Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10451/26190
Título: Gastrite atrófica auto-imune
Autor: Belchior, Vanessa Soraia Faria
Orientador: Loreto, Helena
Palavras-chave: Gastrite atrófica
Fundo gástrico
Estômago
Gastropatias
Criança
Pediatria
Data de Defesa: 2015
Resumo: Introdução: A Gastrite Atrófica Auto-imune é uma doença caracterizada pela atrofia do corpo e do fundo do estômago e pela presença de auto-anticorpos contra as células gástricas parietais e/ou, em menor quantidade, contra o factor intrínseco. A GAI é considerada uma condição muito rara nas crianças, existindo apenas alguns casos reportados. No entanto a sua verdadeira incidência continua incerta uma vez que, usualmente, a doença é assintomática Revisão: Foi efectuada uma revisão dos pontos mais relevantes desta patologia, desde a etiopatogénese à terapêutica, tendo em consideração o ponto de vista pediátrico. Caso Clínico: Reporta-se o caso clínico ilustrativo, de uma jovem de 10 anos, que surgiu com um quadro de anemia ferropénica refractária à terapêutica oral e cuja investigação etiológica, quer com a realização de endoscopia digestiva alta, com colheita de biopsias, quer através de exames laboratoriais, levou ao diagnóstico de gastrite auto-imune. Discussão: Embora classicamente associada a anemia perniciosa na meia-idade e em idosos, tem sido recentemente reportada a sua apresentação como anemia por défice de ferro, particularmente em doentes jovens. Apesar de conhecida a patogenia, ainda não foi totalmente detectado qual o factor desencadeante. Para além disso, tem sido evidenciada a sua associação com outras doenças auto-imunes, pelo que estas devem ser sempre investigadas. Conclusão: Apesar da sua aparente raridade em idade pediátrica, é um diagnóstico a ter presente, já que o diagnóstico precoce, permite a prevenção e a vigilância/controle da morbilidade/mortalidade hematológica e gastro-intestinal severa.
Introduction: Autoimmune atrophic gastritis (GAI) is a disease characterized by fundus and corpus atrophy and by the presence of anti-parietal-cell antibodies (PCA) and/or anti-intrinsic-factor antibodies (IFA). GAI is considered to be a very rare condition on children, with only a very few cases reported. However, its incidence is considered to be unknown due to the fact that is frequently asymptomatic. Review: It was done a review on the most relevant topics of this pathology, from the etiopathogenesis to the therapeutic, having in consideration the pediatric perspective. Clinical Case: It is reported an illustrative clinical case of a 10 years-old young girl with iron-deficiency anemia refractory to oral therapeutic, which etiological investigation (through an endoscopy with biopsies and laboratorial exams) leaded to an autoimmune gastritis diagnose. Discussion: Although classically associated with pernicious anemia in mild and old-age, it has been recently reported its presentation as iron-deficiency anemia, particularly in younger patients. Even the pathogenesis is known, it has not been totally detected which is the initiation factor. Also, it has been shown GAI association with other autoimmune diseases, which must always be investigated. Conclusion: Even seeming to be rare in young age, the GAI diagnose must be taken into consideration given that its premature diagnose allows the prevention and control of severe hematologic and gastrointestinal morbidity/mortality.
Descrição: Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2015
URI: http://hdl.handle.net/10451/26190
Designação: Mestrado Integrado em Medicina
Aparece nas colecções:FM – Trabalhos Finais de Mestrado Integrado

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