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http://hdl.handle.net/10451/5351
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| Title: | A influência da expansão portuguesa na Inglaterra do primeiro Tudor |
| Authors: | Silva, Paulo Manuel Azevedo da |
| Advisor: | Cruz, Maria Leonor García da,1960- |
| Keywords: | Descobrimentos portugueses Portugal - História - séc.15 Inglaterra - História - séc.15 Teses de mestrado - 2010 |
| Issue Date: | 2009 |
| Abstract: | Dono de uma legitimidade dúbia, chegado ao poder pela força das
armas, Henrique VII herda um reino acabado de sair de um difícil século de
quatrocentos. A sua acção governativa, reformadora e centralizadora, encontra
dificuldades de afirmação na Europa diplomática e política, onde forças
ancestrais se digladiam. A sua atenção vira-se então para formas inovadoras de
afirmação; entre estas, avulta a entrada no jogo do descobrimento e conquista
além-mar, de que conhecia os feitos – estava bem informado – e invejava os
efeitos. A sua cidade de Bristol participava havia muito das inovações técnicas,
culturais e comerciais de um Atlântico pleno de potencialidades.
Antecedendo a aceitação, pelos Reis Católicos, da proposta de Colombo,
foi ao Monarca Inglês apresentado o mesmo plano pelo irmão Bartolomeu,
enviado a Inglaterra; a proposta, escorada numa argumentação que realça o
papel de Portugal no conhecimento de um novo mundo, foi aceite pelo Tudor.
Foi apenas gorado o ensejo pela concretização do apoio espanhol ao futuro
Almirante. Mas surge Cabot – com um plano e uma aprendizagem similares a
Colombo. Com ele, o Rei, apoiado nos saberes portugueses e nas aspirações de
Bristol, inicia a Inglaterra nas demandas de outras paragens.
Se o sucesso de 1497 não teve seguimento imediato, a reformas navais de
Henrique VII e o feito do veneziano ajudaram a lançar as bases da futura
Inglaterra: comercial, marítima, expansionista. ABSTRACT: Dubiously legitimate, by battle arrived to the throne, Henry VII inherits a
realm just emerging from a difficult fifteenth century. His political action,
reforming and centralising, meets in Europe the challenging diplomatic and
political scene were powerful and ancient forces struggle. The King`s attention
turns to ground-breaking forms of power; amongst these, entering the game of
discovery and conquest overseas, of which he knew the facts –he was well
informed – and envied the effects. His city of Bristol had long been participating
of the technical, cultural and commercial innovations of the promising Atlantic.
Before the acceptance, by the Catholic Kings, of Columbus´ plan, the
scheme was presented to the Tudor by Bartholomew, the Genoese’s brother,
sent as a negotiator; the proposal, grounded on reasoning that clearly enhances
Portuguese partake in the knowledge of a new world, was well received. And it
went no further only because Spanish support to Christopher Columbus finally
came. But enter Cabot, with much similar a plan and apprenticeship. This time,
Henry VII, backed in Portuguese skill and Bristol´s ambitions, starts England on
the discoveries.
The events of 1497 had no immediate sequel, but naval reform and the
Venetian’s feat sowed the seed of future England: commercial, maritime,
expansionist. |
| Description: | Tese de mestrado, História dos Descobrimentos e da Expansão, Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2010 |
| URI: | http://hdl.handle.net/10451/5351 |
| Appears in Collections: | FL - Dissertações de Mestrado
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