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Título: Auto-avaliação regulada em Matemática: dizer antes de fazer
Outros títulos: Self-regulated assessment in Mathematics: Saying before doing
Autor: Santos, Leonor
Pinto, Jorge
Palavras-chave: Educação Matemática
Auto-avaliação regulada
Aprendizagem em Matemática
Interacção avaliativa
Avaliação formativa
Data: 2009
Citação: Santos, L. & Pinto, J. (2009) Auto-avaliação Regulada em Matemática: dizer antes de fazer. Bolema, 33, 51-68.
Resumo: Esse artigo diz respeito a um estudo desenvolvido com alunos do ensino secundário em Matemática, onde se introduziu ao longo de todo um ano lectivo uma prática intencional de avaliação reguladora. Esta prática consistiu numa estratégia pedagógica em que os alunos tinham de interpretar a tarefa proposta, descreverem por escrito a estratégia de resolução e posteriormente resolverem-na. Coube ao professor dar feedback às produções dos alunos, variando ao longo do ano a sua incidência. Optou-se por uma metodologia interpretativa, recorrendo-se à observação, com registo áudio, e à análise documental das produções dos alunos, do diário de bordo e reflexões do professor. Este estudo evidencia que esta estratégia é potenciadora de aprendizagem, contribui para os alunos reformularem raciocínios erróneos e evita a persistência de erros ou incompreensões. Por ser contrária a uma prática corrente, levanta contudo dificuldades aos alunos e desafia o professor a reflectir e a interagir com outros.
This article reported a study evolving secondary students in mathematics, where formative assessment was introduced along the school year. In this teaching strategy pupils had to interpret a task, write the resolution strategy and then solve it. The teacher gave feedback to the pupils throughout their outcomes, changing the focus of the feedback’s incidence over the year. An interpretive methodology was chosen, using observation, with audio recording, and pupils’ sheets, target logbook and teacher reflections. This study pointed out that this strategy contributes to the learning process, helps students to reanalyse their reasoning and prevents persistence of errors and misunderstandings. It is opposite to the standard practice, in that it raises difficulties for the pupils and challenges the teacher to reflect and interact with others.
Descrição: Este artigo corresponde à versão post-print do trabalho publicado.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10451/2810
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