Universidade de Lisboa Repositório da Universidade de Lisboa

Repositório da Universidade de Lisboa >
Faculdade de Letras (FL) >
FL - Dissertações de Mestrado >

Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10451/497

Título: Reflexos do antigo Egipto na literatura portuguesa do século XIX
Autor: Silva, Andreia Cunha da
Orientador: Araújo, Luís Manuel de, 1949-
Palavras-chave: Egiptologia
Literatura portuguesa
Teses de mestrado
Issue Date: 2007
Resumo: O antigo Egipto foi sendo apreciado pelos Europeus desde a Antiguidade clássica. Este fascínio, sentido especialmente pela sua arte e costumes religiosos, proporcionou o aparecimento de uma arte com reminiscências egípcias e de tratados que se propunham decifrar a escrita hieroglífica. A expedição militar organizada por Napoleão Bonaparte ao Egipto, entre os anos de 1798 e 1802, possibilitou ao Ocidente uma nova redescoberta desse país misterioso. A publicação da obra Description de l'Egypte terá motivado um crescente interesse pelo antigo Egipto, patenteado no desejo, cada vez maior, em obter antiguidades egípcias e no aparecimento da ciência egiptológica, fundada por Jean-François Champollion. A par da restante Europa, o nosso país também se interessou pela egiptomania e pela egiptologia, embora mais modestamente. No século XIX, a introdução em Portugal de um certo gosto pelo Egipto faraónico poderá ser observada tanto em alguns motivos artísticos como em algumas colecções particulares. No âmbito literário, a imagem do Egipto parece ter sido formada principalmente através da leitura de publicações estrangeiras, algumas pertencentes a pessoas directamente relacionadas com a egiptologia da época, mas também através das experiências vividas durante as visitas que alguns fizeram ao país do Nilo. Assim, apesar dos intelectuais portugueses estarem menos envolvidos nas temáticas egiptológicas, o Egipto por eles divulgado não seria muito dissemelhante da realidade imaginativa e cultural da Europa oitocentista.
Since the Antiquity, the Europeans felt interest and curiosity on Ancient Egypt. These attentions were especially to art and religious traditions, this created the Egyptian reminiscences in art and studies, which had the intention of decipher the hieroglyphics. The military expedition to Egypt, organized by Napoleon Bonaparte (1798-1802), made possible to rediscover this mysterious country by the Occident. The publication of the Description de l' Egypte stimulated the interest in Ancient Egypt, patented in the desire to obtain Egyptian antiquities and the foundation of Egyptology, established by Jean-François Champollion.The Egyptomania' and Egyptology had also been felling in Portugal. In XIX century, the introduction in Portugal of a certain Egyptian taste could be seeing in some artistic forms as well as in some collections of individuals. In literature, the image of the Egypt seems to have been constructing mainly through the reading of foreign publication, some related to the Egyptology of the time, but also through the experiences living during the travels to Egypt, made by some of them. Although the Portuguese intellectuals were less involved in Egyptian thematic, the Egypt for them would not be very different of the imaginative and cultural reality of the Europe.
Descrição: Tese de mestrado em História e Cultura Pré-Clássica apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2008
URI: http://hdl.handle.net/10451/497
Appears in Collections:FL - Dissertações de Mestrado

Files in This Item:

File Description SizeFormat
16540_Reflexos.pdf2,68 MBAdobe PDFView/Open
Restrict Access. You can request a copy!
Statistics
FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpaceOrkut
Formato BibTex mendeley Endnote Logotipo do DeGóis 

Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.

 

  © Universidade de Lisboa / SIBUL
Alameda da Universidade | Cidade Universitária | 1649-004 Lisboa | Portugal
Tel. +351 217967624 | Fax +351 217933624 | repositorio@reitoria.ul.pt - Feedback - Statistics
DeGóis
  Estamos no RCAAP Governo Português separator Ministério da Educação e Ciência   Fundação para a Ciência e a Tecnologia

Financiado por:

POS_C UE