Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10451/2650
Título: Estratégias de coping, bem-estar e adaptação nas crianças e adolescentes com cancro : estudo exploratório
Autor: Cardoso, Carla Marisa Pereira
Orientador: Barros, Maria Luísa, 1957-
Palavras-chave: Estratégias de coping
Bem-estar subjectivo
Crianças hospitalizadas
Cancro - Aspectos psicológicos
Teses de mestrado - 2010
Data de Defesa: 2010
Resumo: Durante o processo de tratamento da doença oncológica existem experiências perturbadoras que podem provocar stress para as crianças e respectivas famílias. Assim, a criança deve ajustar-se à sua condição e adquirir competências que lhe permitam uma adaptação eficaz. No presente estudo, foram avaliadas as estratégias de coping utilizadas pelas crianças e adolescentes no confronto com os tratamentos oncológicos, através do Kidcope. Foi estudado também as diferenças na escolha de estratégias de coping em diferentes grupos etários da amostra. Por fim, foi estudada associações entre as estratégias de coping escolhidas e níveis de adaptação diferenciados, avaliado através de duas versões do SDQ, bem como entre as estratégias e valores diferentes de bem-estar subjectivo, avaliados através da escala de Faces. Oito crianças e doze adolescentes com idades compreendidas entre os 7 e os 17 anos constituíram a amostra. Os respectivos cuidadores principais responderam ao instrumento de avaliação do nível de adaptação. Verificou-se a utilização de uma variedade de estratégias de coping para o confrontar os tratamentos, nos dois grupos etários, que estiveram associadas a diferentes níveis de bem-estar subjectivo e de adaptação sócio-emocional.
During oncologic treatments there are unsettling experiences which may lead children and families to stress. Thus, the child must adjust to their condition and acquire skills that enable effective adaptation. The present study analyzes coping strategies used by children and adolescents to confront treatments, through Kidcope. It also studied the differences in the choice of coping strategies in different age groups of the sample. Finally, we studied associations between coping strategies chosen and different levels of adaptation, evaluated using two versions of the SDQ, and between strategies and different values of subjective well-being, measured using a scale of Faces. Eight children and twelve adolescents aged 7 to 17 years comprised the sample. Their caregivers answered the instrument for assessing the level of adaptation. There was in both age groups a vast number of coping strategies to confront treatments reported, that were associated with different levels of subjective well-being and socio-emotional adaptation.
Descrição: Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicologia Clínica da Saúde e da Doença), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2010
URI: http://hdl.handle.net/10451/2650
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