Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10451/26907
Título: Avaliação reológica e sua relação com a avaliação físico-química no controlo de qualidade de azeites nacionais
Autor: Silva, João Vasco Pinto Pereira da
Orientador: Pinheiro, Lídia Maria Veloso
Bettencourt, Ana Francisca
Palavras-chave: Azeite de oliveira
Densidade
Energia de Ativação
Espetroscopia UV-visível
Mestrado Integrado - 2014
Newtoniano
Reologia
Viscosidade
Índice de Acidez
Índice de Peróxidos
Índice de Refração
Data de Defesa: 2015
Resumo: O trabalho de projeto que aqui se apresenta visou caracterizar reologicamente cinco amostras de azeite português e determinar o efeito da temperatura na viscosidade destas amostras, recorrendo a um viscosímetro digital Brookfield, modelo DV-II+. Foi igualmente investigado o efeito da velocidade de corte e do tempo na viscosidade dessas amostras. Procurou-se ainda analisar e comparar a qualidade físico-química de cinco azeites virgens portugueses, procurando estabelecer a relação entre alguns parâmetros físico-químicos (índice de acidez, índice de peróxidos, índice de refração e densidade) e reológicos (viscosidade e energia de ativação). Foram também examinados e comparados os espetros de absorção UV- visível nas referidas das amostras. Dos cinco azeites estudados, dois são de denominação de origem protegida (DOP) - o Azeite Moura e o Azeite de Trás-os-Montes, dois são azeites elementares ou monovarietais - o Azeite Oliveira da Serra e o Azeite Gallo, e um é azeite de agricultura biológica. Os resultados indicam que os cinco azeites parecem exibir um comportamento reologicamente newtoniano, não tendo sido observada qualquer variação da viscosidade com o tempo. Como esperado, o aumento da temperatura implicou uma diminuição na viscosidade das cinco amostras de azeite, tendo sido utilizado o modelo arrheniano para descrever o efeito da temperatura na viscosidade. O azeite de agricultura biológica apresentou o valor mais elevado de energia de ativação (29,748 kJ mol-1), enquanto o Azeite Oliveira da Serra apresentou o menor valor (27,451 kJ mol-1), indicando respetivamente maior e menor sensibilidade ao efeito da temperatura. Quanto às propriedades físico-químicas investigadas, todos os azeites apresentaram propriedades muito semelhantes, com exceção do azeite de agricultura biológica que apresentou valores significativamente diferentes ao nível do índice de acidez e índice de peróxidos. Em todos os azeites analisados, os resultados sugerem a inexistência de uma relação direta entre os índices de peróxidos e as energias de ativação. Contudo, observa-se uma possível relação entre os índices de acidez e as energias de ativação.
Descrição: Trabalho Final de Mestrado Integrado, Ciências Farmacêuticas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2014
URI: http://hdl.handle.net/10451/26907
Designação: Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas
Aparece nas colecções:FF - Trabalhos Finais de Mestrado Integrado

Ficheiros deste registo:
Ficheiro Descrição TamanhoFormato 
MICF_Joao_Silva.pdf1,37 MBAdobe PDFVer/Abrir    Acesso Restrito. Solicitar cópia ao autor!


FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpace
Formato BibTex MendeleyEndnote Degois 

Todos os registos no repositório estão protegidos por leis de copyright, com todos os direitos reservados.