Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10451/6393
Título: Hofstede’s cultured negotiating agents
Autor: Graça, João Maria Miranda dos Santos Góis, 1984-
Orientador: Coelho, Helder, 1944-
Palavras-chave: Simulação multiagentes
Simulação social
Replicação
Negociações interculturais
Teses de mestrado - 2011
Data de Defesa: 2011
Resumo: Hofstede and colleagues cultured negotiating agents simulation produced realistic behavior by incorporating Hofstede's dimensional model of culture in the agent's negotiation protocol and overall behavior. Given such a promising model to generate actual human-like behavior in artificial agents, and the lack of sound and well accepted replication methodologies, we tried to remake the original simulation and highlight the roadblocks encountered during the process. Along the way, we present the Hofstede‟s dimensional model of culture and its integration in the cultured agents social simulation. Some suggestions are made in order to avoid such obstacles. New results showed a relational equivalence.
A simulação de Hofstede e colegas de agents culturais que negoceiam entre si produziu comportamentos realistas através da incorporação do modelo dimensional da cultura de Hofstede no protocolo de negociação dos agentes, e no seu comportamento em geral. Dado o potencial que tal modelo apresenta para gerar comportamentos humanos verdadeiros em agentes artificiais, assim como a falta de metodologias de replicação padrão e sólidas, tentámos replicar a simulação original e ilustrámos as dificuldades com que nos deparámos durante o processo. Apresentamos também o modelo dimensional da cultura de Hofstede e a sua integração numa simulação social de agentes culturais. Hofstede e colaboradores (2010a) definem cultura como um fenómeno que é específico de um grupo e não de um indivíduo; sistemas partilhados de valores, transmitidos desde tenra idade através da educação e do exemplo; estável ao longo de várias gerações apesar de alterações substantivas no ambiente e na tecnologia. Este modelo dimensional da cultura tem-se revelado fiável a nível de replicações e validações ao longo do tempo. Fazemos também algumas sugestões no sentido de evitar tais dificuldades na re-engenharia necessária à replicação do trabalho de Hostede, tais como usar práticas de Engenharia de Software e publicar resultados das simulações detalhados e de fácil acesso. Os novos resultados, da replicação, mostram uma equivalência relacional (qualitativa) em relação aos resultados originais e fornecem um bom pronúncio quanto ao potencial deste modelo cultural ser aplicado em vários cenários que não apenas o de comércio.
Descrição: Tese de mestrado, Ciência Cognitiva, Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, Faculdade de Ciências, Faculdade de Letras, Faculdade de Medicina, 2011
URI: http://hdl.handle.net/10451/6393
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