Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10451/20592
Título: Adaptação e aplicação de um instrumento facilitador da autoavaliação, da evolução do ensino e da aprendizagem da condução automóvel
Autor: Contente, António Semião Peixe
Orientador: Gonçalves, Maria Dulce Miguéns, 1961-
Mestre (15 valores)
Palavras-chave: Condução automóvel
Competências
Auto-avaliação (psicologia)
Teses de mestrado - 2015
Data de Defesa: 2015
Resumo: A evolução no ensino de condução automóvel passa não só pelo treino das habilidades da condução, mas também pela utilização de estratégias metacognitivas e comportamentais, e ainda no desenvolvimento de competências do conhecimento e da tomada de consciência. O presente estudo tem por objetivos destacar trabalhos que contribuem para melhorar a prática da formação de condutores, adaptar e aplicar um instrumento facilitador da autoavaliação, do ensino e da aprendizagem da condução automóvel. Autoclassificações das capacidades dos alunos, e as classificações dos seus instrutores, foram recolhidas durante o decorrer da formação, através de duas versões do questionário ad hoc de Boccara, Delhomme, Vidal-Gomel & Rogalski (2011), sobre a capacidade de condução dos alunos nas situações de “virar à esquerda”, “ultrapassar”, e circulação em rotunda. O questionário inclui, uma escala de avaliação de três partes (seis tarefas secundárias de condução necessárias para executar a manobra, quantidade de “subtarefas” de condução conseguidas em simultâneo, e a autonomia do aluno), dados sociodemográficos e do progresso dos alunos na instrução da condução. Os participantes foram 38 alunos de condução (16 homens e 22 mulheres), com idade média de 22,3 anos, e 3 instrutores, profissionais a tempo inteiro (2 homens e 1 mulher) de 2 escolas de condução da zona de Lisboa. As qualidades psicométricas da escala utilizada, foram: itens com elevada sensibilidade, com correlações fortes (todos os rs > 0.5), e com fiabilidade entre boa e elevada consistência interna (αs entre 0.88 e 0.99), sobre as classificações das autoavaliações, bem como das avaliações dos instrutores nas três partes da escala. Em termos globais e como esperado, as auto-classificações em conjunto com as classificações dos seus instrutores, tornaram-se mais positivas comparativamente entre os alunos que não tinham mais de 11h e os que tinham mais de 22h de formação prática de condução. Os resultados são discutidos.
The evolution of driving training course goes through the accomplishment of goals that go beyond the practice of the skills required to drive a vehicle; it also implies the use of metacognitive and behavioral strategies, the inclusion of knowledge and skills development, the potential risk factors and the training of awareness on its curriculum. The present study is aimed at highlighting works that contribute to improve drivers’ training, and at adapting and applying an instrument that makes driving self-assessment, teaching and learning easier. Students’ self-ratings of their skills and instructors’ ratings have been collected during the course from two versions of an ad hoc questionnaire (Boccara, Delhomme, Vidal-Gomel & Rogalski, 2011), about students’ driving ability, in driving situations, to “turn leftt”, “to overtake” and “to drive on roundabouts”. The questionnaire includes a three part assessment scale (six driving secondary tasks required to perform the maneuver, the number of driving ”subtasks” achieved simultaneously and student’s autonomy) sociodemographic data and the students’ progress in the driving course. The participants were 38 student drivers (16 men and 22 women) with an average age of 22,3 years old and 3 fulltime professional driving instructors ( 2 men, 1 woman) from 2 driving schools in the area of Lisbon. The psychometric qualities of the scale used were: high sensitivity items, items with strong correlations (all the rs > 0.5) and reliability between good and high internal consistency (as between 0.88 e 0.99) about the self-assessment ratings as well as the instructors’ ratings on the 3 parts of the scale. On the whole and as expected, the self-ratings and the instructors’ ratings became more positive among the students who did not have more than 11 hours of driving training course than among those who had more than 22 hours. Results are discussed.
Descrição: Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia da Educação e da Orientação), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2015
URI: http://hdl.handle.net/10451/20592
Designação: Mestrado em Psicologia
Aparece nas colecções:FP - Dissertações de Mestrado

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