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Título: Das escolas normais às escolas do magistério primário: percurso histórico das escolas de formação de professores do ensino primário
Outros títulos: De las Escuelas Normales a las Escuelas de Magisterio Primario: trayectoria histórica de las escuelas de formación del profesorado primario
From Normal Schools to Prymary Teaching Schools: historic journey of primary teachers’ training schools
Autor: Pintassilgo, Joaquim
Mogarro, Maria João
Palavras-chave: Formação de professores
Profissão docente
Escola Nova
Escolas Normais Primárias
Data: 2015
Editora: Sociedad Española de Historia de la Educación
Citação: Pintassilgo, J., & Mogarro, M. J. (2015). Das escolas normais às escolas do magistério primário: Percurso histórico das escolas de formação de professores do ensino primário. Historia y Memoria de la Educación, 1, 203-238. doi: 10.5944/hme.1.2015.13285
Resumo: Este artigo propõe-se traçar, para o caso português, um breve esboço do percurso histórico das escolas de formação de professores para o tradicionalmente designado ensino primário a partir do momento em que iniciaram o seu funcionamento regular na segunda metade do século xix. Inicialmente conhecidas por Escolas Normais Primárias, estas instituições passaram, em 1930, a denominar-se Escolas do Magistério Primário. Vieram a ser extintas, já em plena democracia, na segunda metade dos anos 80, vindo o lugar até aí por elas ocupado a ser preenchido pelas atuais Escolas Superiores de Educação. Procuraremos articular esse percurso com um conjunto de reflexões sobre as representações então difundidas, em particular nos contextos de formação e presentes nos respetivos manuais, acerca dos papéis sociais a serem desempenhados pelos professores de ensino primário, valores inerentes ao exercício profissional, opções pedagógicas consideradas legítimas e práticas educativas sugeridas como exemplares. Analisaremos, em particular, a importância que as conceções da Escola Nova tiveram na construção de referências identitárias durante o período republicano e a apropriação que delas foi feita pela pedagogia conservadora que circulou no Estado Novo. Teremos em conta, igualmente, o processo de feminização que marca o percurso temporal deste sector do professorado. Esboçaremos, finalmente, um modelo de análise das instituições de formação, tendo como referência o caso português.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10451/31581
DOI: 10.5944/hme.1.2015.13285
Versão do Editor: http://revistas.uned.es/index.php/HMe/article/view/13285
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