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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10451/7146

Title: Forum/RAAG: da informação à regulação
Authors: Dinis, Luís Leandro
Keywords: Autonomia das escolas
Gestão escolar
Fórum do Regime de Autonomia
Análise de conteúdo
Administração e Gestão das Escolas
Issue Date: Mar-2001
Publisher: Centro de Estudos da Escola, FPCE-UL
Citation: DINIS, Luís Leandro, 1953- - FORUM/RAAG : da informação à regulação : relatório sectorial 2 - análise de conteúdo das mensagens incluídas no "FORUM/RAAG". Lisboa : Centro de Estudos da Escola, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação - Universidade de Lisboa, 2001. Relatório produzido no âmbito do Programa de Avaliação Externa do Regime de Autonomia, Administração e Gestão das Escolas e Agrupamentos de Escolas definido pelo Decreto-Lei nº115-A/98, de 4 de Maio (Protocolo ME/FPCE de 28/4/1999)
Abstract: O presente relatório realizado no âmbito do Programa de Avaliação Externa do “Processo de Aplicação do Regime de Autonomia, Administração e Gestão aprovado pelo Decreto-Lei nº 115-A/98 de 4 de Maio” incidiu sobre as mensagens colocadas na página “Forum-RAAG”, promovida pela Unidade de Acompanhamento e Apoio à aplicação do Regime de Autonomia, Administração e Gestão das Escolas, localizada no Webbsite do Departamento de Avaliação, Prospectiva e Planeamento do Ministério da Educação. A realização do estudo teve por objectivo a identificação das modalidades e conteúdos das funções desenvolvidas por aquele dispositivo de informação no quadro do acompanhamento e apoio à aplicação do Decreto-Lei nº 115-A/98. O “corpus” objecto do estudo é constituído pelas 809 mensagens colocadas naquela Página da Internet no período de 30 de Março de 1999 a 17 de Abril de 2000. As mensagens, depois de organizadas e editadas em formato adequado ao seu tratamento informático, foram objecto de análise de conteúdo. A análise de conteúdo realizada, traduzida na produção de indicadores de natureza qualitati-va e na geração de medidas de estatística descritiva, é apresentada seguindo registos diferentes, mas complementares: a) identificação e descrição em termos qualitativos das principais funções desempenhadas pela Página enquanto instrumento ao serviço da Unidade de Acompanhamento; e b) identificação e descrição, em termos quantitativos, da importância que a Página teve para os seus diversos utilizadores, aferida pelo grau de utilização, pelos assuntos abordados e sua distribuição ao longo do tempo, e ainda pelos tipos de utilização que lhe foi dada. Relativamente ao primeiro tipo de abordagem foi possível identificar quatro grandes funções desempenhadas pela Página: 1) Forum de Discussão; 2) Balcão de Atendimento da Adminis-tração; 3) Consultório Jurídico, e 4) Instrumento de Regulação. A mais importante de todas elas, do ponto de vista da dinâmica relacional entre o centro e a periferia da administração do Sistema Educativo e consequentemente para o processo de aplicação do Decreto-Lei nº 115-A/98 foi a função de Instrumento de Regulação. Com efeito é possível identificar uma lógica de permanente produção de orientações (sobre a forma de esclarecimentos, sugestões, opiniões, afirmação de concordância/discordância) por parte da Unidade de Acompanhamento que transcendeu a mera informação e que se traduziu na in-vasão muitas vezes das áreas de competência e autonomia das escolas. No segundo tipo registo, de índole mais quantitativa, a análise dos indicadores estatísticos mostra uma relação estreita entre as características e modo de utilização e funcionamento da Página e a agenda do processo de aplicação do Decreto-Lei nº 115-A/98. Revela, tam-bém, os professores (do ensino secundário) como os utilizadores mais frequentes.As mensagens centram-se prioritariamente nas questões relacionadas com os processos eleitorais e os órgãos de gestão. Por outro lado, o objecto das mensagens mais frequentes en-contra-se relacionado com questões de natureza jurídico-administrativa. A distribuição das mensagens/comunicações, consideradas as diversas categorias utilizadas, confirma a predominância da utilização da Página como Instrumento de Regulação, aspecto realçado pela circunstância de, genericamente, em alguns tipos de comunicação e para determinados conteúdos, as mensagens/comunicações da Unidade de Acompanhamento não encontrarem relação directa com as questões colocadas pelos outros autores. Esta última situação objectiva uma segunda lógica de funcionamento da Página: aparente-mente, a prestação de informações e/ou a produção de orientações, pela Unidade de Acom-panhamento, são realizadas a partir do seu próprio entendimento do que é importante in-formar e/ou regular e não tanto em resposta às necessidades manifestadas por quem as solicita.
Peer Reviewed: no
URI: http://hdl.handle.net/10451/7146
Appears in Collections:FPCE-UOE-PAEFA- Relatórios de Projectos de Investigação

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