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http://hdl.handle.net/10451/40228| Title: | Aplicação de análise hierárquica de processos para a avaliação municipal da suscetibilidade a cheias rápidas em Portugal Continental |
| Author: | Santos, Pedro Pinto Pereira, Susana Reis, Eusébio Zêzere, José Luís Garcia, Ricardo A C Oliveira, Sérgio Santos, Mónica |
| Keywords: | Cheias rápidas Suscetibilidade Processo de análise hierárquica Nível municipal |
| Issue Date: | May-2019 |
| Publisher: | Universidade de Lisboa, Centro de Estudos Geográficos |
| Citation: | Santos, PP.; Pereira, S.; Reis, E.; Zêzere, J.L.; Garcia, R.A.C.; Oliveira, S.C.; Santos, M. (2019). Aplicação de análise hierárquica de processos para a avaliação municipal da suscetibilidade a cheias rápidas em Portugal Continental. In: Água e Território: um tributo a Catarina Ramos. Centro de Estudos Geográficos, p. 163-179. Doi: 10.33787/CEG20190005 |
| Abstract: | As cheias rápidas são tipicamente imprevisíveis no espaço e no tempo, o que torna muito complexa a gestão do risco de desastre e a mitigação dos seus impactos. Em Portugal continental, um único evento de cheias rápidas, em 25 e 26 de novembro de 1967, foi responsável por mais de metade de todas as vítimas mortais devidas a cheias, no período coberto pela base de dados DISASTER (1865-2015). Neste estudo pretende-se hierarquizar a suscetibilidade a cheias rápidas em Portugal continental, baseado na construção de um índice municipal. Partindo de um conjunto de sete fatores condicionantes – escoamento acumulado potencial, densidade da rede de drenagem, declive, depósitos aluvionares, grau de impermeabilidade do terreno, litologia de elevada permeabilidade e escoamento anual – e aplicando um processo de análise hierárquica definiu-se de forma empírica, a hierarquia e fatores de ponderação a utilizar no cálculo do índice municipal de suscetibilidade a cheias rápidas (IMSCR). Os valores mais elevados de suscetibilidade municipal a cheias rápidas encontram-se nos municípios com sectores ribeirinhos em bacias hidrográficas de pequena e média dimensão, como sejam: a) Ave, Leça, Tâmega, Tua, Vouga, Mondego e Nabão, nas regiões Norte e Centro; b) Trancão e ribeiras que drenam os municípios de Cascais e Oeiras, na região de Lisboa; e c) Sorraia, Ardila, Odivelas (pertencente à bacia do Sado) e Oeiras (pertencente à bacia do Guadiana), na região Sul. O cruzamento dos valores do IMSCR com os registos de ocorrências e de pessoas afectadas permite identificar os contextos geográficos em que a exposição atua como fator mais relevante que a suscetibilidade na explicação das elevadas perdas observadas. Contudo, também se regista a situação inversa em que, a contextos de elevada suscetibilidade a cheias rápidas correspondem perdas reduzidas. A identificação das condicionantes físicas é fundamental para a compreensão do risco e para a adoção de estratégias de gestão e mitigação que reduzam o impacto das cheias rápidas. |
| Peer review: | yes |
| URI: | http://hdl.handle.net/10451/40228 |
| DOI: | 10.33787/CEG20190005 |
| ISBN: | 978-972-636-279-1 |
| Appears in Collections: | IGOT - Livros e Capítulos de Livros |
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