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Título: A marinha mercante entre 1945-1985: as grandes armadoras
Autor: Brázia, Paulo Jorge Martins da,1973-
Orientador: Ventura, António,1953-
Palavras-chave: Marinha mercante - Portugal - séc.20
Companhias de navegação - Portugal - séc.20
Comércio internacional - séc.20
Teses de mestrado - 2010
Issue Date: 2010
Resumo: Apresentamos a evolução da Marinha Mercante entre 1945 e 1985. As balizas temporais têm uma explicação lógica. Em 1945 foi delineado um plano de renovação da marinha mercante, o emblemático Despacho n.º 100, com o seu ambicioso projecto de alcançar os 60% de cobertura das transacções nacionais, jamais alcançados. Por sua vez, 1985 marca a extinção de quatro das principais armadoras nacionais. São 40 anos durante os quais a marinha mercante portuguesa passa do Zero Marítimo, atinge o seu clímax (em 1950 tornou-se na 17ª maior frota do mundo com 0,64% da capacidade de carga mundial), para por fim definhar e retornar a um novo Zero Marítimo na viragem do século. Neste estudo recorreu-se a publicações da época e em particular às publicações da Junta Nacional da Marinha Mercante. Com base nessa recolha e no estudo do impacto económico, procuramos abrir uma janela para um passado recente, reforçada na Legislação que susteve o esforço de modernização da frota, mas igualmente nas medidas de melhoria dos portos, construção naval, ensino, protecção social e saúde dos passageiros e tripulantes. Não foram aprofundadas as inovações tecnológicas, mas não descoramos as inovações relacionadas com a capacidade de carga, é o caso da sala das máquinas que se desloca do centro do navio “meia-nau” para a popa, com um particular interesse na introdução dos empilhadores e dos Contentores. Apesar da ainda difícil recolha de dados, não descoramos o apoio da Marinha Mercante no decurso da Guerra Colonial e da Descolonização. Em termos económicos, os resultados contradizem as ideias preconcebidas e associadas a esta época. Não houve um monopólio no período colonial e os produtos que actualmente associamos aos produtos tradicionais de exportação nunca foram produtos de grande impacto nas transacções.
Descrição: Tese de mestrado, História Marítima, Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2010
URI: http://hdl.handle.net/10451/2264
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