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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10451/351

Título: Lembranças imprevistas
Autor: Cabral, Maria Luísa Costa
Orientador: Tamen, Miguel,1960-
Palavras-chave: Memória
Representações mentais
Filosofia literária
Issue Date: 2009
Resumo: A dissertação defende uma definição de memória como uma comparação entre a descrição de percepções do passado e a descrição de percepções do presente. No capítulo I introduz-se a discussão de uma definição de memória como reviver o passado como se o tempo não tivesse evoluído, mostrando a impossibilidade de resolução dos dois grandes problemas que dela surgem. No capítulo II, tendo em vista uma nova definição de memória, procura-se definir o modo como os objectos servem de meio para aceder a lembranças previstas, ao mesmo tempo que podem também ser causa de lembranças imprevistas. No capítulo III mostra-se como da nossa definição de memória nasce o problema de, por um lado, sendo os objectos identificados e determinados pelas pessoas, não há maneira de distinguir entre uma descrição falsa e uma descrição verdadeira; por outro lado, conciliar no mesmo objecto o meio e a causa. Tentamos então resolver o problema através da conjunção e conciliação numa mesma coisa de questões de facto e questões de interesse, mostrando que não há contradição entre algo definido de maneira diferente por cada pessoa e algo que tem questões sobre as quais as pessoas podem estar em acordo ou em desacordo.
The dissertation defends a definition of memory as a comparison between the description of perceptions of the past and the description of perceptions of the present time. In chapter I is discussed a definition of memory as reviving the past as if time hadn't evolved, showing the impossibility of resolving the two problems that arise from it. In chapter II, towards a new definition of memory, we aim to define the way objects serve as a mean to access forseen remembrances, though they can also cause unforseen remembrances. In chapter III, we show how, from our definition of memory, and given the fact that objects are identified and determined by each individual, the problem of distinction between a false description and a true description arises, as of conciliating means and cause in the same object. We then try to solve the problem through conjunction and conciliation in the same thing of matters of fact and matters of concern, showing that there is no contradiction between something defined differently by each individual, and something that has issues about which individuals may or may not agree.
Descrição: Tese de mestrado, Teoria da Literatura, Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2009
URI: http://catalogo.ul.pt/F/?func=item-global&doc_library=ULB01&type=03&doc_number=000572210
http://hdl.handle.net/10451/351
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