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Título: Influência da escolaridade na avaliação neuropsicológica do defeito cognitivo ligeiro
Autor: Godinho, Filipe Duarte Saragaço Garcia
Orientador: Martins, Isabel Pavão
Palavras-chave: Escolaridade
Comprometimento cognitivo leve
Testes psicológicos
Linguagem
Data de Defesa: 2016
Resumo: Este estudo tem como objetivo investigar a presença de diferentes padrões de declínio cognitivo, tendo em consideração a educação. A hipótese defendida é a de que os doentes com baixa escolaridade apresentam um desempenho mais baixo nas funções executivas, comparativamente aos doentes com alta escolaridade. Foram incluídos indivíduos com diagnóstico de Declínio Cognitivo Ligeiro (DCL) e com uma ou mais avaliações neuropsicológicas (100 participantes, a maioria do sexo feminino [64%] com 68.3 [± 8.3] anos de idade e 7.8 [± 4.9] anos de escolaridade), tendo sido divididos em dois grupos (baixa escolaridade [1-4 anos] e alta escolaridade [> 4 anos]). Os resultados dos testes neuropsicológicos foram analisados através de regressão linear simples a fim de avaliar a variação destes com a educação; cada domínio cognitivo foi alvo de comparação entre os dois grupos de escolaridade, recorrendo a testes t de student; e a proporção de baixo desempenho nos vários testes foi analisada através de tabelas de contingência. Os resultados revelaram a existência de padrões de declínio cognitivo semelhantes entre os dois grupos, embora com valores mais baixos de desempenho nalguns testes nos sujeitos com alta escolaridade. Estes resultados sugerem que o grupo de alta escolaridade possa ter maior reserva cognitiva, podendo eventualmente manter-se num estádio de DCL, apesar de um declínio executivo mais acentuado.
The present study aims to investigate the presence of different cognitive decline patterns by taking into consideration the education level. Our hypothesis is that participants with low education have a lower performance in executive abilities compared with participants with high education. Individuals with a diagnosis of Mild Cognitive Impairment (MCI) and with one or more neuropsychological evaluations were included in this study (100 participants, mostly female [64%] with 68.3 [± 8.3] years of age and 7.8 [± 4.9] years of education) and divided into two groups (low education [1-4 years] and high education [> 4 years]). The results of the neuropsychological tests were subject to simple regression analyses to determine the variance by education; each cognitive domain was subject to comparison between the two groups by using t student tests; and the proportion of low performances on the several tests was analyzed between the two groups using contingence tables. The results showed similar cognitive decline patterns between individuals with low and high education, with no significant difference in each cognitive domain evaluated. It is possible that the group with higher education is somehow protected from conversion to dementia by higher cognitive reserve and, therefore, these people are classified as having MCI, despite a more severe executive impairment.
Descrição: Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2016
URI: http://hdl.handle.net/10451/26557
Designação: Mestrado Integrado em Medicina
Aparece nas colecções:FM – Trabalhos Finais de Mestrado Integrado

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