by mothers of children with Down Syndrome; 2. to characterize their perceptions towards the support and degree of difficulty in tasks related to care/education; 3. to analyze the relationship between PS with both the perception of such these tasks, and the amount of support received by the child. 74 mothers participated in this study forming two groups: G1 - mothers of children with Down Syndrome (N=37); G2 - mothers of typically developed children (N=37). The age of the target-children ranged from 2 months to 12 years. In G2 the age and sex of the children were controlled as well as the mother’s educational background. To assess PS, the versions for younger and older children of the Portuguese adaptation of the Parenting Stress Index (PSI) were used. A form was also created in order to obtain socio-demographic information, as well as information related to the problem, the child and care/education. The results show that G1, in comparison with G2, experience higher levels of PS (Total, Child Domain and specific subscales). PS varies according to the child’s age, becoming significantly higher (Total and Domains) in the G1 mothers of older children (4-12 years). There are no differences between G1 and G2 in the perception of support in care giving tasks. However, they differ in their perception of difficulty in tasks related to hygiene, child stimulation, and medical care, where G1 mothers indicate greater difficulty. PS is positively associated with mothers’ perception of the degree of difficulty in performing some tasks, but is not associated with their perception of support in the tasks or with the amount of support received by the child. This study has relevant clinical implications concerning stress areas and tasks related to child care/education.
Description: Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicologia Clinica Dinâmica), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2010
URI: http://hdl.handle.net/10451/1898
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