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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10451/816

Título: La relevancia del envejecimiento activo durante el proceso de envejecimiento de las personas con discapacidad intelectual
Autor: Fernández Magdalena, Lara, 1980-
Orientador: Silva, Maria Eugénia Duarte, 1951-
Palavras-chave: Envelhecimento activo
Incapacidade
Ansiedade
Depressão
Teses de mestrado
Issue Date: 2007
Resumo: Muito embora seja óbvio que existem variáveis genéticas relevantes, cada indivíduo é também responsável, através do comportamento, pelo seu próprio envelhecimento, mais ou mais menos satisfatório (Baltes y Schaie, 1976; Rowe y Kahn, 1997; Argyle, 2001;Fernández-Ballesteros, Caprara, Iñiguez, y García, 2004; Lewellyn, Balandin, Dew y McConnell, 2004; Barnhart y Connolly, 2007). A população dos mais velhos, na generalidade, não se constitui como um grupohomogéneo e as diferenças devem ser identificadas de forma a poder dar uma resposta individualizada, mais ainda no grupo de pessoas com incapacidade intelectual, grupo com características próprias e ainda pouco estudado (Yohannes, Roomi, Baldwin y Connolly, 1998). De facto, o interesse manifestado por este tipo de população constitui um fenómeno social relativamente novo, mas cuja relevância social tem aumentado, em parte, devido ao seu crescimento (Foreman, 1998; Janicki y Walsh, 2002; Aguado y Alcedo, 2004).Por outro lado, em 1992, a Associação Americana do Atraso Mental (AAMR) propôs um novo paradigma, ao considerar, o ainda referido, atraso mental, como o resultado da interacção entre a pessoa e o meio. Este paradigma foi sendo actualizado, e a sua última revisão (Luckasson e cols., 2002) baseia a definição do atraso mental na presença de limitações significativas tanto na inteligência como na conduta adaptativa. Por conseguinte, a conduta adaptativa tem uma grande importância e é mesmo a parte em que recaiem maiores possibilidades de recuperação, já que, como muitos estudos referem, com apoios apropriados e personalizados, recebidos durante longos 5 períodos de tempo, o funcionamento das pessoas com atraso mental pode melhorar (Verdugo, 2003).Por tudo o que foi referido, foi proposta a realização de um estudo sobre a condutaadaptativa e os níveis de ansiedade e depressão de 47 adultos com incapacidadeintelectual, com 45 ou mais anos, antes e depois de uma intervenção efectuada através de um programa de promoção do envelhecimento activo. As avaliações foram realizadas por meio de três instrumentos: ICAP, STAI e HDRS-17.A partir da análise dos resultados é possível afirmar que se encontraram diferenças proporcionalmente significativas entre grupos, com diferentes níveis de actividade, e entre as avaliações realizadas, pré e pós intervenção.
Aunque es obvio que existen variables genéticas relevantes, también el individuo es responsable, con su comportamiento, de que su envejecimiento sea más o menos satisfactorio (Baltes y Schaie, 1976; Rowe y Kahn, 1997; Argyle, 2001; Fernández-Ballesteros, Caprara, Iñiguez, y García, 2004; Lewellyn, Balandin, Dew y McConnell, 2004; Barnhart y Connolly, 2007).La población de mayores en general no es grupo homogéneo y las diferencias sedeben identificar para poder dar una respuesta individualizada. Pero aún másconcretamente en el colectivo de personas con discapacidad intelectual, que tieneaspectos característicos propios que no se han estudiado demasiado (Yohannes, Roomi, Baldwin y Connolly, 1998); ya que el interés por este colectivo es un fenómeno social relativamente nuevo, pero cuya relevancia social está aumentando, en parte, por su trascendencia cuantitativa (Foreman, 1998; Janicki y Walsh, 2002; Aguado y Alcedo, 2004).Por otro lado, en el año 1992 la Asociación Americana sobre Retraso Mental(AAMR), propuso un nuevo paradigma en el que enmarcar el, entonces aún llamado, retraso mental, pasando a entenderlo como una interacción entre persona y contexto. Este paradigma fue actualizándose y la última revisión (Luckasson y cols., 2002) fundamenta la definición del retraso mental en la presencia de limitaciones significativas tanto en la inteligencia como en la conducta adaptativa. Por tanto, la conducta adaptativa tiene una gran importancia y es la parte en la que recae la mayor posibilidad de mejora ya que, como apuntan muchos estudios, con apoyos personalizados apropiados durante un período de tiempo suficientemente prolongado, el 7 funcionamiento de la persona con discapacidad intelectual puede mejorar (Verdugo, 2003).En base a todo lo expuesto, se planteó un estudio sobre conducta adaptativa y niveles de ansiedad y depresión, en 47 adultos con discapacidad intelectual, de 45 años en adelante, anterior y posteriormente al inicio de programas de promoción del envejecimiento activo. Las evaluaciones se han llevado a cabo mediante tres instrumentos: ICAP, STAI y HDRS-17. De los resultados obtenidos cabe destacar que sí se han encontrado diferencias proporcionalmente significativas entre los distintos grupos de actividad y entre las evaluaciones pre y post .
Descrição: Tese de mestrado em Psicologia (Área de especialização em Mudança e Desenvolvimento em Psicoterapia), apresentada à Universidade de Lisboa, através da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, 2007
URI: http://hdl.handle.net/10451/816
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