Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10451/35588
Título: Diz-me o que comes... Alimentação antes e depois da cidade
Autor: Senna-Martínez, João Carlos
Martins, Ana Cristina
Melo, Ana Ávila de
Caessa, Ana
Cameira, Isabel
Data: 2017
Editora: Câmara Municipal de Lisboa/ Direcção Municipal de Cultura/ Departamento de Património Cultural/ Centro de Arqueologia de Lisboa Sociedade de Geografia de Lisboa/ Secção de Arqueologia
Citação: Senna-Martínez, J. C., Martins, A. C., Melo, A. Á. d., Caessa, A., & Cameira, I. (Eds.). (2017). Diz-me o que comes... Alimentação antes e depois da cidade. Lisboa: CML/ DMC/ DPC/ CAL / SGL/ Secção de Arqueologia. ISBN 978-972-8543-41-9
Resumo: Com Lisboa transformada no “maior sítio arqueológico” do país, seja pelo número de intervenções nela efectuadas nos últimos anos, pela dimensão das mesmas, ou pelos resultados conseguidos e potencial informativo revelado, importa trazer as realidades históricas e patrimoniais assim obtidas ao conhecimento de um público alargado. É assim que, em boa hora, o protocolo assinado entre a Autarquia e a Sociedade de Geografia de Lisboa vem concretizar-se, nomeadamente, na colaboração entre o Centro de Arqueologia de Lisboa e a Secção de Arqueologia da SGL para a realização anual de um colóquio com o tema geral de ‘Fragmentos de Arqueologia de Lisboa’, acentuando aspectos da realidade arqueológica. Entre os contextos que vêm sendo revelados, a presença de diversificado espólio relacionado com uma das condicionantes mais determinantes para a condição humana – a Alimentação – dá o sub-título a esta primeira realização. Com efeito, são vários os testemunhos que nos aportam para os hábitos alimentares das populações que têm vivido no espaço geográfico que actualmente pertence à cidade de Lisboa, desde a Pré-história até à actualidade: resíduos alimentares variados, recipientes e/ou estruturas relacionadas com o consumo, a preparação e a produção de alimentos, que diversas fontes documentais por vezes completam. A publicação deste volume inicia assim uma coleção que, sob o título genérico de Fragmentos de Arqueologia de Lisboa, trará ao domínio de um público alargado os resultados de cada encontro. Começamos aqui com a importante síntese de João Luís Cardoso, As faunas de grandes e médios mamíferos e a alimentação humana na região de Lisboa, do Paleolítico ao Bronze Final, a que o texto de Nelson Almeida e colaboradores sobre a problemática das primeiras comunidades neolíticas, A arqueofauna do Neolítico Antigo na Encosta de Sant’Ana Lisboa), dá seguimento. O estudo de Susana Martínez, Sónia Gabriel e Jacinta Bugalhão 2500 anos de exploração de recursos aquáticos em Lisboa. Núcleo Arqueológico da rua dos Correeiros faz a ponte para a História da Alimentação nos primórdios da Lisboa-Cidade. A importância da romanização e posterior percurso da Lisboa urbana conduzem-nos a sucessivamente percorrermos: - Com Clementino Amaro e Guilherme Cardoso, A alimentação em Lisboa na época romana através das ânforas da Casa dos Bicos. - Com António Rei e explorando fontes não-arqueológicas, os Elementos vegetais na alimentação de al-Ušhbûna, entre os séculos X e XII. - Maria João Valente e António Marques trazem-nos de volta à Arqueologia com Alimentação mudéjar em Lisboa: a zooarqueologia da Casa da Severa (Mouraria, Lisboa), enquanto Rui Neves nos faz percorrer Fernão Lopes para reflectir sobre O drama da fome sob o signo castelhano – 1384 e João Pedro Gomes nos fala da Comida de rua na Lisboa Moderna (sécs. XVI e XVII). - Prosseguindo na Época Moderna, Tânia Casimiro, Carlos Boavida, Cleia Detry e Simon Davis apresentam uma primeira síntese de resultados do estudo do notável espólio obtido na intervenção no Largo do Coreto em Carnide – Cozinhar e comer: Cerâmicas e alimentação em Carnide (1550-1650). - Carlos Boavida aborda de seguida e numa interessante comunicação os até agora pouco estudados artefactos metálicos utilizados para Preparar, servir e comer – Vestígios arqueológicos metálicos do que se usava na cozinha e à mesa na Lisboa da Idade Moderna para, em seguida, nos falar dos prazeres de Baco materializados Entre copos e garrafas – Os vidros do Largo de Jesus (Lisboa). - Já no primeiro quartel do século XX, Ana Maria Prosépio leva-nos a revisitar o saudoso Diário de Lisboa para reflectir sobre O património alimentar nas caricaturas do jornal vespertino “Diário de Lisboa” (1921 a 1926).
Peer review: no
URI: http://hdl.handle.net/10451/35588
ISBN: 978-972-8543-41-9
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