Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10451/28489
Título: Language proficiency among immigrants and the establishment of interethnic relations: a comparative analysis of Bilbao, Lisbon and Rotterdam
Autor: Esteves, Alina
Sampaio, Dora
Palavras-chave: Language proficiency
immigrants
interethnic contacts
social networks
Data: 2014
Editora: Universidade de Lisboa, Centro de Estudos Geográficos
Citação: Esteves, A., & Sampaio, D. (2013). Language proficiency among immigrants and the establishment of interethnic relations: a comparative analysis of Bilbao, Lisbon and Rotterdam. Finisterra – Revista Portuguesa de Geografia, XLVIII, (96), 65-88. DOI: https://doi.org/10.18055/Finis3617
Resumo: Despite the increasing interest in exploring language proficiency among immigrants as a quintessential element for their economic integration in the host country, less attention has been devoted to the social impacts that destination-language proficiency may have on enhancing interethnic contacts between immigrants and the native population. This research aims to shed light on this latter topic, discussing if being a native-speaker immigrant in the host country or, for those immigrants who are non-native speakers, having a stronger command of the destination-language may increase their likelihood of interacting with the native population. Moreover, we question if there are significant differences in the interaction patterns between these two groups and the natives, presenting the cities of Bilbao, Lisbon and Rotterdam as a territorial frame. The analysis is based on data gathered through the GEIT ONIES survey. The results obtained indicate that native-speaker immigrants generally tend to show more interaction with the natives. Nevertheless, for immigrants not sharing such cultural similarity, those with a higher level of second-language proficiency clearly show stronger bonds with the native population; in both cases this can also be related to individual, group or place related variables.
Proficiência linguística entre imigrantes e relações inter-étnicas: análise comparativa entre Bilbau, Lisboa e Roterdão. Apesar do crescente interesse pela análise da proficiência linguística dos imigrantes enquanto elemento essencial para a sua integração económica no país de destino, menor atenção tem sido concedida ao papel que a proficiência linguística pode assumir no desenvolvimento de contactos interétnicos com a população nativa. Esta investigação procura examinar se ser imigrante nativo da língua do país de acolhimento ou, para os imigrantes que não partilham o mesmo idioma, possuir um maior nível de proficiência na língua do país de destino, influencia a probabilidade de interacção com a população nativa. Simultaneamente, questiona-se também a existência de um padrão de interacção diferenciado entre estes dois grupos de imigrantes e a população nativa, apresentando como quadro territorial as cidades de Bilbau, Lisboa e Roterdão. A análise quantitativa tem por base os padrões de resposta aos inquéritos aplicados no âmbito do projecto GEIT ONIES . Os resultados indicam que os imigrantes nativos da língua do país de acolhimento tendem, a possuir maior número de interacções com a população nativa. Não obstante, para os imigrantes que não partilham desta semelhança cultural, o maior número de relações inter-étnicas com os nativos encontra-se associado aos imigrantes com nível superior de proficiência na língua do país de destino. Esta tendência poderá ainda estar relacionada com factores de índole individual, associados ao grupo de pertença ou ao local de residência.
Compétence linguistique entre imm igrés et relations inter-ethniques: une analyse comparative entre Bilbao, Lisbonne et Rotterdam. Il semble que la maîtrise de la langue du pays d’accueil par les immigrés, comme facteur essentiel de leur intégration dans le cadre économique du pays et dans le développement des contacts inter-ethniques avec la population locale, ait été négligé. Cet article se propose d’en étudier le rôle: comment les immigrés qui ont acquis la langue du pays d’accueil dès leur naissance et ceux qui ne la possèdent pas encore, peuvent-ils développer leurs contacts avec les autochtones? Existe-t-il un système d’interaction différent entre ces deux groupes d’immigrés et la population autochtone de Bilbao, Rotterdam et Lisbonne? L’analyse se fonde sur les réponses aux enquêtes lancées dans le cadre du projet GEIT ONIES . Les résultats montrent que les immigrés pratiquant la langue du pays d’accueil à la naissance ont tendance à avoir plus de contacts avec les autochtones. Cependant, il est des immigrés récents qui pratiquant deux langues, ont plus de rapports avec les autochtones. Cette tendance peut dépendre de facteurs individuels, liés au groupe ou au lieu de résidence.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10451/28489
DOI: 10.18055/Finis3617
ISSN: 0430-5027
2281-4574
Aparece nas colecções:IGOT - Artigos em Revistas Nacionais

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