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Título: Indisciplina na escola : compreender para prevenir : um estudo com alunos do 7º e 9º anos de Cabo Verde
Autor: Carvalho, Solange Helena Semedo de, 1978-
Orientador: Veiga, Feliciano
Palavras-chave: Indisciplina escolar
Comportamentos agressivos - escola
Disrupção escolar
Teses de mestrado - 2013
Data de Defesa: 2013
Resumo: A indisciplina na escola é um tema educativo de atualidade e uma preocupação daqueles que estão ligados à educação, quer seja de uma forma direta ou indireta: professores, alunos, pais ou encarregados de educação. O presente estudo teve como objetivo geral conhecer as representações que os alunos do 7º e 9º anos de escolaridade têm acerca da indisciplina na escola. Com as nove questões de investigação formuladas, pretendeu-se averiguar a distribuição dos alunos pela disrupção, vitimização e agressão na escola, e, ainda, analisar as diferenças em função do género e do ano de escolaridade nos comportamentos de disrupção, vitimização e agressão na escola. A amostra foi constituída por 240 alunos do 7º e 9º anos de escolaridade de uma escola secundária de Cabo Verde. Para se proceder à avaliação dos comportamentos disruptivos foi utilizada a Escala de Disrupção Escolar Professada pelo Aluno, desenvolvida por Veiga (1996, 2012). Foi também utilizada a escala Peer Victimization Scale, adaptada para Portugal por Veiga (2008), que permitiu avaliar comportamentos de agressor e de agredido. Os resultados indicaram uma disrupção escolar não elevada. Em termos diferenciais, de uma forma geral, os alunos do 7º ano foram mais disruptivos que os do 9º ano; os alunos do sexo masculino revelaram ser mais disruptivos que os do sexo feminino. Em relação à escala de vitimização, os resultados obtidos permitiram encontrar ocorrências de vitimização, sendo a mais frequente a verbal; nesta escala os alunos do sexo masculino foram mais vítimas do que os do sexo feminino; os alunos do 7º ano revelaram ser mais vítima do que os do 9º. Relativamente à escala de agressão, os resultados permitiram observar que não houve registo elevado de ocorrências; nesta escala os alunos do sexo masculino revelaram ser mais agressores do que os alunos do sexo feminino; os alunos do 7º ano revelaram ser mais agressores do que os do 9º ano. Os resultados aproximam-se de outros estudos semelhantes e sugerem a necessidade de novas investigações com amostras mais heterogéneas, envolvendo outros anos de escolaridade.
The indiscipline in school is a topic of a great concern today, mainly to those who are involved with education either in a direct or in an indirect way: teachers, students, parents. This study aims to target general representations about students at the grade 7 and 9, and their understanding about disruptive behavior in schools. The nine research questions formulated helps investigate the distribution of students’ behavior, regarding disruption, aggression and victimization in school. In addition to that, the questions will help analyze the differences between gender and year of school as well as analyze how they affect their comprehension of behavior disruption, aggression and victimization in school. The sample consisted of 240 students in grade 7 and 9 in a school in Cape Verde. To assess students’ disruptive behavior a Scale was used: Disruption Professed by School Student, which was developed by Veiga (1996, 2012). Besides that, the study used the scale “Peer Victimization Scale” adapted to Portugal by Veiga (2008).This scale which enabled us to evaluate the behavior of the aggressors and the aggressed. The results indicated that school disruption is not so high. Students in grade 7 were more disruptive than those in grade 9. The male students were found to be more disruptive than the female. In regards to the scale of victimization, the results obtained enabled us to observe a reasonable record of incidents regarding victimization. The male students revealed to be more aggressive than the female ones; the students in grade 7 revealed to be more aggressive than the ones in grade 9; In relation to the scale of aggression, the results obtained enabled us to observe that there was no record of high occurrences. This scale shows that male students were more aggressive than the female ones. When examining students grade the study proves that students in grade 7 are more aggressive than those in grade 9. The result of this study is similar to the ones from other studies, and they suggest further research that takes into account heterogeneous samples. The study should encompass students of different grade levels.
Descrição: Tese de mestrado, Educação (Formação Pessoal e Social), Universidade de Lisboa, Instituto de Educação, 2013
URI: http://hdl.handle.net/10451/8642
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