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Título: Boys’ and girls’ cyberbullying behaviours in Portugal: exploring sex differences in adolescence using gender lenses
Autor: Vieira, Cristina C.
Matos, Armanda
Amado, João
Freire, Isabel
Simão, Ana Margarida Veiga
Palavras-chave: Cyberbullying
Differences between boys and girls
Adolescence
Peer interaction analysis
Gender stereotypes
Diferenças entre os sexos
Adolescência
Estilos de interação entre pares
Estereótipos de género
Data: 2016
Citação: Vieira, C. C., Matos, A., Amado, J., Freire, I., & Simão, A. M. V. (2016). Boys’ and girls’ cyberbullying behaviours in Portugal: Exploring sex differences in adolescence using gender lenses. ex æquo, 34, 143-159. doi: https://doi.org/10.22355/exaequo.2016.34.10
Resumo: In this paper, we explore the differences in the responses of adolescent boys and girls, as victims or perpetrators of cyberbullying, in a Portuguese study involving 1683 boys and 1837 girls from the 6th, 8th and 11th years in 23 schools. More girls were cybervictims and more males were cyberaggressors. In both sexes, having already been a perpetrator was positively associated with having already been a victim. The breakdown of friendships and social rejection were the reasons most frequently cited by girls for experiencing and engaging in cyberbullying and they were more able than boys to disclose the motives and emotions involved in cyberacts. The implications are discussed, taking gender socialization and the characteristics of this stage of development into consideration.
O artigo explora diferenças entre as respostas de rapazes e raparigas adolescentes, quer como vítimas, quer como perpetradores/as de cyberbulling, num estudo português com 1683 alunos e 1837 alunas do 6.º, 8.º e 11.º ano de 23 escolas. Elas tenderam mais a ser vítimas e eles a serem agressores. Em ambos os sexos, ter sido já perpetrador mostrou-se positivamente associado ao já ter sido vítima. A quebra de amizades e a rejeição social foram as razões mais apontadas por elas para explicar as experiências quer de vitimização, quer de perpetração de cyberbullying, sendo que foram mais capazes do que eles de indicar as emoções e os motivos envolvidos. São discutidas implicações, levando em conta a socialização de género e as caraterísticas desta etapa do desenvolvimento.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10451/32915
DOI: DOI: https://doi.org/10.22355/exaequo.2016.34.10
ISSN: 0874-5560 (Print)
2184-0385 (Online)
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