Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10451/19949
Título: For a lark : the poetry of songs
Autor: Rodrigues, Telmo
Orientador: Feijó, António M., 1952-
Tamen, Miguel, 1960-
Palavras-chave: Objecto (Estética)
Relação de objecto (Psicanálise)
Personalidade e cultura
Data de Defesa: 2015
Resumo: It is commonly accepted that art is humanity’s highest achievement and a definite proof of distinction between humans and other animals. In that sense, the higher the artistic accomplishment, the more sublime the human. The premise for my thesis is that a distinction between high and low art is useless, and, as such, other distinctions must be put in place in order to qualify human beings and the environments they inhabit. My overall argument is that it is not the extraordinary but the ordinary that distinguishes human beings not only from other animals but also among themselves. Ordinariness is the central aspect of our lives and a decisive part of who we are. Many different aspects out of our control condition choices we make, and we are usually led to believe that those aspects are what is relevant for assessing our lives; nevertheless, it is what we choose that is decisive. Taking pop music as an instance of low art, how and why we relate to some things and not others will be discussed; by approximating pop music to the practices of poetry, an instance of high art, it will be shown that most intellectual thought put in the creation of one type of art is present in the other: allegiance to one or the other is a matter of personal choice, not of constituency.
É comum aceitar a ideia de que a arte é aquilo que a humanidade tem de mais nobre e a demonstração absoluta de que os humanos são diferentes de outros animais. Desse ponto de vista, quanto mais nobre a arte mais sublime o ser humano. A premissa da minha tese é a de que a distinção entre arte erudita e arte popular é inútil e, assim sendo, devem ser consideradas outras distinções para qualificar seres humanos e os vários espaços que habitam. O meu argumento geral pressupõe que não é o extraordinário mas antes o comum que nos distingue não só de outros animais mas também de outros especímenes humanos. Aquilo que é central nas nossas vidas, e um aspecto crucial para sermos quem somos, é aquilo que fazemos normalmente. Sendo que as nossas escolhas podem ser condicionadas por muitas variáveis, temos por hábito pensar que o que é importante para compreendermos a nossa vida são essas variáveis; no entanto, são as nossas escolhas que importam. Tomando a música pop como um exemplo de arte popular, serão discutidas as formas e razões que nos levam a apreciar algumas coisas em detrimento de outras; ao aproximar a música pop das práticas da poesia (uma arte erudita), pretende-se mostrar que a maior parte das considerações que dão origem a uma são idênticas às que originam a outra: a inclinação para uma ou para a outra depende da escolha pessoal, não de predisposição biológica.
Descrição: Tese de doutoramento, Estudos de Literatura e de Cultura (Teoria da Literatura), Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2015
URI: http://hdl.handle.net/10451/19949
Designação: Doutoramento em estudos de Literatura e de Cultura
Aparece nas colecções:FL - Teses de Doutoramento

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