Universidade de Lisboa Repositório da Universidade de Lisboa

Repositório da Universidade de Lisboa >
Faculdade de Medicina (FM) >
Instituto de Medicina Preventiva (FM-IMP) >
FM-IMP-Artigos em Revistas Nacionais >

Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10451/5696

Title: Hipertensão sistólica isolada : epidemiologia e impacto na prática clínica
Other Titles: Isolated systolic hypertension : epidemiology and impact in clinical practice
Authors: Rocha, Evangelista
Silva, Alberto Mello e
Oliveira, A. Gouveia
Nogueira, Paulo
Grupo de Investigação da ARS de Lisboa
Keywords: Epidemiology
Hypertension
Categories/grades of
Isolated systolic hypertension
Issue Date: 2003
Publisher: Sociedade Portuguesa de Cardiologia
Citation: Rev Port Cardiol 2003;22(1):7-23
Abstract: Objective: To study the frequency, distribution and determinants of isolated systolic hypertension (ISH). Design: Cross-sectional study, in two stages. First, consecutive patients of the Portuguese national health system aged 60 or over were selected (1999). The second stage covered people aged up to 60 years (2000). Setting: Health Centers – primary care (Regional Health Administration - Lisbon). Participants: 3228 patients, 1100 male (439 aged up to 60 years and 661 aged 60 years) and 2128 female (860 aged up to 60 years and 1268 aged 60 years). Measurements: Categories of hypertension. Risk stratification. Cardiovascular morbidity. Predictors of isolated systolic hypertension. Results: The definition and staging of hypertension changed between 1988 and 1997/99 and as a consequence, there has been, in hypertensives, an increase in ISH frequency from 13 % to 44 % (2.4 times greater). This form of hypertension is far more frequent than grades 1 (mild hypertension = 22 %), 2 (moderate hypertension =15 %) or 3 (severe hypertension = 7%). The proportion of hypertensives with ISH increases from 19% in people aged up to 40, to 30 % in the fourth decade, 34 % in the fifth decade, 44 % in the sixth decade, 51 % in the seventh decade, and 57 % in those over 80 years of age. In hypertensives aged up to 50, ISH is more frequent in females. However, in those over age 50 it is predominant in males. ISH represents 60 % and 37 % respectively of untreated and treated hypertensives. Among untreated hypertensives, age was associated with ISH (p<0.001; OR=1.051 and 95 % CI 1.037-1.065). In the over-60 subgroup, the following factors were associated: age (p=0.013; OR=1.048 and 95 % CI 1.010-1.087); gender – male (p=0.004; OR=2.578 and 95 % CI 1.361- 4.881) and height (p=0.044; OR=0.966 and 95% CI 0.933-0.999). Conclusions: Isolated systolic hypertension is the most common form of hypertension and the most often untreated. The constitutional characteristics associated with isolated systolic hypertension in the elderly are age, gender (male) and body mass index (height). The extent of the problem justifies more attention to control of systolic blood pressure, both in research (efficacy) and in clinical practice (effectiveness).
Objectivo: Caracterizar a frequência, a distribuição e os factores associados à hipertensão sistólica isolada (HSI). Desenho do estudo: Transversal, realizado em duas fases. Na primeira, foram seleccionados e observados utentes do SNS com idade 60 anos (Ano 1999). A segunda fase destinou-se aos grupos etários com idade <60 anos (Ano 2000). Atendimento: Centros de Saúde (ARS de Lisboa) – cuidados de sáude primários. Participantes: Inquiridos 3228 indivíduos, 1100 do sexo masculino (439 com <60 anos e 661 com idade 60 anos) e 2128 do sexo feminino (860 com <60 anos e 1268 com idade 60 anos). Medições: Categorias/graus de hipertensão. Estratificação de risco. Morbilidade cardiovascular. Factores discriminantes da hipertensão sistólica isolada. Resultados: A mudança dos critérios de definição e classificação da hipertensão arterial, entre 1988 e 1997/99, correspondeu, nos hipertensos, a um aumento na frequência da HSI de 13 % para 44 %. Neste estudo de base populacional, a HSI foi predominante em relação à hipertensão ligeira (22 %), moderada (15%) e grave (7 %). A proporção de hipertensos com HSI aumentou de 19 %, abaixo dos 40 anos, para 30 % na 4.ª década, 34 % na 5.ª década, 44 % na 6.ª década, 51 % na 7.ª década e 57 % a partir da 8.ª década. Até à 5.ª década de vida foi predominante no sexo feminino, mas acima dessa idade foi mais frequente no sexo masculino. No grupo de hipertensos não medicados, a maioria (60%) tinha HSI enquanto no grupo sob terapêutica anti-hipertensiva a sua proporção foi de 37 %. As variáveis que demonstraram uma associação positiva com a HSI, no grupo de hipertensos não medicados, foram a idade (p<0,001; OR=1,051 e IC 95 % 1,037-1,065). No grupo de idade 60 anos, os factores relacionados de modo significativo com HSI foram a idade (p=0,013; OR=1,048 e IC 95 %=1,010-1,087), o sexo masculino (p=0,004; OR= 2,578 e IC 95 %=1,361-4,881) e a altura (p=0,044; OR=0,966 e IC 95 %=0,933-0,999). Conclusões: A hipertensão sistólica isolada é a forma de hipertensão mais frequente na população e menos vezes tratada. As características constitucionais que se associam à hipertensão sistólica isolada são a idade, o sexo e a altura (índice de massa corporal). A dimensão do problema justifica que seja dada mais atenção ao controlo da pressão arterial sistólica, quer na investigação (eficácia e eficiência), quer na prática clínica (efectividade).
Peer Reviewed: yes
URI: http://hdl.handle.net/10451/5696
http://www.spc.pt/DL/RPC/artigos/506.pdf
ISSN: 0870-2551
Appears in Collections:FM-IMP-Artigos em Revistas Nacionais

Files in This Item:

File Description SizeFormat
HTA_sistólica_isolada.pdf107.38 kBAdobe PDFView/Open
Restrict Access. You can request a copy!
Statistics
FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpaceOrkut
Formato BibTex mendeley Endnote Logotipo do DeGóis 

Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.

 

  © Universidade de Lisboa / SIBUL
Alameda da Universidade | Cidade Universitária | 1649-004 Lisboa | Portugal
Tel. +351 217967624 | Fax +351 217933624 | repositorio@reitoria.ul.pt - Feedback - Statistics
DeGóis
  Estamos no RCAAP Governo Português separator Ministério da Educação e Ciência   Fundação para a Ciência e a Tecnologia

Financiado por:

POS_C UE