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degois.publication.lastPage19pt_PT
degois.publication.titleRevista Portuguesa de Cardiologíapt_PT
dc.relation.publisherversionhttps://www.sciencedirect.com/journal/revista-portuguesa-de-cardiologiapt_PT
dc.contributor.authorAlmeida, Ana G.-
dc.date.accessioned2018-10-11T11:04:39Z-
dc.date.available2018-10-11T11:04:39Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.citationRev Port Cardiol. 2017;36(1):17-19pt_PT
dc.identifier.issn0870-2551-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/35006-
dc.description© 2016 Sociedade Portuguesa de Cardiologia. Publicado por Elsevier España, S.L.U. Todos os direitos reservados.pt_PT
dc.description.abstractIntrodução e objetivos A avaliação seriada da fração de ejeção ventricular esquerda (FEVE) é o padrão de referência na vigilância da cardiotoxicidade induzida por quimioterapia (CIT). A avaliação da deformação longitudinal com técnicas de speckle tracking permite uma avaliação mais detalhada da contractilidade miocárdica. O objetivo deste estudo foi avaliar a relação entre a deformação longitudinal global (GLS) e regional e a incidência de CIT. Métodos Foram incluídos 158 pacientes num estudo prospetivo observacional de doentes com neoplasia da mama submetidos a quimioterapia com antraciclinas, com ou sem terapêutica adjuvante com trastuzumab. Foi efetuada uma monitorização ecocardiográfica seriada de parâmetros de função sistólica e diastólica, incluindo a avaliação da deformação miocárdica longitudinal bidimensional. A incidência de CIT foi definida como uma diminuição da FEVE para valor < 53%, de acordo com o documento de consenso da Sociedade Europeia de Imagiologia Cardiovascular (EACVI). Os doentes foram classificados como tendo deterioração da contractilidade miocárdica para um valor de GLS menos negativo que ‐18%, de acordo com os critérios da EACVI. Resultados Durante um período de seguimento médio de 5,4 meses (1‐48 meses), a incidência de CIT foi de 18,9%. Na população global observou‐se uma deterioração significativa do GLS durante o tratamento com quimioterapia (‐20,1 ± 3,5% versus 18,7 ± 3,4%, p = 0,001), com compromisso do GLS detetado durante em algum período do seguimento em 61,4% dos doentes. Esta deterioração foi mais marcada no subgrupo de doentes com CIT (GLS: ‐17,2 ± 2,5%, p = 0,02). Na análise regional da deformação longitudinal, verificou‐se compromisso da contractilidade envolvendo preferencialmente os segmentos septais (seis em seis) e parede anterior (dois em três). Por regressão logística multivariada, o compromisso do GLS esteve independentemente associado ao desenvolvimento de CIT (odds ratio 4,88, IC 1,32‐18,0, p = 0,017). Conclusões O compromisso da deformação longitudinal é frequente em doentes submetidos a quimioterapia e mostrou um padrão de distribuição predominante a nível septal e anterior. A degradação da GLS foi um preditor independente de CIT.pt_PT
dc.description.abstractIntroduction Serial echocardiographic assessment of left ventricular ejection fraction (LVEF) is the gold standard in screening for chemotherapy‐induced cardiotoxicity (CIC). Measurement of myocardial deformation using speckle tracking enables more detailed assessment of myocardial contractility. The aim of this study was to determine the relationship between global and regional longitudinal strain and CIC. Methods This was a prospective study of 158 breast cancer patients undergoing chemotherapy with anthracyclines with or without adjuvant trastuzumab who underwent serial monitoring by transthoracic echocardiography with assessment of myocardial deformation. CIC was defined as a decrease in LVEF to <53%. Global longitudinal strain (GLS) was estimated using EchoPAC BT12 software on a GE Vivid E9 cardiac ultrasound system. Patients were classified according to the 2015 ASE/EACVI criteria as having impaired myocardial deformation when GLS was reduced (less negative), with a cutoff of ‐18%. Results During a mean follow‐up of 5.4 months (1‐48 months), the incidence of CIC was 18.9%. A decrease in GLS was observed during follow‐up for the entire cohort (baseline GLS ‐20.1±3.5% vs. ‐18.7±3.4% at last follow‐up assessment, p=0.001). A total of 97 patients (61.4%) were observed to have impaired myocardial deformation (GLS ≥18%) at some point during follow‐up. This decrease was more significant in patients who eventually developed CIC (GLS ‐17.2±2.5%, p=0.02). On analysis of regional strain, impaired contractility was observed in the septal (6 out of 6) and anterior (2 out of 3) segments. Multivariate logistic regression showed that patients who developed impaired longitudinal strain had a 4.9‐fold increased risk of developing CIC (odds ratio 4.88, confidence interval 1.32‐18.0, p=0.017). Conclusions Worsening of myocardial deformation as assessed by speckle tracking is common in breast cancer patients undergoing chemotherapy, with predominantly septal and anterior wall involvement. Impaired myocardial deformation was independently associated with increased incidence of CIC.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherElsevierpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.subjectGlobal longitudinal strainpt_PT
dc.subjectCardiotoxicitypt_PT
dc.subjectTrastuzumabpt_PT
dc.titleCardiotoxicidade subclínica em oncologia : o impacto da deteção precocept_PT
dc.title.alternativeSubclinical cardiotoxicity in cancer therapy : the impact of early detectionpt_PT
dc.typearticlept_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
degois.publication.volume36pt_PT
dc.identifier.doi10.1016/j.repc.2016.10.003pt_PT
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