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Título: Comportamentos de autonomia nos anos pré-escolares na transição para a escolaridade obrigatória
Autor: Silva, Micaela Costa da
Orientador: Barros, Maria Luísa, 1957-
Palavras-chave: Autonomia
Educação pré-escolar - Portugal
Perturbações do comportamento
Teses de mestrado - 2009
Issue Date: 2009
Resumo: Partindo do reconhecimento de uma lacuna existente no estudo sobre comportamentos de autonomia e da importância que estes comportamentos têm no dia-a-dia da criança, no processo de construção da sua autonomia e na entrada para a escolaridade obrigatória, este estudo exploratório teve como objectivo principal identificar a prevalência de comportamentos de autonomia numa amostra de crianças na transição para a escolaridade obrigatória. Através da aplicação do Questionário de Avaliação de Comportamentos de Autonomia e do Questionário de Capacidades e Dificuldades, a 39 crianças de 5 e 6 anos de idade, utentes nas Unidades de Saúde da Charneca da Caparica e da Trafaria, foi possível recolher dados para (1) identificar a prevalência de comportamentos de autonomia, (2) avaliar a diferença no grau de autonomia, para os comportamentos avaliados, entre grupos de crianças, considerando o sexo, a frequência no jardim-escola e o número de irmãos e/ou irmãs, (3) identificar a prevalência de crianças com perturbação emocional e comportamental, e (4) avaliar a associação entre uma menor autonomia nos comportamentos avaliados e a presença ou ausência de perturbação comportamental. Os resultados demonstram que a maioria das crianças é autónoma nos domínios avaliados neste estudo (alimentação, hábitos de higiene, sono, controlo das funções de eliminação, cuidados diários pessoais e realização de pequenas tarefas), que as raparigas desta amostra têm uma maior autonomia nestes comportamentos comparativamente aos rapazes, e que, a este nível, não existem diferenças entre as crianças que frequentam o jardim-escola e aquelas que não frequentam, e entre as crianças que têm irmãos e as que não têm. Verificou-se ainda uma associação entre uma menor autonomia e a presença de perturbação emocional e comportamental, contudo esta não foi conclusiva. Adicionalmente, foi possível identificar alguns comportamentos que são realizados de forma menos autónoma pela maioria das crianças.
Recognizing the lack in the study of autonomy behaviors and the importance of this behaviors in the daily life of children, in the construction process of their autonomy, and in the transition to the first grade, this study had as the primary objective to identify the prevalence of autonomy behaviors in a sample of children in the transition to the first grade.Through the application of the Autonomy Behaviors Questionnaire and the Strengths and Difficulties Questionnaire, to 39 children of ages 5 and 6, that attended the Health Centers of Charneca da Caparica and Trafaria, it was possible to collect data to (1) identify the prevalence of autonomy behaviors, (2) evaluate differences in groups of children, considering sex, kindergarten attendance, and number of sisters or/and brothers, (3) identify the prevalence of emotional and behavioral disorders, and (4) evaluate the association between less autonomy on the behaviors evaluated and the prevalence of emotional and behavioral disorder. The results showed that the majority of children are autonomous in all the evaluated dominions (feeding, sleep, hygiene routines, sphynoter's controle and ability to accomplish simple tasks), that girls have more autonomy than boys in these behaviors, and that, at this level, there are no differences between children who attended kindergarten and those who didn't, and between children with siblings and those who haven't. It was also possible to notice an association between lesser autonomy and the presence of emotional and behavioral disorder, yet this association wasn't clear. Beyond that, it was possible to identify some behaviors that are executed with lesser autonomy by the majority of children.
Descrição: Tese de mestrado, Psicologia (Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicologia da Saúde e da Doença), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, 2009
URI: http://catalogo.ul.pt/F/?func=item-global&doc_library=ULB01&type=03&doc_number=000580678
http://hdl.handle.net/10451/2143
Appears in Collections:FPCE - Dissertações de Mestrado

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