Universidade de Lisboa Repositório da Universidade de Lisboa

Repositório da Universidade de Lisboa >
Faculdade de Medicina (FM) >
FM - Dissertações de Mestrado >

Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10451/2252

Título: Polyphenols as antioxidants in Parkinson's disease : protein aggregates in cellular models
Autor: Macedo, Diana Leonor Constantino, 1986-
Orientador: Ferreira, Ricardo Manuel de Seixas Boavida, 1957-
Santos, Cláudia
Palavras-chave: Neurociências
Alfa-sinucleína
Doença de Parkinson
Compostos fenólicos
Espécies de oxigénio reactivas
Leveduras
Antioxidantes
Teses de mestrado - 2010
Issue Date: 2010
Resumo: α-Synuclein (αSyn) aggregation and fibrillation are closely associated with the formation of Lewy bodies in neurons and are implicated in the causative pathogenesis of Parkinson‟s disease (PD) and other synucleinopathies. It is believed that compounds that slow and/or prevent toxic oligomerization of αSyn could represent potential drug leads for PD prevention. However, there is no approved therapeutic agent directed toward preventing the protein aggregation. Although the mechanisms of αSyn amyloidogenesis and its related cytotoxicity remain elusive, it appears that oxidative stress triggers oligomerization. Since αSyn aggregation may also promote the formation of reactive oxygen species (ROS) directly, its unrestrained aggregation supposedly leads to a vicious cycle of ROS production and aggregation. Thus, from different perspectives, oxidative stress plays a prominent role in PD onset and development. Therefore, agents that either prevent the production of ROS directly and/or inhibit toxic αSyn aggregation would be of particular therapeutic interest. Among antioxidants, polyphenols are acknowledged for their health benefits. These metabolites, formerly thought to be simple radical scavengers, are now considered to invoke a spectrum of cellular mechanisms of action related to their neuroprotective activity. Corema album and Arbutus unedo polyphenols were screened for potential neuroprotective agents. These Portuguese native species were chosen based on their tissues (fruits and leaves) polyphenol contents and on their high in vitro antioxidant capacity. However, the results obtained suggest that other mechanisms, beyond radical scavenging, may underlay these metabolites protective action in the yeast PD model. Preliminary results point in the sense that polyphenols enriched fractions from the species under study alleviated oxidative stress and αSyn-induced toxicity in yeast. Moreover they exhibited a more powerful protective effect than Ginkgo biloba, the positive control and well known species for its age-related benefits. These preliminary results imply C. album and A. unedo polyphenols, from fruits and leaves, as potential therapeutic agents directed towards preventing the toxic protein aggregation in synucleinopathies.
A agregação e fibrilação da α-sinucleína (αSyn) estão intimamente associadas à formação de corpos de Lewy em neurónios e estão implicadas na patogénese da doença de Parkinson (DP) e outras sinucleinopatias. Acredita-se que compostos que reduzam a taxa de formação e/ou previnam a oligomerização da αSyn podem ser indicadores de potencias fármacos para a prevenção da DP. No entanto, não há nenhum agente terapêutico aprovado cujo alvo seja a prevenção da agregação proteica. Embora os mecanismos subjacentes à amiloidogénese da αSyn permaneçam desconhecidos, o stresse oxidativo desencadeia a sua oligomerização. Por outro lado, a agregação da αSyn pode também promover directamente a formação de espécies reactivas de oxigénio (ROS). Desta forma, a agregação descomedida de αSyn desencadeia um ciclo vicioso de produção de ROS e de agregação. Quando analisado de várias perspectivas, o stresse oxidativo desempenha um papel proeminente no início e na progressão da DP e, portanto, compostos que impeçam a produção de ROS directamente e/ou inibam a agregação tóxica de αSyn são de especial interesse terapêutico. Entre os antioxidantes, os polifenóis, anteriormente descritos como simples sequestradores de radicais, são agora reconhecidos por invocarem um espectro de mecanismos de acção celular relacionados com a sua actividade neuroprotectora. Polifenóis de Corema album e Arbutus unedo foram rastreados para potenciais agentes neuroprotectores. Estas espécies, nativas de Portugal, foram escolhidas com base no teor em polifenóis e na elevada capacidade antioxidante in vitro dos seus tecidos (frutos e folhas). No entanto, os resultados sugerem que outros mecanismos, além da actividade antioxidante, parecem mediar a acção protectora destes metabolitos no modelo de PD em levedura. Fracções enriquecidas em polifenóis destas espécies aliviaram o stresse oxidativo e a toxicidade induzida pela αSyn em leveduras. Além disso, revelaram-se agentes protectores mais poderosos que o Ginkgo biloba, o controlo positivo conhecido pelos seus benefícios relacionados com o envelhecimento. Estes resultados preliminares evidenciam os polifenóis, de frutos e folhas de C. album e A. unedo como potenciais agentes terapêuticos relacionados com a inibição da agregação proteica, causa de toxicidade em sinucleinopatias.
URI: http://hdl.handle.net/10451/2252
Appears in Collections:FM - Dissertações de Mestrado

Files in This Item:

File Description SizeFormat
597467_Tese.pdfDissertação2,18 MBAdobe PDFView/Open
Restrict Access. You can request a copy!
Statistics
FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpaceOrkut
Formato BibTex mendeley Endnote Logotipo do DeGóis 

Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.

 

  © Universidade de Lisboa / SIBUL
Alameda da Universidade | Cidade Universitária | 1649-004 Lisboa | Portugal
Tel. +351 217967624 | Fax +351 217933624 | repositorio@reitoria.ul.pt - Feedback - Statistics
DeGóis
  Estamos no RCAAP Governo Português separator Ministério da Educação e Ciência   Fundação para a Ciência e a Tecnologia

Financiado por:

POS_C UE